O mexicano Tiktoker descobre que em Berlim o preto não é apenas uma cor

Um influenciador mexicano descobre que o código de vestimenta em Berlim é mais rígido do que um exame de matemática.

O dia em que a cor foi declarada inimiga pública na Alemanha

Parece que o tiktoker mexicano Fer Carnal não recebeu o memorando: em Berlim, se você não estiver vestido como se estivesse no funeral de sua própria personalidade, você não entra. O criador de conteúdo, conhecido por seu estilo vibrante, aprendeu da maneira mais difícil que na capital alemã a vida noturna é tão exclusiva que até as cores precisam passar por um casting.

Quando a moda se torna crime

Fer e seus amigos, ingênuos como turistas em um museu sem saída, chegaram a um clube de techno esperando diversão, mas a única coisa que encontraram foi um julgamento de estilo digno de Project Runway em sua versão mais gótica. “Todo mundo usava preto com sobretudo, usava preto até nos sapatos”, disse o influenciador, como se descrevesse uma reunião de espiões em vez de uma festa. Enquanto isso, ele e seu grupo pareciam um arco-íris no meio de uma tempestade: mochila amarela, jaqueta colorida e, o crime máximo, tênis branco! Oh sério? Em Berlim? Que ousadia!

RelacionadoO Met Gala celebra o estilo preto pela primeira vez com designs marcantes

O cadeiaman, claramente um especialista em cromatografia social, examinou-os com o olhar e fez-lhes a pergunta de um milhão de dólares: “De onde vocês são?” Ao ouvir “México”, sua expressão era a de quem acabara de encontrar uma falha na matriz. Depois, como se estivessem se candidatando a um doutorado em techno, ele perguntou se sabiam o nome do partido. Spoiler: eles não sabiam. “Hoje não, hoje não é para vocês”, ele retrucou, no que poderia ser a maneira mais elegante de dizer “saiam, felicidades”.

Perseverança ou teimosia, você decide

Mas esses caras não desistiram. Como bons heróis da comédia, tentaram outra boate, onde a história se repetia com a precisão de um loop de DJ. No final, Fer confessou: “Talvez eu não seja legal o suficiente para esse tipo de festa”. Que revelação! Embora, honestamente, se “legal” significa vestir-se como um personagem coadjuvante de Matrix, talvez

Cecilia Tijerina ataca Pedro Sola por dizeres sobre cães

Atriz responde a Sola após comentários polêmicos sobre cachorros.

Cecilia Tijerina, conhecida por sua participação em La rosa de Guadalupe, respondeu duramente aos recentes comentários de Pedro Sola sobre cães. O motorista do Ventaneando indicou que não gostava de vê-los em locais públicos e sugeriu machucá-los.

A atriz lembrou no Facebook que Sola a descreveu como “meio louca” anos atrás, após uma entrevista. Agora, Tijerina se virou: “Prefiro ser ‘meio louca’ do que ser como você”.

“Não é normal ter tanto ódio por seres inocentes que só nos dão amor e querem machucá-los. E você concorda com ele e até te faz rir que ele esteja incitando as pessoas a cometerem um crime”, escreveu ele, em aparente referência a Pati Chapoy, que riu durante o comentário.

Reações nas redes

A publicação acumula quase 4 mil reações e dezenas de comentários. Usuários como Julianna Maldonado achavam que “os cachorros são melhores que eles”. Outra internauta, Patricia McClen, destacou que Sola “se desculpou e se retratou, mas acho que ele fez isso para que não o expulsassem”.

Até agora, nem Sola nem Chapoy emitiram uma resposta pública às declarações de Tijerina. A polêmica reacende o debate sobre o tratamento dispensado aos animais e a responsabilidade das figuras públicas em suas declarações.

Continuar lendo

Galileia Montijo: o dia em que o filho lhe pediu para ir com o pai

A motorista revela a dor quando o filho pediu para morar com o pai.

A dor da ausência

Galilea Montijo recorda com tristeza o momento em que o filho Mateo, então com 11 anos, lhe pediu para viver com o pai. O motorista descreve isso como uma sensação de estar “falecido em vida”.

Ela e Fernando Reina se divorciaram em março de 2023, após onze anos de casamento. Desde então, mantêm uma relação cordial em prol do bem-estar do filho, hoje com 12 anos e a caminho de se tornar jogador de futebol profissional.

Mateo mora em Acapulco com o pai; Galileia, na Cidade do México. Embora se vejam com frequência, a ausência deles a afeta profundamente.

Confissões em “Redes Divinas”

No programa em que faz parte, Montijo confessou que não ouvir em casa faz com que se sinta “como um zombie”. Lembrou-se que quando Mateo o abordou, aos 12 anos, disse-lhe que queria ir com o pai. Ela implorou que ele não o fizesse, mas no final ele respeitou a decisão dela.

“As crianças são como ligas: você as larga um pouco e sente que elas se foram, mas a liga sempre volta”, refletiu.

A apresentadora também revelou que se sentiu julgada pela decisão do filho. No entanto, a terapeuta explicou que Mateo procurava acompanhar o pai, que mora sozinho com um dos filhos. “Sinto que Mateo se sentiu responsável por cuidar do pai”, disse ela.

“Para mim, o ninho vazio é terrível. Começou às 11”, acrescentou ela em meio às lágrimas. Ele disse que quando seu filho foi embora, sentiu como se estivesse perdendo a vida. “Eu estava andando como um zumbi”, confessou.

Galilea garante que, apesar da distância, o vínculo entre eles continua forte. “Ele sabe que tem a mãe 24 horas por dia, 7 dias por semana”, concluiu.

Continuar lendo

Moana e Evil Dead, duas faces do verão nos cinemas

A Disney revive um clássico animado enquanto o terror retorna com uma entrega mais intensa.

Duas estreias para públicos opostos

A temporada de verão nos cinemas recebe duas propostas radicalmente diferentes: o retorno de Moana em versão live-action e o novo capítulo da saga Evil Dead. A primeira destina-se ao público familiar; a segunda, aos seguidores do terror mais extremo.

A nova jornada de Moana

Dez anos após sua estreia animada, a Disney revive Moana com um orçamento de 200 milhões de dólares. É dirigido por Thomas Kail e estrelado por Catherine Laga’aia, acompanhada por Dwayne Johnson como Maui, agora em forma física. O filme inclui uma música inédita de Lin-Manuel Miranda intitulada Ao longo do caminho. Johnson observou que o projeto homenageia a cultura do Pacífico e a memória de seu avô.

Evil Dead on Fire: terror desenfreado

No outro extremo, Evil Dead on Fire vem dirigido pelo francês Sébastien Vanicek e com Souheila Yacoub como protagonista. A história segue uma viúva que se refugia com os sogros em uma casa isolada, onde o caos demoníaco se instala. As primeiras críticas descrevem o filme como o filme mais intenso da franquia, com altas doses de violência explícita. Sam Raimi, criador original, participa como produtor.

Ambas as estreias procuram captar públicos muito diferentes, mas partilham o objetivo de marcar o verão no grande ecrã.

Continuar lendo