A presidente Claudia Sheinbaum rejeitou que a prisão de Gilda Susana Lozoya Austin, irmã do ex-diretor da Pemex Emilio Lozoya, tenha antecedentes políticos. A presidente afirmou que a Procuradoria-Geral da República (FGR) tem provas de sua participação na fraude dos Agronitrogenados.
Sheinbaum: “Não tem nada a ver com uma questão política”
Em conferência desde Morelia, Michoacán, Sheinbaum explicou que foi informada da prisão pela promotora Ernestina Godoy até depois de sua ocorrência. Ele disse que o gabinete de segurança recebeu detalhes sobre as supostas responsabilidades da detida e sua ligação com a fraude.
“O que a promotora nos informou é que há evidências de sua participação na fraude dos Agronitrogenados. Não tem nada a ver com uma questão política”, declarou o presidente.
Irmã de Lozoya acusa pressão política
Um dia antes, após sua prisão no Aeroporto Internacional da Cidade do México ao retornar da Europa, Gilda Susana Lozoya interveio em sua audiência inicial. Diante da juíza Nora Ileana García Peralta, ele indicou que sua família está sendo usada para pressionar seu irmão.
“Acredito que este seja um caso político, onde minha mãe, minha cunhada e eu, ou seja, as mulheres da minha família, temos sido usadas para pressionar meu irmão”, afirmou.
A prisão ocorre no âmbito do caso Agronitrogenados, que envolve Emilio Lozoya. A FGR continua com as investigações.




