O caso de Luis Almanza
Karen Valeria Cano Vásquez, viúva do dentista Luis Almanza Dauzon, manifestou-se em frente ao Palácio do Governo de Veracruz. Ela exigiu que a Procuradoria-Geral do Estado avançasse na investigação da morte de seu marido.
O protesto ocorreu enquanto a governadora Rocío Nahle García oferecia uma conferência no interior. A faixa da viúva dizia: “7 meses se passaram e nenhuma justiça foi feita pela morte de meu marido Luis Almanza Dauzón”.
Um buraco sem sinalização
Em novembro do ano passado, Almanza viajava de moto pela rodovia Coatepec-Xalapa. Ele encontrou um buraco na camada de asfalto sem marcação. A obra foi executada por uma empresa contratada pelo Ministério das Infraestruturas e Obras Públicas.
A vítima ia comprar um presente de ano novo para o filho. A falta de sinalização causou desconforto entre os cidadãos.
Falta de ação fiscal
A viúva denunciou que o Ministério Público não lhe entregou o processo da investigação. Também não recebeu depoimentos nem foram realizados procedimentos ministeriais. O arquivo acumula atrasos.
O pessoal ministerial pediu licença, alegando falta de pessoal e períodos de férias. Sete meses após o acidente, não há responsáveis.
Karen Valeria Cano Vásquez mantém sua exigência: justiça e responsabilização pela omissão que custou a vida de seu marido.




