Uma sala de aula renovada aumenta a aprendizagem e a motivação em Escobedo

Uma comunidade se une para transformar uma sala de aula em Escobedo, inspirando os alunos com um espaço reformado.

¡Un cambio que inspira! La magia de transformar un espacio educativo

Imagina llegar a tu salón de clases y encontrarte con pupitres rotos, paredes descuidadas y ventanas que ya no funcionan. Así era la realidad de los estudiantes de la Primaria León Guzmán en Escobedo… ¡hasta ahora! Gracias a la unión de padres, alumnos y la organización Ámate Escobedo, este espacio se convirtió en un lugar lleno de luz, color y nuevas oportunidades.

El poder de la colaboración: pequeños gestos, grandes cambios

Durante tres fines de semana, voluntarios dieron lo mejor de sí mismos: pintaron, repararon y hasta instalaron 31 pupitres nuevos. Cada detalle, desde las ventanas hasta las lámparas, fue pensado para crear un ambiente que motive a los niños a aprender. “El estudio no da riqueza, pero sí una visión diferente de la vida”, destacó Jesús Sánchez, fundador de Ámate Escobedo. ¡Y qué razón tiene!

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Los estudiantes no ocultaron su emoción: “Estoy feliz de tener bancos nuevos y ventanas que sí abren”, compartió Pablo Alejandro. Y es que un entorno agradable no solo mejora el aprendizaje, ¡sino también la autoestima y las ganas de superarse!

Un proyecto que no se detiene: ¡el comienzo de algo más grande!

Esta renovación es solo el primer paso. La comunidad ya planea instalar ventiladores para el calor y mejorar los baños. ¿Lo mejor? La directora Alejandra Juárez confirmó lo que todos sospechábamos: “Un aula en buenas condiciones impacta totalmente en el aprendizaje”. ¡Y los resultados lo demuestran!

¿Quieres ser parte de esta ola de transformación? ¡Comparte esta historia para inspirar a más comunidades y sigue apoyando proyectos que cambian vidas! #EducaciónQueTransforma 🚀

¿Te gustaría sumarte? Conoce más sobre este proyecto contactando a Ámate Escobedo al 818-4608-899. ¡Juntos podemos hacer la diferencia!

Tribunal analisa se um juiz pode ordenar uma Comissão da Verdade em Ayotzinapa

O SCJN irá analisar se um juiz pode criar uma Comissão da Verdade no caso Ayotzinapa.

Decisão unânime da Sessão Plenária

O Supremo Tribunal de Justiça da Nação (SCJN) concordou por unanimidade, por oito votos, em atrair um recurso de revisão extraordinário. O objetivo: determinar se um juiz pode ordenar a criação de uma Comissão da Verdade como mecanismo excepcional de investigação dentro de um julgamento de amparo relacionado ao caso Ayotzinapa.

O Plenário avaliará se este poder judicial viola princípios como a divisão de poderes ou a relatividade das penas. Um ministro preparará o projeto de resolução que será discutido posteriormente.

Desculpa devido a conflito de interesses

A Ministra Sara Irene Herrerías Guerra escusou-se de participar da análise e resolução. Argumentou conflito de interesses por ter chefiado anteriormente a unidade da Procuradoria-Geral da República encarregada de investigar o caso Ayotzinapa.

Além disso, o Tribunal atraiu quatro recursos ligados à decisão de 2018 que rejeitou a chamada “verdade histórica” sobre o desaparecimento dos 43 normalistas. Essa decisão ordenou o restabelecimento da investigação através da criação de uma Comissão de Investigação e Verdade no caso Iguala.

Reações das organizações

O Centro de Direitos Humanos Miguel Agustín Pro Juárez questionou a decisão. Ele considera que isso reabre o debate sobre uma resolução fundamental para o esclarecimento do caso. A organização lembrou que, quase 12 anos após o desaparecimento dos estudantes, persistem questões pendentes, como o acesso a informações militares relevantes e o progresso nas extradições essenciais para a investigação.

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México registra o dia com menor número de homicídios em oito anos

25 mortes em um dia: o número mais baixo em oito anos no México.

Dia com menor privação de vida desde 2018

Segunda-feira, 6 de julho de 2026, tornou-se o dia com menor número de mortes por homicídio doloso no México durante o governo da presidente Claudia Sheinbaum e nos últimos oito anos. A Secretaria Executiva do Sistema Nacional de Segurança Pública (SESNSP) contabilizou apenas 25 vítimas.

Quatorze estados não relataram nenhum homicídio doloso naquele dia. O número supera o mínimo registrado na gestão anterior, que era de 39 vítimas em 20 de janeiro de 2022.

Onde ocorreram os homicídios?

52% dos casos concentraram-se em seis entidades: Michoacán (3), Sinaloa, Puebla, Tabasco, Chiapas e Morelos (2 cada). O restante foi distribuído em outras regiões.

O relatório mostra outros dias com índices baixos em 2026: 28 vítimas nos dias 7 de junho e 3 de julho; 29 em 15 de maio; 31 em várias datas em fevereiro, abril e maio. Também nos dias 21 de março de 2026 e 26 de setembro de 2025 foram notificados 32 óbitos, números hoje ultrapassados.

Especialistas em segurança alertam que um único dia não reflete uma tendência permanente. A avaliação deve basear-se em médias mensais e anuais para medir as mudanças estruturais na violência.

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Senador propõe eliminar obrigatoriedade de registro de celular no CURP

Visa revogar a obrigação de registrar linhas celulares no CURP.

Iniciativa para proteger dados pessoais

A senadora do Movimento Ciudadano, Alejandra Barrales, anunciou que promoverá uma iniciativa para eliminar a obrigatoriedade de cadastramento de linhas telefônicas móveis com dados pessoais como o Código Único de Registro Populacional (CURP). Considera que esta medida viola direitos fundamentais dos utilizadores.

A proposta será apresentada à Comissão Permanente do Congresso da União. Propõe a revogação de disposições da Lei de Telecomunicações e Radiodifusão que estabelecem a obrigatoriedade do registo de linhas celulares como requisito para activação ou manutenção do serviço.

Barrales explicou que pretende eliminar os artigos 103, 164, inciso III e o trigésimo artigo transitório da referida legislação. O objetivo é anular o esquema que obriga os usuários a fornecer informações pessoais para manter suas linhas.

Destruição dos dados coletados

A iniciativa também contempla a destruição definitiva dos dados coletados por meio desse mecanismo. A ideia é evitar que as informações sejam reutilizadas, transferidas ou utilizadas para diversos fins por autoridades ou indivíduos.

O senador sustenta que o acesso às tecnologias de informação e aos serviços de telecomunicações é um direito reconhecido na Constituição. Portanto, qualquer medida que condicione a sua utilização deve ser analisada sob critérios de proteção da privacidade e dos direitos dos cidadãos.

Se implementada, esta iniciativa representaria um progresso na protecção dos dados pessoais e na defesa dos direitos dos utilizadores nas telecomunicações.

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