Tanques israelenses avançam no Líbano após ameaças do Hezbollah

Israel avança no sul do Líbano com tanques, violando a trégua e provocando deslocamentos massivos de civis.

La frontera norte se calienta

Los tanques israelíes rodaron este martes más adentro del sur de Líbano. Es una incursión terrestre que las autoridades en Tel Aviv justifican como una operación para “prevenir ataques”. Pero aquí está el detalle: esto rompe directamente el acuerdo de alto el fuego que había estado, más o menos, conteniendo la situación.

¿El detonante? Hezbolá. La milicia libanesa, respaldada por Irán, reactivó sus operaciones el lunes con disparos contra territorio israelí. Lo llamaron venganza por la muerte de líderes aliados. Y sus palabras fueron claras: “La era de la paciencia ha terminado”. Un dirigente advirtió que están listos para una guerra abierta si Israel la busca.

“La era de la paciencia ha terminado”, declaró uno de sus dirigentes.

Desde el lado israelí, el ministro de Defensa, Israel Katz, habla de crear una “zona de amortiguamiento”. Suena a medida defensiva, ¿verdad? Pero en el terreno la realidad es otra. El avance militar ya ha provocado desplazamientos masivos. Miles de familias en el sur libanés han tenido que huir de sus hogares con lo puesto, temiendo quedar atrapadas en nuevos combates.

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Denuncias y una crisis que se profundiza

Las autoridades libanesas y los cascos azules no se han quedado callados. Denuncian violaciones claras de la tregua, señalando que tropas israelíes entraron en varios municipios antes de retirarse. El presidente Joseph Aoun ya está en modo diplomático total, haciendo llamadas a aliados internacionales para intentar frenar esto.

Pero mientras los políticos hablan, la situación humanitaria empeora por minutos. Esta nueva escalada solo agrava una crisis que ya llevaba meses cocinándose a fuego lento. Cientos de muertos, comunidades destrozadas y un miedo palpable que recorre la frontera.

El patrón es viejo y cansado: Israel insiste en su seguridad, Hezbolá mantiene su discurso de resistencia férrea. Dos narrativas que chocan y complican cualquier salida negociada. La fragilidad del equilibrio en Oriente Próximo queda otra vez al descubierto, con civiles atrapados en medio.

Irã demite aiatolá Khamenei em meio a incerteza política

O Irã inicia os funerais do aiatolá Khamenei, que liderou o país por mais de três décadas.

O Irão iniciou este sábado as cerimónias fúnebres do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica durante mais de três décadas. Sua morte ocorreu após o início da guerra entre o Irã, os Estados Unidos e Israel. Os acontecimentos durarão vários dias num ambiente de incerteza sobre o futuro político do país.

O legado de Khamenei

Khamenei assumiu a liderança em 1989, após a morte do aiatolá Ruhollah Khomeini. Durante o seu mandato, consolidou o poder da Guarda Revolucionária, reforçou a influência regional do Irão e apoiou grupos aliados como o Hezbollah, o Hamas e os rebeldes Houthi do Iémen. O seu governo também promoveu o desenvolvimento do programa nuclear do Irão, desafiando as sanções internacionais durante anos.

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O tufão Bavi ameaça Guam e as Ilhas Marianas; poderia ser um supertufão

A ameaça surge após a passagem devastadora de Sinlaku; as autoridades pedem para se preparar.

Tufão Bavi avança fortemente em direção a Guam e às Ilhas Marianas

As autoridades de Guam e da Comunidade das Ilhas Marianas do Norte estão em alerta para a possível chegada do tufão Bavi. O sistema pode se tornar um supertufão no início da próxima semana, segundo relatórios do Serviço Meteorológico Nacional.

Este fenómeno ocorre poucos meses após a passagem devastadora do supertufão Sinlaku, que deixou graves danos na região e deixou milhares de desalojados.

Preparativos e antecedentes

Na sexta-feira, Bavi estava localizado a cerca de 1.223 quilómetros a leste de Guam, com ventos sustentados de 129 quilómetros por hora. As previsões indicam que poderá intensificar-se rapidamente, ultrapassando os 241 quilómetros por hora antes de se aproximar das Ilhas Marianas.

Diante do risco, os moradores passaram a reforçar suas casas com tábuas, estocar combustível e armazenar alimentos e água. Em Saipan, muitas famílias ainda não recuperaram totalmente de Sinlaku: algumas permanecem sem energia e outras permanecem em abrigos temporários depois de perderem as suas casas.

Os meteorologistas alertam que o Bavi pode modificar a sua trajetória, mas recomendam a manutenção de todas as medidas de prevenção. Guam, onde estão localizadas importantes bases militares dos EUA, também permanece sob vigilância.

Especialistas apontam que a atual temporada de ciclones no Pacífico poderá ser mais ativa devido à influência do fenômeno El Niño e ao aumento das temperaturas globais. Enquanto a monitorização prossegue, as autoridades apelam à população para que se mantenha informada e preparada para quaisquer alterações na trajetória ou intensidade do tufão.

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Ataques ucranianos agravam crise energética na Rússia

Ucrânia atinge refinarias russas; Putin rejeita a trégua e continua a ofensiva.

A guerra entre a Rússia e a Ucrânia intensifica-se com uma nova onda de ataques cruzados. Moscovo enfrenta uma crescente escassez de combustível após os bombardeamentos ucranianos contra as suas refinarias, enquanto na Ucrânia dezenas de pessoas são alegadamente afectadas pelos bombardeamentos russos.

Impacto na energia russa

Desde março, a Ucrânia atacou mais de 50 instalações petrolíferas e energéticas em território russo e na península da Crimeia. Estes ataques afectaram cerca de um terço da capacidade de refinação do país, segundo estimativas de analistas.

O presidente russo, Vladimir Putin, mantém a sua posição de continuação da ofensiva militar e rejeita qualquer proposta de cessar-fogo. A falta de combustível começa a ser sentida em várias regiões, enquanto as forças ucranianas redobram os seus golpes nas infra-estruturas energéticas inimigas.

O conflito não mostra sinais de desaceleração. Ambos os lados estão a preparar-se para mais confrontos nos próximos dias, sendo o fornecimento de energia um objectivo estratégico fundamental.

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