Acapulco vive uma Páscoa entre balas e cruzeiros turísticos

Enquanto as autoridades celebram o turismo, as ruas de Acapulco ficam tingidas de vermelho em plena temporada.

La “perla del Pacífico” brilla… entre cadáveres

Evelyn Salgado, gobernadora de Guerrero, decidió inaugurar la Semana Santa con un optimismo digno de un meme de “esto está bien” mientras su ciudad ardía. Mientras ella tuitaba a las 7:00 AM sobre la llegada del crucero Norwegian Jade —porque nada dice “vacaciones paradisíacas” como un barco lleno de turistas que ignoran el caos—, en la colonia Rubén Jaramillo, a solo 10 minutos del puerto, unos amables vecinos regalaban a la comunidad un cuerpo desmembrado desde un auto en movimiento. ¿Detalles macabros? Disparos al aire de cortesía incluidos. Clásico.

Turismo de alto riesgo (literal)

Mientras los pasajeros del crucero bajaban a tomar fotos para Instagram, Acapulco sumaba seis ejecuciones en un solo día. Dos días después, la cifra subía a 12. Entre las víctimas: taxistas, un anciano que se negó a pagar “derecho de piso” (spoiler: el precio fue su vida) y un padre asesinado frente a sus hijos. Pero hey, ¡al menos el mercado Miguel Alemán reabrió! La alcaldesa Abelina López, en modo “esto no está pasando”, celebró la rehabilitación como si fuera un logro comparable a detener el crimen. Prioridades, ¿no?

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El miércoles, las autoridades organizaron una mesa de “construcción de paz” (léase: reunión para fotos oficiales). Mientras tanto, los taxistas —cansados de ser blancos móviles— bloquearon la carretera con ataúdes y un mensaje para Salgado: “Narcogobernadora, estás acabando con el Estado”. La respuesta del universo: asesinar a otro taxista horas después. ¿Conclusión? Acapulco no es un destination wedding, es un destination funeral.

¿Te indigna? Comparte esta realidad que no sale en los folletos turísticos. O mejor aún, explora más historias sobre cómo el crimen está cambiando el rostro de México. #AcapulcoNoEsBroma

Toyota transfere produção de Tacoma, mas investe US$ 500 milhões no México

A Toyota transferirá a produção de Tacoma para o Texas, mas mantém investimento recorde em Guanajuato.

Relocação gradual

A Toyota informou que transferirá parte da produção do caminhão Tacoma de sua fábrica em Tijuana, na Baixa Califórnia, para seu complexo industrial em San Antonio, Texas. A mudança será gradual ao longo dos próximos quatro anos.

A empresa indicou que a decisão responde a uma revisão constante das suas operações para manter a competitividade e atender a demanda regional. Assegurou que continuará suas atividades no México e mantém seu compromisso de longo prazo com o país.

Investimento em Guanajuato

O Ministério da Economia indicou que a Toyota manterá a sua fábrica em Guanajuato, onde pretende gerar cerca de 2.800 empregos diretos. Além disso, um novo investimento de mais de US$ 500 milhões será anunciado nos próximos dias.

O órgão federal afirmou que o investimento foi confirmado após esforços do governo da presidente Claudia Sheinbaum. O anúncio faz parte dos esforços para manter a presença de armadores internacionais e fortalecer a indústria nacional.

A Toyota destacou que o México continua estratégico para o seu crescimento regional, devido à geração de empregos e à cadeia de abastecimento automotiva.

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Tribunal analisa se um juiz pode ordenar uma Comissão da Verdade em Ayotzinapa

O SCJN irá analisar se um juiz pode criar uma Comissão da Verdade no caso Ayotzinapa.

Decisão unânime da Sessão Plenária

O Supremo Tribunal de Justiça da Nação (SCJN) concordou por unanimidade, por oito votos, em atrair um recurso de revisão extraordinário. O objetivo: determinar se um juiz pode ordenar a criação de uma Comissão da Verdade como mecanismo excepcional de investigação dentro de um julgamento de amparo relacionado ao caso Ayotzinapa.

O Plenário avaliará se este poder judicial viola princípios como a divisão de poderes ou a relatividade das penas. Um ministro preparará o projeto de resolução que será discutido posteriormente.

Desculpa devido a conflito de interesses

A Ministra Sara Irene Herrerías Guerra escusou-se de participar da análise e resolução. Argumentou conflito de interesses por ter chefiado anteriormente a unidade da Procuradoria-Geral da República encarregada de investigar o caso Ayotzinapa.

Além disso, o Tribunal atraiu quatro recursos ligados à decisão de 2018 que rejeitou a chamada “verdade histórica” sobre o desaparecimento dos 43 normalistas. Essa decisão ordenou o restabelecimento da investigação através da criação de uma Comissão de Investigação e Verdade no caso Iguala.

Reações das organizações

O Centro de Direitos Humanos Miguel Agustín Pro Juárez questionou a decisão. Ele considera que isso reabre o debate sobre uma resolução fundamental para o esclarecimento do caso. A organização lembrou que, quase 12 anos após o desaparecimento dos estudantes, persistem questões pendentes, como o acesso a informações militares relevantes e o progresso nas extradições essenciais para a investigação.

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México registra o dia com menor número de homicídios em oito anos

25 mortes em um dia: o número mais baixo em oito anos no México.

Dia com menor privação de vida desde 2018

Segunda-feira, 6 de julho de 2026, tornou-se o dia com menor número de mortes por homicídio doloso no México durante o governo da presidente Claudia Sheinbaum e nos últimos oito anos. A Secretaria Executiva do Sistema Nacional de Segurança Pública (SESNSP) contabilizou apenas 25 vítimas.

Quatorze estados não relataram nenhum homicídio doloso naquele dia. O número supera o mínimo registrado na gestão anterior, que era de 39 vítimas em 20 de janeiro de 2022.

Onde ocorreram os homicídios?

52% dos casos concentraram-se em seis entidades: Michoacán (3), Sinaloa, Puebla, Tabasco, Chiapas e Morelos (2 cada). O restante foi distribuído em outras regiões.

O relatório mostra outros dias com índices baixos em 2026: 28 vítimas nos dias 7 de junho e 3 de julho; 29 em 15 de maio; 31 em várias datas em fevereiro, abril e maio. Também nos dias 21 de março de 2026 e 26 de setembro de 2025 foram notificados 32 óbitos, números hoje ultrapassados.

Especialistas em segurança alertam que um único dia não reflete uma tendência permanente. A avaliação deve basear-se em médias mensais e anuais para medir as mudanças estruturais na violência.

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