Sheinbaum declara guerra ao imposto dos EUA sobre remessas

La mandataria mexicana arma una cruzada digital contra un impuesto que considera un ataque disfrazado de política fiscal.

La batalla de las remesas: cuando el 5% se convierte en un campo de batalla político

Oh, la ironía. Mientras los republicanos en Estados Unidos se frotan las manos pensando en cómo sacarle unos dólares más a las remesas (porque, claro, ¿qué mejor idea que cobrarle a quienes ya trabajan hasta el cansancio?), nuestra querida presidenta Claudia Sheinbaum saca su espada digital y llama a la resistencia. ¿Su arma? Cartas, tuits y, probablemente, memes. Porque en el siglo XXI, hasta las protestas tienen que ser virales.

En su ya clásica conferencia mañanera (ese reality show donde la política y el drama se mezclan mejor que el café con leche), Sheinbaum soltó la bomba: “Es discriminatorio y viola tratados”. Vaya, vaya. Resulta que gravar el dinero que los migrantes envían a sus familias no es solo una mala idea, sino también un insulto con sello diplomático. ¿Quién lo diría?

“Primero, es discriminatorio; y segundo, viola un tratado firmado entre México y Estados Unidos”

Ah, pero no se preocupen, porque el embajador Esteban Moctezuma está en misión especial: reunirse con connacionales para organizar lo que parece ser el primer flash mob político transnacional. ¿El objetivo? Bombardear a los congresistas estadounidenses con cartas y mensajes en redes sociales. Porque nada dice “esto no me gusta” como un inbox lleno de notificaciones.

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Según la presidenta, este impuesto no solo sería un golpe bajo a los migrantes, sino también al consumo en Estados Unidos. Porque, claro, cuando a la gente le quitas dinero, tiende a gastar menos. ¡Revelación impactante! ¿O acaso los republicanos creen que los dólares crecen en árboles? (Spoiler: no).

Y aquí viene lo mejor: Sheinbaum sugiere que, si de recaudar se trata, ¿por qué no gravar a los que más tienen? ¡Qué idea tan revolucionaria! Casi como si alguien hubiera leído un manual básico de justicia fiscal. Pero no, mejor sigamos cobrándole a los que mandan dinero a sus abuelitos en Oaxaca. Prioridades, señores.

Mientras tanto, el gobierno mexicano promete “acciones” para visibilizar su descontento. ¿Un hashtag? ¿Una carta firmada con tinta de oro? ¿Un TikTok del embajador bailando cumbia con un letrero que diga “No al impuesto”? El suspenso nos mata.

Así que ya saben, queridos paisanos: preparen sus teclados y sus mejores argumentos. La guerra contra el impuesto a las remesas se librará en dos frentes: el real y el virtual. Y si los republicanos pensaban que esto sería fácil, claramente no cuentan con el poder de un buen trending topic.

¿Listos para unirse a la rebelión fiscal? Comparte este artículo y difunde la causa. Y si quieres más análisis sobre cómo la política se vuelve un circo (con payasos incluidos), no dejes de explorar nuestro contenido. ¡La revolución será tuiteada!

México zarpa para a Venezuela com ajuda humanitária após terremotos

O México envia dois navios com suprimentos e estações de tratamento de água para a Venezuela após os terremotos de 24 de junho.

O Governo Federal ativou neste domingo o envio de 2.033 metros cúbicos de alimentos para a Venezuela, país que enfrenta consequências dos terremotos registrados em 24 de junho.

Dois navios, uma missão solidária

O Ministério da Marinha (Semar) e o Ministério das Relações Exteriores (SRE) detalharam em comunicado conjunto que o navio ARM Holbox (BAL-02) transporta 1.750 metros cúbicos de alimentos, água engarrafada, itens de higiene, medicamentos e insumos médicos. Além disso, possui quatro estações de tratamento de água capazes de gerar mil litros de água purificada por hora, em conjunto com seus operadores.

Por sua vez, a ARM Huasteco (AMP-01) transporta 253 metros cúbicos de insumos similares, entre água e produtos de higiene.

As doações vêm de centros de coleta instalados na Cidade do México. A carga estava concentrada no cais da Administração do Sistema Portuário Nacional (ASIPONA) Veracruz, onde ocorreu o embarque.

Logística e suporte prévio

Participam 100 elementos navais das Brigadas de Resposta a Emergências para carga, transferência e descarga. Um guindaste e duas empilhadeiras estavam disponíveis. A viagem dura aproximadamente seis dias.

Essa remessa se soma a um avião que partiu esta semana com oito usinas elétricas para a Venezuela.

A Semar e a SRE agradeceram o apoio solidário de empresas, fundações e organizações civis que tornaram a ajuda possível.

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Ex-prefeito de Múzquiz preso por desviar milhões

O ex-funcionário foi capturado em Nuevo León e transferido para um centro de reinserção social em Coahuila.

Detenção em San Pedro Garza García

A ex-prefeita de Múzquiz, Coahuila, Tania Vanessa Flores Guerra, foi presa na noite de sábado em San Pedro Garza García, Nuevo León. O mandado de prisão foi solicitado pela Promotoria Anticorrupção de Coahuila.

A Promotoria de Nuevo León confirmou que a captura foi realizada por detetives da Agência Estatal de Investigações, em colaboração com autoridades de Coahuila, no bairro de San Agustín.

Investigação por peculato

Flores Guerra está a ser investigada pelos crimes de peculato e exercício abusivo de funções. O desvio de recursos equivale a 15 milhões de pesos, segundo a pasta de investigação.

Após a sua detenção, a ex-funcionária foi encaminhada para um Centro de Reinserção Social em Coahuila. Ele foi colocado à disposição de um juiz de controle que cuida do processo criminal.

Durante a audiência inicial, a defesa solicitou a prorrogação do prazo para resolver sua vinculação ao processo. A continuação da audiência foi marcada para 9 de julho.

O juiz emitiu prisão preventiva justificada como medida cautelar. Portanto, o ex-prefeito permanecerá internado enquanto o processo judicial avança.

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Exibição histórica em El Ángel após tragédia nas comemorações

6.000 agentes protegem o Paseo de la Reforma na partida das oitavas de final.

Segurança reforçada no coração da capital

O Anjo da Independência e o Paseo de la Reforma acordaram no domingo sob uma operação de segurança sem precedentes. Milhares de policiais e prefeitos guardavam a área antes da partida das oitavas de final da Copa do Mundo entre México e Inglaterra.

A medida responde à morte de quatro torcedores ocorrida cinco dias antes, durante as grandes comemorações pela vitória do México sobre o Equador. As autoridades da capital duplicaram o número de agentes: 6.000 no Reforma —o dobro do jogo anterior—, 7.500 no Estádio Azteca e 3.300 no Zócalo.

Logo no início, centenas de torcedores vestindo camisetas verdes e bandeiras mexicanas entraram na área após verificações de segurança. Entre eles, os estudantes Daniela Oliveros, 22 anos, e Christopher Pino, 18, chegaram de Chilpancingo, Guerrero.

“Vai ser bom”, disse Pino, confiante na vitória. Oliveros foi mais cauteloso: “Aconteça o que acontecer, estaremos com a seleção nacional.”

Ambos apoiaram a implantação. “Espero que as pessoas se comportem bem”, disse Pino.

Os eventos que motivaram a operação

Na noite de 30 de junho, três pessoas morreram por asfixia nas ruas próximas a Reforma: duas mulheres de 19 e 44 anos e um homem de 48 anos. Além disso, um torcedor de 35 anos morreu no hospital de parada cardiorrespiratória após sofrer epilepsia e hemorragia digestiva. O Ministério Público da capital investiga as quatro mortes.

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