A presidente Claudia Sheinbaum falou sobre a morte de Dafne Quintos, ocorrida na semana passada na Academia Doenitz, em Ciudad Madero, Tamaulipas. Ele exigiu que fosse feita justiça e lembrou que o campus não depende do Sedena, mas do governo do estado.
“A justiça tem que ser feita, obviamente, neste caso”, disse ele durante a manhã.
Sheinbaum explicou que são centros de educação estaduais com treinamento militar e disciplina rígida. Cabe ao governo de Tamaulipas investigar e à Procuradoria Geral do Estado esclarecer os fatos.
Reação da mãe
Alejandra Quintos, mãe da adolescente, lamentou que o presidente tenha delegado o caso às autoridades locais. Ele pediu apoio “de mulher para mulher” para solucionar o crime.
“É um feminicídio. É uma vida humana, não é um animal. Ela morreu torturada, com os pulmões cheios de água até a traqueia. Morreu por asfixia por submersão”, declarou.
Ela questionou a falta de ação federal: “Não vão capturá-los?
Investigação em andamento
O promotor de Tamaulipas, Jesús Eduardo Govea Orozco, informou que as investigações foram estendidas a todos os funcionários da academia, incluindo seu diretor e proprietário. O campus foi fechado para facilitar o processo.
Confirmou que estudos forenses estabeleceram que a causa da morte foi asfixia por submersão. A pasta permanece aberta sob duas figuras: feminicídio e homicídio doloso.
O caso segue sob o protocolo de feminicídio, enquanto a família exige justiça e que os responsáveis sejam capturados.




