Apple ativa resgate por satélite para iPhone no México

Seu iPhone agora pode ser sua tábua de salvação digital no meio do nada, porque as barras de sinalização são coisa do passado.

Por fin, un salvavidas para los aventureros despistados

En un movimiento que nos hace preguntarnos cómo sobrevivíamos antes, Apple ha decidido que los mexicanos ya somos lo suficientemente maduros para tener su servicio de Emergencia SOS vía satélite. Imagínense: poder pedir auxilio cuando te pierdes en la sierra porque el Google Maps no cargaba. Una verdadera revolución, casi como descubrir el fuego, pero con mejor diseño.

Esta tecnología, que ya disfrutaban nuestros vecinos del norte y otros países privilegiados, finalmente ha aterrizado en nuestro territorio. Por supuesto, no es para todos: solo para aquellos que tienen un iPhone 14 o más nuevo, o el flamante Apple Watch Ultra 3. Porque claramente, si tu iPhone es más viejo, tu vida vale menos. Es la lógica del mercado, queridos amigos.

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Cuando tu teléfono se convierte en tu mejor (y único) amigo

La magia ocurre cuando, en tu brillante decisión de escalar un volcán sin guía, te das cuenta de que no hay señal. En lugar de resignarte a ser comido por los coyotes, tu dispositivo Apple, en su infinita sabiduría, te ofrece la opción de conectarte a un satélite. Aparece un icono donde antes solo había el vacío existencial de “Sin servicio”. ¿No es conmovedor?

El procedimiento es tan sencillo como pedir un Uber, pero con consecuencias ligeramente más dramáticas. Marcas al 911, tu iPhone, con esa paciencia de santo, te dice que no hay red, y tú, con dedo tembloroso, tocas el botón verde de “Texto de emergencia”. Luego viene la parte divertida: un cuestionario existencial. “¿Cuál es tu emergencia?” con opciones que van desde “Problema con el auto” (traducción: me equivoqué de camino y ahora estoy atascado en un barranco) hasta “Persona perdida o atrapada” (traducción: no sé dónde estoy y me da vergüenza admitirlo).

Y luego, la joya de la corona: tienes que orientar tu gadget hacia el cielo como si le estuvieras rezando a los dioses tecnológicos. Una barra se pone verde cuando la conexión es buena, porque a los satélites les gusta que los miren directamente. Si todo sale bien, en unos minutos -que seguramente se te harán una eternidad- recibirás una respuesta. Porque qué sería de una emergencia sin la confirmación de lectura, ¿verdad?

El precio de la (posible) salvación

Aquí viene lo mejor: el servicio es gratuito durante dos años. Porque aparentemente, después de ese período, o renuevas comprando otro iPhone carísimo, o te las arreglas con señales de humo. Es el ciclo de la vida tecnológica: tu seguridad tiene fecha de caducidad, perfectamente sincronizada con el lanzamiento del próximo modelo.

Y por si te lo preguntabas, ya era posible enviar mensajes vía satélite con iMessage. Porque claramente, lo prioritario era avisarle a tu grupo de WhatsApp que llegas tarde, no salvar tu pellejo. Las comunicaciones satelitales para frivolidades primero, para emergencias después. Un orden lógico impecable.

Así que ya lo sabes, intrépido y potencialmente desafortunado usuario. La próxima vez que decidas adentrarte en lo desconocido con tu costoso dispositivo, recuerda que Apple ha tenido la amabilidad de ofrecerte un mecanismo de auxilio. Solo esperemos que los satélites estén de humor ese día y que no estés en medio de una tormenta cuando intentes conectar. Porque, seamos honestos, ¿qué podría salir mal?

¿Te gustó conocer esta peculiar funcionalidad? Comparte esta nota con esos amigos que siempre se pierden en sus aventuras (o desventuras). Y no dejes de explorar más contenido relacionado con la tecnología en nuestra plataforma, donde desentrañamos los misterios de los gadgets que gobiernan nuestras vidas.

Internet via satélite, a aposta para acabar com a exclusão digital no México

A geografia mexicana limita a implantação de fibra, mas os satélites de órbita baixa estão a emergir como uma alternativa.

Internet via satélite como solução para a exclusão digital no México

Montanhas, selvas e desertos fazem do México um dos países com orografia mais complexa da América Latina. Levar fibra ótica a comunidades isoladas implica um investimento difícil de recuperar com poucos utilizadores. Como resultado, um em cada cinco agregados familiares ainda não tem acesso à Internet ou recebe serviços de má qualidade.

Diante desse cenário, a internet via satélite de órbita baixa (LEO) surge como uma alternativa estratégica. “A implantação de infraestrutura física no México é cara devido à geografia. Em muitos casos, a internet via satélite representa a opção mais viável para conectar áreas onde a fibra não alcançará no curto prazo”, explica Ernesto Piedras, diretor do CIU. Empresas como a Starlink, com mais de 10,3 mil satélites ativos, já operam no país. Desde maio de 2021, obteve concessão e fechou 2024 com 160.631 assinaturas, tornando o México seu segundo mercado latino-americano, atrás apenas do Brasil. A Starlink assinou contratos com a CFE Telecomunicaciones de até 1.556 milhões de pesos para conectar comunidades remotas.

No entanto, o custo continua a ser uma barreira. Enquanto um plano de fibra óptica custa em média 544 pesos por mês, a internet via satélite custa a partir de 899 pesos, mais equipamentos e instalação. “Comercialmente ainda não é tão viável porque ainda é mais caro e exige a compra de uma antena cujo preço continua elevado”, afirma Fernando Esquivel, do The CIU. O serviço faz sentido económico quando é partilhado entre comunidades ou empresas e com o apoio de políticas públicas.

Os especialistas concordam que esta tecnologia não substituirá a fibra óptica, mas sim complementá-la. “Os serviços terrestres são mais rápidos e têm menor latência. A comunicação via satélite atinge áreas que a internet fixa não alcançaria”, afirma Hugo Simg, da MediaTek. A implantação também requer regulamentação e coordenação entre governos e empresas. A corrida para ligar o México já não é travada apenas no subsolo, mas a partir do espaço, onde uma nova geração de satélites promete reduzir a exclusão digital que mantém milhões de pessoas fora do mundo digital.

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Bancos se preparam para controles faciais biométricos em outubro

Os bancos afirmam estar prontos para a biometria facial nas agências desde outubro.

As principais instituições bancárias do país afirmam estar preparadas para a nova regulamentação sobre controlos biométricos faciais na abertura de contas, que entrará em vigor no próximo mês de Outubro.

O que os bancos declararam?

Marcos Ramírez, diretor geral do Grupo Financiero Banorte, destacou que a instituição tem avançado no reforço da identificação e segurança de seus usuários. “Estamos dentro do prazo e da forma com tudo o que está estabelecido na lei e um pouco à frente, com os limites prudenciais da lei”, indicou.

Estas medidas reforçarão o controlo sobre a identificação do cliente. Desde 2018, por regulamentação, a biometria de impressão digital já é exigida para abertura de contas.

Detalhes da implementação

No dia 1 de julho, a Comissão Nacional Bancária e de Valores Mobiliários (CNBV) incorporou a biometria facial no regulamento da banca múltipla na identificação e autenticação de clientes. As instituições que optarem por este mecanismo deverão cumprir requisitos técnicos, operacionais e de segurança.

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IA detecta câncer de mama com 90% de precisão

Um modelo autônomo analisa termografias e classifica tecidos sem intervenção humana.

Um modelo de inteligência artificial desenvolvido por Raúl Castro Ortega, pesquisador da Universidade Politécnica de Tulancingo, consegue identificar o câncer de mama com uma precisão de 90%. Os resultados foram apresentados durante o Congresso Internacional SPIE Photonics Europe 2026, em Estrasburgo, França.

Como funciona o sistema

O sistema utiliza redes neurais convolucionais com mecanismos de atenção para analisar termografias mamárias. Diferentemente dos métodos tradicionais, o modelo aprende de forma autônoma os padrões dos tecidos saudáveis ​​e doentes, sem que um especialista defina previamente as características das imagens. Isso reduz o tempo de processamento e melhora a consistência dos resultados.

O estudo, intitulado “Análise de termografia mamária usando redes neurais convolucionais com mecanismos de atenção”, usa um algoritmo baseado na equação de difusão de calor. Esta abordagem concentra a análise nas regiões de interesse do termograma e classifica tecidos com altos níveis de sensibilidade e especificidade.

Impacto na detecção precoce

A precisão alcançada representa um avanço significativo para a detecção precoce do cancro da mama, o que pode melhorar as taxas de sobrevivência e facilitar o tratamento atempado. A pesquisadora destacou que o sistema não substitui o especialista, mas funciona como ferramenta de apoio para diagnósticos mais rápidos e consistentes.

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