A Academia exclui Karla Sofía Gascón apesar de sua indicação ao Oscar

A Academia ignora a atriz trans indicada ao Oscar, enquanto seus colegas de elenco recebem o convite.

La Academia, ese selecto club donde las reglas son tan flexibles como un guión de Hollywood

Parece que la Academia de Artes y Ciencias Cinematográficas (AMPAS, por si alguien olvidó el acrónimo más pretencioso del cine) ha decidido que Karla Sofía Gascón no es lo suficientemente glamorosa para su exclusivo club. A pesar de hacer historia como la primera mujer trans nominada al Óscar a Mejor Actriz por Emilia Pérez, la actriz fue convenientemente omitida en la lista de nuevos miembros invitados este año. ¿Casualidad? Claro que no, esto es Hollywood, donde la inclusión es tan selectiva como el catering de los after-parties.

¿Nominada al Óscar pero no a la Academia? ¡Qué plot twist!

Resulta que, aunque la nominación al Óscar suele venir con una invitación automática a la AMPAS (como si fuera un combo de palomitas en el cine), alguien en la sala de juntas debió pensar: “¿Y si mejor no?”. Mientras sus coprotagonistas Adriana Paz y Zoe Saldaña (quien, por cierto, ya tiene su estatuilla dorada) fueron recibidas con alfombra roja, Gascón se quedó esperando una llamada que nunca llegó. ¿Razón oficial? Ninguna. Pero, oh sorpresa, justo después de su nominación, resurgieron unos tuits antiguos con comentarios que harían sonrojar hasta al villano más políticamente incorrecto de una película de Marvel.

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Entre perlas como críticas a la “corrección política” y opiniones antivacunas, la Academia —que ahora se pinta como el bastión de la diversidad— decidió que el pasado de Gascón no encajaba en su nueva imagen. Eso sí, otros nominados con polémicas similares (cough, Mel Gibson, cough) siguen siendo miembros activos. ¿Doble moral? Nah, solo business as usual.

La diversidad, pero solo cuando conviene

La AMPAS, en su infinito afán por demostrar que son inclusivos, anunció este año un récord de 534 nuevos miembros, con un 45% de comunidades subrepresentadas. Pero, curiosamente, una mujer trans nominada al máximo premio no calificó. ¿Será que la diversidad tiene un asterisco que nadie leyó? Mientras tanto, figuras como Lady Gaga y Ariana Grande (sí, la de Don’t Look Up) recibieron su pase VIP sin problemas. Porque, al final, lo que importa no es el talento, sino cuántos seguidores tienes en Instagram.

Y así, mientras la Academia se llena la boca hablando de “enriquecer la misión cinematográfica”, su decisión de excluir a Gascón solo confirma lo que todos sospechamos: aquí las reglas se escriben con lápiz, y el borrador lo tiene quien paga más por el guión.

¿Te sorprende? Comparte esta joya de ironía hollywoodense y descubre más historias donde la realidad supera a la ficción.

ChiquitiBum: 40 anos da batuta que marcou o México

A famosa canção mexicana ressurge com uma versão moderna que conecta gerações.

40 anos depois da Copa do Mundo de 1986, no México, uma música continua ressoando na memória dos torcedores: o ChiquitiBum.

Nasceu naquela Copa do Mundo e se tornou uma das torcedoras mais reconhecidas do país. Seu ritmo contagiante e sua facilidade de cantar o levaram além do futebol: hoje faz parte de reuniões familiares, festas e comemorações.

Com o tempo, o ChiquitiBum deixou de ser apenas um grito de estádio. Tornou-se um emblema da cultura popular mexicana. Várias gerações o adotaram como forma de comemorar.

Um retorno com novos ares

Quatro décadas depois de seu surgimento, a porra retorna com uma nova interpretação musical. Mantém sua essência, mas incorpora elementos contemporâneos para aproximá-lo do público mais jovem.

A comemoração também traz peças inspiradas na estética de 1986. É uma homenagem a um dos elementos mais lembrados da Copa do Mundo realizada no México.

Independentemente da sua origem, o ChiquitiBum continua a ser uma expressão que reflete o clima festivo daquela Copa do Mundo. E 40 anos depois, continua vivo na memória coletiva dos mexicanos.

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Taylor Swift e Travis Kelce se casam em Nova York

Adam Sandler oficializou a cerimônia no Madison Square Garden com mais de mil convidados.

Um casamento que paralisou Nova York

A cantora Taylor Swift e o jogador da NFL Travis Kelce se casaram em Nova York no fim de semana de 4 de julho. A cerimônia aconteceu no Madison Square Garden, transformado em um jardim gigante para mais de mil convidados.

Adam Sandler oficializou o evento. Swift teve seu irmão Austin como homem de honra, enquanto Kelce escolheu seu irmão Jason como padrinho. O vestido da noiva foi de Christian Dior, com sapatos Louboutin e joias Cartier. Kelce também usou Dior.

Entre os participantes estavam Ed Sheeran, Gigi Hadid, Bradley Cooper, Hugh Grant, Jessica Chastain, Dakota Johnson, Camila Cabello, Karlie Kloss, Ethan Hawke, Lena Dunham e as irmãs Haim. Stevie Nicks fez uma apresentação especial.

O casamento foi planejado em absoluto sigilo. Os convidados assinaram acordos de confidencialidade e a cidade reforçou a segurança durante o fim de semana prolongado. Ao final, as telas do Madison Square Garden mostravam a mensagem:

“Apenas casado com T&T”

E o Empire State Building ficou azul.

A história de amor começou em julho de 2023, quando Kelce participou da Eras Tour em Kansas City e tentou dar a Swift uma pulseira com seu número. Embora ela tenha falhado, a cantora concordou em conhecê-lo. Eles ficaram noivos em agosto de 2025.

Segundo relatos, eles trocaram votos manuscritos em pequenos cadernos, um momento íntimo apesar da magnitude do acontecimento.

Com a união do artista pop mais influente e de uma estrela da NFL, os Estados Unidos encerraram o fim de semana da independência com um evento que dominou a cultura e as redes sociais.

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Paul Stanley se lembra de seu pai, Paco Stanley, em seu 84º aniversário

O motorista compartilhou uma mensagem emocionante no Instagram para o aniversário de seu pai.

Paul Stanley publicou uma mensagem comovente no Instagram para o aniversário de seu pai, o falecido motorista Paco Stanley. Nesta sexta-feira, 3 de julho, ele completaria 84 anos.

“Então meu filho chefe, hoje com 84 anos, sempre te amo no meu (coração). Sua neta é linda, o nome dela é Victoria, ela pede água para a mãe a noite toda e me chama de Dada hahahahahahaha. E vai para Pumas (ela diz puna)”, escreveu Paul.

A publicação traz uma foto de Paco Stanley em sua juventude. Colegas como Karla Díaz, Shiky e Andrea Escalona mostraram apoio com emoticons.

Uma memória que dói e celebra

Paco Stanley morreu em 1999 devido a um ataque. Paulo tinha então 14 anos, idade em que a presença paterna é fundamental. Esta semana, durante a estreia de “Viva la magic!” do Disney on Ice, Paul compareceu com sua esposa Joely Bernat e sua filha Victoria.

“Era típico ir ao circo, você ia até a luneta e se divertia, eu vivi bem e hoje estou vivenciando com minha filha”, lembrou.

Para Paul, ser pai sempre foi um sonho. “Estou tentando dar o melhor para ele, para que ele tenha uma boa infância”, comentou. O processo, garantiu, é um aprendizado constante.

A emocionante postagem no Instagram e as declarações recentes refletem o vínculo que Paul mantém com seu pai, mesmo duas décadas após sua partida.

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