Sinaloa lança Aquatón 2025 para combater a seca com doações de água

Sinaloa se une contra a seca com uma iniciativa que transforma litros em esperança para famílias vulneráveis.

O Aquatón 2025: Porque em Sinaloa a sede não discrimina

Pelo quarto ano consecutivo, o governo de Sinaloa e o dif estadual estão se unindo (ou melhor, suas garrafas) com o Aquatón 2025. A missão? Coletar água engarrafada como se fosse o mais recente NFT do mercado, mas com um propósito muito mais nobre: ​​ajudar as mais de 200 comunidades que atualmente enfrentam a seca. Sim, aquele fenômeno climático que nos faz sentir falta até das poças.

Dr. Eneyda Rocha Ruiz, presidente do DIF Sinaloa, deixou claro em sua conferência “La Semanera” (que, aliás, parece um podcast milenar): “Uma gota d’água, uma gota de vida”. Frase que, convenhamos, é mais profunda que 90% dos tweets virais. Enquanto o governo traz canos para uso doméstico, o DIF aposta na água potável, porque, sejamos sinceros, ninguém merece escolher entre tomar banho ou hidratar-se.

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Como aderir a esta onda de solidariedade (literal)?

Esta quarta-feira, 14 de maio, das 6h00 às 17h00, a Esplanada do Palácio do Governo tornar-se-á o epicentro da generosidade. Traga os seus “litros de ajuda” (também conhecida como água engarrafada) ou, se é daqueles que prefere evitar filas como se fossem spoilers da Netflix, também pode doar nos centros municipais do DIF. Você faz parte de uma equipe de banco digital? Transferência para a conta BBVA 012730001109758264 com o conceito AQUATON 2025. É tão fácil quanto pedir um UberEats, mas com carma positivo incluído.

Na quinta-feira, 15 de maio, as doações chegarão aos 20 municípios afetados. E atenção, o governador Rubén Rocha Moya já entrou no trem solidário prometendo superar a meta de litros doados. Porque em Sinaloa, quando se trata de ajudar, não são as quedas que se medem, mas os esforços.

Pronto para fazer parte desse movimento? Compartilhe essa iniciativa em suas redes e continue explorando como pequenas ações geram grandes mudanças. #Aquatón2025 #ÁguaParaTodos

Tribunal analisa se um juiz pode ordenar uma Comissão da Verdade em Ayotzinapa

O SCJN irá analisar se um juiz pode criar uma Comissão da Verdade no caso Ayotzinapa.

Decisão unânime da Sessão Plenária

O Supremo Tribunal de Justiça da Nação (SCJN) concordou por unanimidade, por oito votos, em atrair um recurso de revisão extraordinário. O objetivo: determinar se um juiz pode ordenar a criação de uma Comissão da Verdade como mecanismo excepcional de investigação dentro de um julgamento de amparo relacionado ao caso Ayotzinapa.

O Plenário avaliará se este poder judicial viola princípios como a divisão de poderes ou a relatividade das penas. Um ministro preparará o projeto de resolução que será discutido posteriormente.

Desculpa devido a conflito de interesses

A Ministra Sara Irene Herrerías Guerra escusou-se de participar da análise e resolução. Argumentou conflito de interesses por ter chefiado anteriormente a unidade da Procuradoria-Geral da República encarregada de investigar o caso Ayotzinapa.

Além disso, o Tribunal atraiu quatro recursos ligados à decisão de 2018 que rejeitou a chamada “verdade histórica” sobre o desaparecimento dos 43 normalistas. Essa decisão ordenou o restabelecimento da investigação através da criação de uma Comissão de Investigação e Verdade no caso Iguala.

Reações das organizações

O Centro de Direitos Humanos Miguel Agustín Pro Juárez questionou a decisão. Ele considera que isso reabre o debate sobre uma resolução fundamental para o esclarecimento do caso. A organização lembrou que, quase 12 anos após o desaparecimento dos estudantes, persistem questões pendentes, como o acesso a informações militares relevantes e o progresso nas extradições essenciais para a investigação.

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México registra o dia com menor número de homicídios em oito anos

25 mortes em um dia: o número mais baixo em oito anos no México.

Dia com menor privação de vida desde 2018

Segunda-feira, 6 de julho de 2026, tornou-se o dia com menor número de mortes por homicídio doloso no México durante o governo da presidente Claudia Sheinbaum e nos últimos oito anos. A Secretaria Executiva do Sistema Nacional de Segurança Pública (SESNSP) contabilizou apenas 25 vítimas.

Quatorze estados não relataram nenhum homicídio doloso naquele dia. O número supera o mínimo registrado na gestão anterior, que era de 39 vítimas em 20 de janeiro de 2022.

Onde ocorreram os homicídios?

52% dos casos concentraram-se em seis entidades: Michoacán (3), Sinaloa, Puebla, Tabasco, Chiapas e Morelos (2 cada). O restante foi distribuído em outras regiões.

O relatório mostra outros dias com índices baixos em 2026: 28 vítimas nos dias 7 de junho e 3 de julho; 29 em 15 de maio; 31 em várias datas em fevereiro, abril e maio. Também nos dias 21 de março de 2026 e 26 de setembro de 2025 foram notificados 32 óbitos, números hoje ultrapassados.

Especialistas em segurança alertam que um único dia não reflete uma tendência permanente. A avaliação deve basear-se em médias mensais e anuais para medir as mudanças estruturais na violência.

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Senador propõe eliminar obrigatoriedade de registro de celular no CURP

Visa revogar a obrigação de registrar linhas celulares no CURP.

Iniciativa para proteger dados pessoais

A senadora do Movimento Ciudadano, Alejandra Barrales, anunciou que promoverá uma iniciativa para eliminar a obrigatoriedade de cadastramento de linhas telefônicas móveis com dados pessoais como o Código Único de Registro Populacional (CURP). Considera que esta medida viola direitos fundamentais dos utilizadores.

A proposta será apresentada à Comissão Permanente do Congresso da União. Propõe a revogação de disposições da Lei de Telecomunicações e Radiodifusão que estabelecem a obrigatoriedade do registo de linhas celulares como requisito para activação ou manutenção do serviço.

Barrales explicou que pretende eliminar os artigos 103, 164, inciso III e o trigésimo artigo transitório da referida legislação. O objetivo é anular o esquema que obriga os usuários a fornecer informações pessoais para manter suas linhas.

Destruição dos dados coletados

A iniciativa também contempla a destruição definitiva dos dados coletados por meio desse mecanismo. A ideia é evitar que as informações sejam reutilizadas, transferidas ou utilizadas para diversos fins por autoridades ou indivíduos.

O senador sustenta que o acesso às tecnologias de informação e aos serviços de telecomunicações é um direito reconhecido na Constituição. Portanto, qualquer medida que condicione a sua utilização deve ser analisada sob critérios de proteção da privacidade e dos direitos dos cidadãos.

Se implementada, esta iniciativa representaria um progresso na protecção dos dados pessoais e na defesa dos direitos dos utilizadores nas telecomunicações.

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