A rede social X se recusa a deixar de ser um caos digital

A rede social X volta a lutar: usuários presos em um ciclo de erros e frustrações.

X (antigo Twitter) demonstra mais uma vez que estabilidade é um conceito abstrato

Ah, surpresa. Na manhã do dia 23 de maio, usuários da rede social Problemas no aplicativo? Que novidade! Erros no upload via web? Nunca teríamos imaginado isso!

Downdetector confirma o óbvio: X ainda é um desastre

De acordo com relatórios do Downdetector (o site que ganha a vida documentando nossas falhas tecnológicas), 70% dos relatórios foram sobre falha no login, enquanto 18% reclamaram que a plataforma carregou mais lentamente do que um procedimento burocrático. Os outros 12% provavelmente estavam muito ocupados xingando em letras maiúsculas para relatar qualquer coisa.

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Mas espere, não é a primeira vez. Ontem também houve fracassos! Será que X está tentando quebrar um recorde de instabilidade? As reclamações retornaram por volta da meia-noite, porque Musk claramente adora que seus usuários durmam com a incerteza de se no dia seguinte poderão ver memes ou apenas uma bela mensagem de erro.

Até o momento, não há melhorias visíveis, mas espera-se (com a fé digna de quem acredita em unicórnios) que as funções serão restauradas em breve. Ou seja, “em breve” no tempo das redes sociais, o que pode significar cinco minutos ou cinco séculos.

Moral? Se hoje você conseguiu entrar no X, aproveite… porque amanhã talvez você não consiga. E se você não conseguiu, seja bem-vindo ao clube. Pelo menos temos o Downdetector para sentir que não estamos sozinhos neste poço sem fundo de erros técnicos.

Você acha este circo digital divertido (ou frustrante)? Compartilhe este artigo e participe da conversa on-line. E se você quiser mais histórias de tecnologia que pareçam roteiros de comédia absurdas, explore nosso conteúdo relacionado. Spoiler: nenhuma plataforma é segura!

Como a inteligência artificial transforma a segurança global

A Motorola Solutions está comprometida com modelos híbridos e IA agente na transformação do setor.

Setor de segurança: migração para nuvem e inteligência artificial

A segurança está passando por uma profunda transformação. A nuvem, a inteligência artificial generativa e os sistemas de videovigilância como ferramentas de decisão estão a redefinir o setor. A afirmação foi feita por Pedro Simões, vice-presidente global de segurança e análise de vídeo da Motorola Solutions.

“A nuvem é uma tendência muito forte, mas não é solução para todos os setores”, explicou. Instalações prisionais, aeroportos e centrais nucleares exigem modelos híbridos que combinem infraestrutura local com serviços em nuvem. A Motorola Solutions está comprometida com plataformas unificadas.

Um dos principais avanços é a inteligência artificial agente. A empresa apresentou o Operator, plataforma que integra vídeo, controles de acesso e sensores em uma única interface. O objetivo: reduzir o tempo entre a detecção e a resposta. “Não é só identificar. É ser colaborativo nas decisões”, disse Simões.

O papel dos sensores nas cidades inteligentes

As câmeras não apenas gravam: elas são sensores. “Hoje uma câmera produz dados que podem ser usados ​​para otimizar logística, mobilidade ou decisões de negócios”, acrescentou. As informações de segurança se estendem a vários aplicativos.

No entanto, o crescimento da IA ​​apresenta desafios de privacidade. A Motorola Solutions desenvolveu “rótulos nutricionais de IA”, documentos que detalham as capacidades e limitações de seus modelos. “Somos a primeira empresa do setor a criar e utilizar este tipo de rótulos”, afirmou Simões.

México e a Copa do Mundo de 2026

O México vive um momento chave para a Copa do Mundo FIFA de 2026. A chegada de milhões de visitantes impulsiona investimentos em infraestrutura tecnológica e segurança em aeroportos, hotéis e estádios. Simões confirmou colaboração com governos, sem revelar detalhes. “A segurança é uma prioridade; a nossa responsabilidade é desenvolver tecnologia que proteja as pessoas e a infraestrutura.”

Ele recomendou que as organizações pensem no longo prazo: “A decisão não deve se basear apenas nos problemas atuais, mas nos desafios de três ou cinco anos”. A combinação de nuvem, IA generativa e plataformas unificadas definirá a próxima etapa do setor.

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Strawberry Moon: a lua cheia de junho chegará no dia 29

A Lua Morango iluminará o céu noturno no dia 29 de junho. Conheça sua origem e outros nomes.

O céu noturno oferecerá um evento astronômico notável no final de junho. A Lua Cheia desse mês, conhecida como Lua do Morango, atingirá seu esplendor máximo na segunda-feira, 29 de junho, segundo o portal especializado Star Walk.

Quando e como ver?

A lua cheia ocorrerá exatamente às 17h57, horário central do México. Será a primeira Lua cheia após o solstício de verão, que segundo a mesma fonte acontecerá no domingo, 21 de maio. O satélite estará totalmente iluminado de 28 a 30 de junho.

A origem do nome

Apesar do que seu apelido sugere, a Lua não assume tonalidade rosada ou avermelhada. O nome “Strawberry Moon” vem dos povos nativos da América do Norte, que a batizaram assim por coincidir com a época de colheita desta fruta em diversas regiões do continente.

Em outras culturas, esta mesma lua cheia recebe nomes como:

  • Lua de Moras
  • Lua de mel
  • Rosa Lua
  • Lua de frutas maduras
  • Jardim Lua
  • Lua Verde do Milho
  • Lua Ventosa
  • Nascimento da Lua
  • Lua quando o búfalo berra

Todos esses apelidos estão ligados a fenômenos naturais típicos da mesma época do ano.

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A praga mais antiga: vestígios de 5.500 anos atrás na Sibéria

Vestígios de peste de 5.500 anos atrás encontrados em dentes de caçadores-coletores siberianos.

Os cientistas identificaram as primeiras evidências de peste conhecidas até agora: vestígios de DNA bacteriano nos dentes de caçadores-coletores enterrados perto do Lago Baikal, na Sibéria. A datação por carbono indica que a doença causou surtos há cerca de 5.500 anos, cerca de 200 anos antes do que se pensava anteriormente.

Encontrando na Sibéria

Uma equipe liderada pelo geneticista Eske Willerslev, da Universidade de Copenhague, analisou restos mortais de quatro cemitérios. Eles encontraram vestígios de Yersinia pestis nos dentes de 18 indivíduos. O namoro revelou dois episódios de infecção.

“Para compreender a nossa própria história, compreender a história da peste é extremamente importante”, disse Willerslev.

A praga pré-histórica se espalhou em etapas. Segundo os autores, provavelmente foi transmitido por marmotas – roedores nativos – quando as pessoas consumiam seus órgãos crus ou manuseavam peles infectadas. Também se espalha de pessoa para pessoa através da tosse ou espirro.

Muitos dos falecidos eram crianças entre 8 e 11 anos. Três meninas foram enterradas juntas; dois eram primos. Uma tia e seu sobrinho foram encontrados em outra vala comum. “Havia pessoas que enterravam os mortos e sabiam quem eles eram. É um elemento muito humano”, disse o coautor Ruairidh Macleod, especialista em DNA antigo da Universidade de Oxford.

Implicações do estudo

Os pesquisadores observam que as crianças podem estar em maior risco devido ao sistema imunológico ainda em desenvolvimento. A presença de múltiplas vítimas sugere que a peste pré-histórica causou tanto casos isolados como surtos, disse a geneticista Aida Andrades Valtueña, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, que não esteve envolvida no estudo.

Esta antiga cepa evoluiu muito antes da peste bubônica responsável pela Peste Negra medieval. No entanto, há evidências de que as pragas anteriores eram igualmente graves. A doença não afetou apenas cidades populosas, mas também pequenos grupos nômades.

“Compreender os passos que as bactérias seguiram para se tornarem o patógeno mortal que conhecemos hoje pode fornecer pistas sobre como os patógenos poderão surgir no futuro”, escreveu Andrades Valtueña.

O estudo foi publicado quarta-feira na revista Nature.

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