Trump denuncia vulnerabilidades eleitorais e ordena desclassificação
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ofereceu uma mensagem no horário nobre da Casa Branca. Ele alertou que a segurança do sistema eleitoral “fica catastroficamente aquém”.
Ele anunciou a desclassificação de milhares de documentos de inteligência. Segundo Trump, estes ficheiros mostrariam que a China teve acesso aos cadernos eleitorais de dezenas de milhões de eleitores em 18 estados desde 2020. O objetivo, disse ele, era prejudicar a sua campanha. Ele também acusou membros do “estado profundo” da administração de Joe Biden de encobrir essa suposta interferência.
Num outro momento, Trump destacou que uma investigação do Departamento de Segurança Interna (DHS) detectou quase 278 mil não-cidadãos registados ilegalmente nos cadernos eleitorais estaduais. Ordenou ao DHS que notificasse os estados para excluir esses registros imediatamente. Além disso, ele instou o Senado a aprovar a Lei SAVE, que visa garantir que apenas os cidadãos americanos possam votar.
O presidente também apresentou relatórios da CIA sobre alegados planos do regime de Nicolás Maduro para manipular as eleições parlamentares. Ele descreveu os sistemas de votação electrónica como “piores do que qualquer país do terceiro mundo” devido à sua exposição a manipulações externas. Ele confirmou que pediu ao FBI que investigasse e processasse os responsáveis.
As redes de TV se recusam a transmitir o discurso
As principais redes de televisão aberta – ABC, NBC e CNN – decidiram não transmitir o discurso ao vivo. Eles o relegaram para suas plataformas de streaming. Trump reagiu com fúria: acusou os meios de comunicação de participarem numa conspiração e exigiu a revogação das suas licenças de transmissão.




