Xenovenator: o predador ‘estranho’ que revoluciona a paleontologia mexicana

Um novo dinossauro carnívoro com o nome de um vilão da Marvel aparece em Coahuila, provando que o México sempre teve predadores sofisticados.

¡Presentamos al Xenovenator! Porque un T-Rex normal ya era muy mainstream

Ahí lo tienen, amigos. Mientras ustedes se preocupaban por la inflación o el tráfico, un equipo de científicos internacionales -con esa mezcla glamorosa de investigadores del Museo del Desierto de Coahuila y la University of Bath- descubrió un dinosaurio carnívoro nuevo en México. Sí, como si encontrar monedas sueltas entre los cojines del sofá, pero en versión paleontológica y con 74 millones de años de antigüedad.

Xenovenator espinosai -nombre que suena más a villano de Marvel que a hallazgo científico- ha sido oficialmente descrito en la revista Diversity. Porque qué mejor lugar para presentar a un depredador prehistórico que en una publicación llamada “Diversidad”, ¿no? La ironía de encontrar algo “nuevo” que tiene 74 millones de años es simplemente deliciosa.

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Un cráneo con más historias que telenovela

El estudio se basa principalmente en un endocráneo excepcionalmente bien preservado, acompañado de material craneal de al menos tres individuos diferentes. Tres cabezas pensantes… bueno, tres cabezas al menos. Héctor Rivera-Sylva, jefe del departamento de Paleontología del Museo del Desierto, explica con toda seriedad que estos restos permitieron identificar “una combinación única de caracteres anatómicos”.

“Poseía ojos muy grandes, lo que le permitía cazar con precisión incluso en condiciones de poca luz. Contaba con un oído muy desarrollado”, amplió el paleontólogo.

Traducción: este bicho era el ninja del Cretácico Tardío. Cazaba en la oscuridad mejor que tú encuentras el interruptor de la luz después de tres copas. Y escuchaba… ¿qué escucharía exactamente? ¿El crujido de huesos de sus presas? ¿Los primeros murmullos del continente separándose?

Los científicos utilizaron tomografía computarizada para analizar el interior de las piezas óseas. Porque claro, cuando tienes un fósil de 74 millones de años, lo primero que haces es meterlo en un escáner médico. Las líneas de sutura y la estructura frontal del cráneo confirmaron lo obvio: era una especie nueva. Porque después de todo ese tiempo enterrado en Coahuila, mínimo merecía su propio nombre científico.

¿Qué tan grande era este depredador “extraño”? Pues estiman que podía alcanzar poco más de 3 metros de longitud y pesar entre 160 y… esperen… 160 kilogramos. Sí, leyeron bien. El rango va desde 160 hasta 160 kilos. O los científicos son extremadamente precisos, o alguien olvidó poner el segundo número. De cualquier forma, eso lo sitúa entre los miembros más grandes dentro de los troodóntidos -ese grupo especializado donde todos eran los nerds evolutivos del Mesozoico.

Lo verdaderamente fascinante es que Xenovenator presenta afinidades anatómicas con formas asiáticas, lo que aporta nuevas evidencias sobre esos intercambios faunísticos transcontinentales. Básicamente, los dinosaurios también tenían sus programas Erasmus entre Asia y Norteamérica durante el Cretácico Tardío.

“El descubrimiento demuestra que el registro fósil mexicano aún guarda una diversidad significativa por descubrir”, señaló Rivera-Sylva con esa mezcla perfecta de modestia científica y orgullo nacional.

Y aquí está la cereza del pastel paleontológico: el nombre honra a Luis Espinosa, paleontólogo pionero mexicano quien estuvo en la presentación soltando perlas como que “las rocas y las células tienen memoria”. Filosofía profunda a las 11 AM entre fósiles -solo en México.

Así que ya saben: mientras discuten sobre política o fútbol, recuerden que bajo sus pies hay historias mucho más antiguas e interesantes esperando ser contadas. Un dinosaurio con nombre extraño, ojos grandes y conexiones asiáticas acaba de recordarnos por qué la ciencia es el mejor reality show jamás creado.

¿Te sorprendió este hallazgo tanto como a nosotros? Comparte esta historia con ese amigo que todavía cree saberlo todo sobre dinosaurios -seguro le falta conocer al Xenovenator.

Seis jornalistas morreram no México até agora em 2026

Seis comunicadores foram mortos até agora em 2026. Veracruz é responsável por metade dos casos.

Seis jornalistas morreram no México em 2026

Pelo menos seis jornalistas foram mortos no México até agora em 2026. Todos os ataques foram com armas de fogo. Três dos casos ocorreram em Veracruz.

Carlos Castro foi morto em 9 de janeiro em Poza Rica, Veracruz. Ele tinha 26 anos e era diretor do portal Código Digital Norte, onde cobria segurança pública e alerta vermelho. O ataque ocorreu em um restaurante onde ele estava com sua família.

Roxana Rivera foi levada à força de sua casa em Nanchital, Veracruz, no dia 2 de junho. O evento foi registrado em vídeo. Em 3 de julho, as autoridades confirmaram que os restos mortais encontrados correspondiam à sua identidade.

Luis Ángel López, repórter red note do jornal Vanguardia, foi privado de sua vida em 11 de junho em Poza Rica. Ele teve medidas cautelares da Comissão para a Proteção dos Jornalistas.

Alex Serna, ambientalista e comunicador de Zihuatanejo, foi dado como desaparecido e encontrado morto em 4 de julho. A Promotoria de Guerrero confirmou que o corpo apresentava sinais de tortura. Ele estava em Semefo como não identificado.

Josué Martínez Contreras, diretor do portal Noticias San Martín Texmelucan, foi morto em 16 de julho em Puebla, na frente de seu filho de 13 anos e de sua mãe. O canal deles era uma página no Facebook com informações locais e cobertura de segurança.

Francisco Alejandro Leyva foi morto em 22 de julho em San Pablo Etla, Oaxaca. Os agressores em uma motocicleta atiraram nele enquanto ele comia em uma barraca. Foi diretor da Cortv e manteve sua coluna “El Zumbido del Moscardón”.

A comunidade jornalística mexicana enfrenta um contexto de risco constante. As organizações de direitos humanos reiteraram a exigência de justiça e protecção para aqueles que praticam o jornalismo no país.

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Chihuahua busca consolidar investimento da Embraer com novos incentivos

Governador concorda com incentivos e segurança jurídica para expandir as operações da empresa brasileira.

O governador de Chihuahua, Maru Campos Galván, reuniu-se com executivos da Embraer durante a Feira Aeroespacial Farnborough 2026. O objetivo: fortalecer as condições para a expansão da empresa brasileira na entidade.

Na reunião foram acordados maiores incentivos, racionalização das cadeias de abastecimento e maior segurança jurídica. A presidente sublinhou o apoio da sua administração a novos projectos de investimento que gerem mais e melhores empregos.

“Estamos preparados com infraestrutura industrial, serviços e talentos especializados que apoiam a expansão de suas atuais capacidades e operações”, afirmou Campos perante representantes da Embraer.

Aquisição estratégica

No dia 1º de julho, a Embraer adquiriu a participação de 50% da Safran na planta EZ AIR, localizada na cidade de Chihuahua. Com esta compra, a empresa tornou-se acionista majoritária e hoje é a única empresa no México que fabrica todos os componentes para cabines de aeronaves.

A delegação da Embraer incluiu Roberto De Deus Chaves (Vice-Presidente Executivo de Compras Globais), Bruna Wilbert (Diretora de Compras), João Pedro Taborda (Vice-Presidente de Assuntos Governamentais) e Andreza De Souza Alberto (Vice-Presidente de Gente, ESG e Comunicação Corporativa).

Impacto no emprego

Atualmente a Embraer gera cerca de 1.100 empregos diretos no estado. O número pode aumentar à medida que o seu plano de expansão avança. O governador destacou que Chihuahua oferece “segurança jurídica e um ambiente estável para investimentos de longo prazo”, aspecto relevante no contexto do T-MEC.

Campos esteve acompanhado do secretário de Inovação e Desenvolvimento Econômico, Ulises Fernández. Com esta gestão, Chihuahua reforça a sua liderança na indústria aeroespacial nacional e consolida-se como um destino confiável para investimentos internacionais.

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Eles garantem mais de 33 mil litros de hidrocarbonetos em Veracruz

Busca em Río Blanco deixa combustível apreendido sem prisões.

Seguros em Veracruz

Elementos da Agência de Investigação Criminal (AIC) da Procuradoria-Geral da República (FGR) apreenderam aproximadamente 33.250 litros de hidrocarbonetos no município de Río Blanco, Veracruz. A operação derivou de um mandado de busca emitido por um juiz por um possível crime previsto na Lei Federal de Prevenção e Punição de Crimes Cometidos em Matéria de Hidrocarbonetos.

Participaram da busca policiais estaduais e federais, além de integrantes das Secretarias da Marinha (Semar) e da Defesa Nacional (Sedena), que prestaram segurança perimetral. Além do combustível, foram apreendidos um imóvel, um semirreboque tipo tanque, um trator-reboque, um patinete e duas motocicletas. Tudo ficou à disposição do Ministério Público, que dá continuidade às investigações. Não houve prisões.

Condenação em Puebla

Num caso diferente, a FGR informou que Cristian “N” foi condenado a 10 anos de prisão e pagou multa de 730.400 pesos por posse ilícita de hidrocarbonetos. O homem foi preso enquanto dirigia um caminhão no município de Amozoc, durante rondas de fiscalização da Polícia Estadual. No veículo foram encontrados quatro contêineres com 3.880 litros de combustível, sem documentação que comprovasse sua origem.

Ambos os casos reflectem as acções da FGR contra o crime organizado e a regulação do sector dos hidrocarbonetos no país.

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