Apple aposta no preço acessível com iPhone 17e e MacBook Neo

A Apple está lançando uma onda de produtos mais acessíveis, desde um iPhone econômico até um MacBook básico, em busca de novos mercados.

A grande semana da Apple: menos luxo, mais acesso

Tim Cook prometeu e cumpriu. Esta ‘grande semana’ de anúncios da Apple teve um protagonista claro: acessibilidade. Longe do foco exclusivo no alto padrão, a empresa apresentou uma onda de produtos pensados ​​para bolsos mais apertados.

O evento, realizado simultaneamente em Nova York, Londres e Xangai, chegou com o vento favorável das vendas recordes do iPhone 17. Mas também com a sombra de uma promessa não cumprida: a Siri ainda não recebeu o grande impulso de IA anunciado para 2024.

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A nova face acessível da Apple

Talvez seja por isso que a estratégia é agora clara: capitalizar o sucesso abrindo o ecossistema a mais pessoas. A estrela é o iPhone 17e. Um terminal que reduz custos sem perder DNA essencial.

Inclui o mesmo chip A19 que alimenta o iPhone 17 básico e oferece o dobro do espaço de armazenamento padrão (256 GB) do que o modelo 16e anterior.

Por US$ 599 – 200 menos que o modelo básico – você obtém uma câmera de 48 MP, tela Super Retina e carregamento MagSafe. É uma jogada inteligente competir em um segmento acirrado.

Mas o golpe mais ousado vem do lado do laptop. Eles apresentam o MacBook Neo, sua tentativa mais agressiva de entrar no mercado econômico de computadores, dominado por Chromebooks e Windows baratos.

Ele vem com chip A18 Pro (o do iPhone 16 Pro), 256 GB de armazenamento e preço inicial de US$ 599. Um aceno direto aos estudantes e aos orçamentos limitados.

Nem tudo são cortes. A linha Pro se renova com os chips M5 Pro e Max, mais potência e… preços mais altos. O iPad Air dá um salto ao incorporar o chip M4 e aumentar a RAM para 12 GB sem aumentar o custo.

A surpresa final foram dois novos monitores 5K Studio Display, com uma versão XDR premium custando cerca de US$ 3.299. Um lembrete de que a Apple não está abandonando o seu lado premium.

Esta semana mostra uma Apple com duas caras: continua a inovar no topo da gama, mas finalmente coloca seriedade no seu compromisso com a acessibilidade. A mensagem é clara: eles querem estar em mais mãos, não apenas nos mais ricos.

Liga MX retorna ao EA Sports FC27; contrato plurianual

O acordo plurianual inclui todos os 18 times de futebol mexicanos.

Retornar após cinco anos

Liga MX e EA Sports anunciaram o retorno da liga mexicana ao videogame EA Sports FC27. O acordo é plurianual, pelo que a espera de cinco anos está a chegar ao fim. A notícia confirma a participação de todas as 18 equipes do circuito principal, sendo o Atlante o clube mais recente a aderir.

“A Liga MX é o lar de alguns dos torcedores mais apaixonados, clubes icônicos e uma rica tradição que inspirou gerações de jogadores”, disse Jeff Sharma, vice-presidente da EA Sports FC.

O videogame estará disponível a partir de 25 de setembro para consoles e dispositivos. Esta edição incluirá novos modos de jogo que buscam atrair consumidores. Com este regresso, a liga mexicana recupera presença numa plataforma global de entretenimento.

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Volvo EX30: recall gratuito no México

Medida corretiva gratuita para bateria das unidades EX30 2024-2025.

A Volvo Car México informou que a medida corretiva já está disponível para as unidades modelo EX30 dos anos 2024 e 2025 incluídas em uma campanha de serviço.

O que a solução inclui?

A revisão do sistema de baterias e, se necessário, a substituição dos módulos sem custo para os clientes. Os proprietários podem agendar um horário exclusivamente através do Volvo Solutions Center (centrodesoluciones.mx), onde selecionam um revendedor autorizado e a data disponível.

Medida preventiva: Enquanto não for realizada a fiscalização, solicita-se manter a carga máxima em 70%. Uma vez concluída a intervenção, o veículo pode ser utilizado com carga total. O número de telefone 968 6586 está disponível para orientação.

Plano de fundo da chamada

Desde fevereiro, a Volvo emitiu o aviso de segurança R10363 para determinadas unidades EX30 nas versões de motor único com faixa estendida e motor duplo. O motivo: em alguns casos houve aumento de temperatura com carga elevada. Nenhum incidente foi registrado no México.

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Internet via satélite, a aposta para acabar com a exclusão digital no México

A geografia mexicana limita a implantação de fibra, mas os satélites de órbita baixa estão a emergir como uma alternativa.

Internet via satélite como solução para a exclusão digital no México

Montanhas, selvas e desertos fazem do México um dos países com orografia mais complexa da América Latina. Levar fibra ótica a comunidades isoladas implica um investimento difícil de recuperar com poucos utilizadores. Como resultado, um em cada cinco agregados familiares ainda não tem acesso à Internet ou recebe serviços de má qualidade.

Diante desse cenário, a internet via satélite de órbita baixa (LEO) surge como uma alternativa estratégica. “A implantação de infraestrutura física no México é cara devido à geografia. Em muitos casos, a internet via satélite representa a opção mais viável para conectar áreas onde a fibra não alcançará no curto prazo”, explica Ernesto Piedras, diretor do CIU. Empresas como a Starlink, com mais de 10,3 mil satélites ativos, já operam no país. Desde maio de 2021, obteve concessão e fechou 2024 com 160.631 assinaturas, tornando o México seu segundo mercado latino-americano, atrás apenas do Brasil. A Starlink assinou contratos com a CFE Telecomunicaciones de até 1.556 milhões de pesos para conectar comunidades remotas.

No entanto, o custo continua a ser uma barreira. Enquanto um plano de fibra óptica custa em média 544 pesos por mês, a internet via satélite custa a partir de 899 pesos, mais equipamentos e instalação. “Comercialmente ainda não é tão viável porque ainda é mais caro e exige a compra de uma antena cujo preço continua elevado”, afirma Fernando Esquivel, do The CIU. O serviço faz sentido económico quando é partilhado entre comunidades ou empresas e com o apoio de políticas públicas.

Os especialistas concordam que esta tecnologia não substituirá a fibra óptica, mas sim complementá-la. “Os serviços terrestres são mais rápidos e têm menor latência. A comunicação via satélite atinge áreas que a internet fixa não alcançaria”, afirma Hugo Simg, da MediaTek. A implantação também requer regulamentação e coordenação entre governos e empresas. A corrida para ligar o México já não é travada apenas no subsolo, mas a partir do espaço, onde uma nova geração de satélites promete reduzir a exclusão digital que mantém milhões de pessoas fora do mundo digital.

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