Seu celular te escuta mais do que você pensa, então você pode evitá-lo

Descubra como seu celular se torna um espião involuntário e aprenda a silenciá-lo com uma configuração simples.

El gran hermano digital que llevas en el bolsillo

Ah, los smartphones, esos dispositivos maravillosos que nos facilitan la vida mientras recolectan nuestros datos como si fueran caramelos en Halloween. Mensajes, llamadas, asistentes virtuales… ¡qué comodidad! Claro, hasta que te das cuenta de que tu conversación sobre comprar calcetines de alpaca se convierte en una avalancha de publicidad justo cuando abres Instagram. Casualidad, ¿verdad? (Spoiler: no lo es).

Google Assistant: tu mayordomo entrometido

El asistente de Google, ese fiel sirviente digital que desde 2016 nos ayuda a encontrar el tráfico, poner alarmas o reproducir música… mientras graba tu voz como si fuera un detective privado. “Es para mejorar tu experiencia”, dicen. Sí, claro, y el Big Brother de Orwell solo quería hacer videollamadas. Si te incomoda que tu teléfono juegue a ser espía, aquí te decimos cómo ponerle fin a este reality show no autorizado:

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  1. Abre ajustes y busca el apartado de Google (sí, ese gigante que sabe más de ti que tu terapeuta).
  2. Selecciona “Todos los servicios” (porque, ¿quién necesita recomendaciones de un algoritmo?).
  3. Dirígete a “Búsqueda, Asistente y Voz” (el trío de asesinos de la privacidad).
  4. Desactiva “Hey Google” y respira aliviado… hasta que descubras la próxima función invasiva.

¿Por qué debería importarte? (Además de lo obvio)

Según ESET, los ciberdelincuentes han robado este año suficientes contraseñas como para darle a cada habitante de la Tierra dos y media. Con esos datos, no solo venden tu información en la dark web, sino que pueden imitar tu voz para estafas, suplantar identidades o incluso vaciar tu cuenta de criptomonedas. ¿Aún piensas que exageramos? Pregúntale a ese amigo que recibió un mensaje de voz “suyo” pidiendo dinero…

Pero tranquilo, no todo está perdido. Kaspersky recomienda medidas como la autenticación multifactor (porque una contraseña ya no basta), revisar enlaces sospechosos (sí, ese de “Gana un iPhone gratis” es trampa) y usar antivirus. Ah, y contraseñas complejas: si usas “123456”, mereces lo que te pase.

¿Listo para tomar el control? Comparte este artículo con ese amigo que aún cree que su celular “no hace nada raro”. Y si quieres más tips para sobrevivir en la era digital, explora nuestros otros artículos. (No, no estamos grabando esto… o sí).

Internet via satélite, a aposta para acabar com a exclusão digital no México

A geografia mexicana limita a implantação de fibra, mas os satélites de órbita baixa estão a emergir como uma alternativa.

Internet via satélite como solução para a exclusão digital no México

Montanhas, selvas e desertos fazem do México um dos países com orografia mais complexa da América Latina. Levar fibra ótica a comunidades isoladas implica um investimento difícil de recuperar com poucos utilizadores. Como resultado, um em cada cinco agregados familiares ainda não tem acesso à Internet ou recebe serviços de má qualidade.

Diante desse cenário, a internet via satélite de órbita baixa (LEO) surge como uma alternativa estratégica. “A implantação de infraestrutura física no México é cara devido à geografia. Em muitos casos, a internet via satélite representa a opção mais viável para conectar áreas onde a fibra não alcançará no curto prazo”, explica Ernesto Piedras, diretor do CIU. Empresas como a Starlink, com mais de 10,3 mil satélites ativos, já operam no país. Desde maio de 2021, obteve concessão e fechou 2024 com 160.631 assinaturas, tornando o México seu segundo mercado latino-americano, atrás apenas do Brasil. A Starlink assinou contratos com a CFE Telecomunicaciones de até 1.556 milhões de pesos para conectar comunidades remotas.

No entanto, o custo continua a ser uma barreira. Enquanto um plano de fibra óptica custa em média 544 pesos por mês, a internet via satélite custa a partir de 899 pesos, mais equipamentos e instalação. “Comercialmente ainda não é tão viável porque ainda é mais caro e exige a compra de uma antena cujo preço continua elevado”, afirma Fernando Esquivel, do The CIU. O serviço faz sentido económico quando é partilhado entre comunidades ou empresas e com o apoio de políticas públicas.

Os especialistas concordam que esta tecnologia não substituirá a fibra óptica, mas sim complementá-la. “Os serviços terrestres são mais rápidos e têm menor latência. A comunicação via satélite atinge áreas que a internet fixa não alcançaria”, afirma Hugo Simg, da MediaTek. A implantação também requer regulamentação e coordenação entre governos e empresas. A corrida para ligar o México já não é travada apenas no subsolo, mas a partir do espaço, onde uma nova geração de satélites promete reduzir a exclusão digital que mantém milhões de pessoas fora do mundo digital.

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Bancos se preparam para controles faciais biométricos em outubro

Os bancos afirmam estar prontos para a biometria facial nas agências desde outubro.

As principais instituições bancárias do país afirmam estar preparadas para a nova regulamentação sobre controlos biométricos faciais na abertura de contas, que entrará em vigor no próximo mês de Outubro.

O que os bancos declararam?

Marcos Ramírez, diretor geral do Grupo Financiero Banorte, destacou que a instituição tem avançado no reforço da identificação e segurança de seus usuários. “Estamos dentro do prazo e da forma com tudo o que está estabelecido na lei e um pouco à frente, com os limites prudenciais da lei”, indicou.

Estas medidas reforçarão o controlo sobre a identificação do cliente. Desde 2018, por regulamentação, a biometria de impressão digital já é exigida para abertura de contas.

Detalhes da implementação

No dia 1 de julho, a Comissão Nacional Bancária e de Valores Mobiliários (CNBV) incorporou a biometria facial no regulamento da banca múltipla na identificação e autenticação de clientes. As instituições que optarem por este mecanismo deverão cumprir requisitos técnicos, operacionais e de segurança.

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IA detecta câncer de mama com 90% de precisão

Um modelo autônomo analisa termografias e classifica tecidos sem intervenção humana.

Um modelo de inteligência artificial desenvolvido por Raúl Castro Ortega, pesquisador da Universidade Politécnica de Tulancingo, consegue identificar o câncer de mama com uma precisão de 90%. Os resultados foram apresentados durante o Congresso Internacional SPIE Photonics Europe 2026, em Estrasburgo, França.

Como funciona o sistema

O sistema utiliza redes neurais convolucionais com mecanismos de atenção para analisar termografias mamárias. Diferentemente dos métodos tradicionais, o modelo aprende de forma autônoma os padrões dos tecidos saudáveis ​​e doentes, sem que um especialista defina previamente as características das imagens. Isso reduz o tempo de processamento e melhora a consistência dos resultados.

O estudo, intitulado “Análise de termografia mamária usando redes neurais convolucionais com mecanismos de atenção”, usa um algoritmo baseado na equação de difusão de calor. Esta abordagem concentra a análise nas regiões de interesse do termograma e classifica tecidos com altos níveis de sensibilidade e especificidade.

Impacto na detecção precoce

A precisão alcançada representa um avanço significativo para a detecção precoce do cancro da mama, o que pode melhorar as taxas de sobrevivência e facilitar o tratamento atempado. A pesquisadora destacou que o sistema não substitui o especialista, mas funciona como ferramenta de apoio para diagnósticos mais rápidos e consistentes.

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