Uma era acabou. Literalmente.
A FIFA lançou uma bomba que revolucionou o mundo do colecionismo: Fanatics será o novo parceiro exclusivo de álbuns, cartas e cards de seus torneios. O acordo começa em 2031. Panini, clássico de longa data, fica de fora.
O que Fanatics traz para a mesa?
Não serão apenas os adesivos habituais. Estamos falando de produtos físicos e digitais, com inovações como patches especiais em camisas de jogadores, incluindo emblemas de novato. A Topps será responsável pela fabricação de tudo. A ideia é conectar os fãs com seus ídolos de uma forma mais moderna.
“No cenário esportivo, Fanatics é uma verdadeira referência de inovação em itens colecionáveis”, declarou um dirigente da FIFA.
E tenha cuidado, porque não se trata apenas de negócios. Fanáticos distribuirão itens colecionáveis gratuitos no valor de mais de US$ 150 milhões para impulsionar o futebol juvenil. Eles querem fisgar as novas gerações.
E Panini?
Desde o México 1970, a Panini é sinônimo de Copa do Mundo. Aquele ritual de colar adesivos, trocar várias vezes no recreio… tudo isso está com os dias contados. A Copa do Mundo de 2030 será a última com a marca italiana. Dói, mas esse é o jogo.
O que isso significa para os colecionadores?
É uma mudança de época. Fanatics e Topps prometem dar um toque moderno ao hobby. Alguns verão isso como o fim de uma tradição; outros, como o início de algo novo. Vejo isso como uma jogada tática: a FIFA quer evoluir no colecionismo, assim como o futebol evolui em campo.
Afinal, o esporte nos ensina que nada dura para sempre. Mas a paixão por colecionar não é negociável. Prepare-se para lotar álbuns de outra marca, mas com a mesma emoção de sempre.




