Sheinbaum garante que 98% dos postos de gasolina manterão preços máximos

Um pacto que mantém a economia familiar em suspense. A vontade dos empresários define o custo de enchimento do tanque.

Um juramento voluntário que abala a economia nacional

Num movimento que poderá definir o destino económico de milhões de mexicanos, a Presidente Claudia Sheinbaum Pardo revelou, com a solenidade de quem anuncia um tratado de paz, que o acordo selado com os magnatas da gasolina para congelar o preço máximo em 24 pesos permanecerá como um pacto de honra, uma decisão voluntária que, numa reviravolta surpreendente, irá agora Conta com o apoio de 98% dos postos de gasolina do país. Das majestosas paredes do Palácio Nacional, o chefe do Executivo federal proclamou, com uma convicção que ressoou em todos os cantos do país, que os consumidores encontrarão sempre, sempre, um santuário, um posto cujos proprietários juraram fidelidade ao acordo, um lugar onde o preço do combustível não ousará ultrapassar a barreira sagrada dos 24 pesos.

A tensão palpável no ar. A pergunta crucial que todos esperavam: “Você ainda será voluntário?” A resposta, um eco de firmeza que corta como uma faca: “Sim, 98% dos postos de gasolina do país participam”. Mas a intriga não acabou. E os 2% restantes? Os dissidentes que resistem ao chamado do povo? “Não, por isso apresentamos aqui para que não comprem gasolina ou Magna normal que custa mais de 24 pesos”, declarou com astúcia estratégica, exortando os cidadãos a se tornarem guerreiros conscientes do seu poder, a escolherem com o bolso e a cercarem aqueles que se recusam a aderir a esta cruzada pela estabilidade. Um apelo à ação que transforma cada litro de combustível num voto de confiança.

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A renovação de um pacto que chocou o mercado

No dia anterior, através de uma mensagem que incendiou as redes sociais, a presidente Claudia Sheinbaum havia revelado a renovação deste épico acordo com os empresários da gasolina do país. Um acordo forjado não em ferro, mas em vontade, para a tarefa titânica de estabilizar o preço do precioso ouro líquido. “Agradeço aos empresários da gasolina do país por renovarem a estratégia”, exclamou, com uma gratidão que mal escondia o triunfo de uma negociação que parecia impossível. Este não foi um capítulo novo, mas a continuação de um épico que começou no último 27 de fevereiro, quando o presidente e os titãs do setor assinaram, com a esperança de uma nação na mesa, um compromisso de estabelecer voluntariamente esse preço máximo de 24 pesos na grande gasolina.

O objectivo final, mais nobre e dramático do que qualquer ficção: proteger a economia das famílias mexicanas, defender cada peso, cada cêntimo, do flagelo implacável da inflação e da volatilidade dos mercados globais de energia. Naquele momento crucial, o chefe do Executivo federal havia revelado que o acordo tinha uma vida útil de seis meses, um período experimental que seria avaliado com uma lupa, uma experiência cujo sucesso hoje ressoa como um trovão. A questão que paira no ar é se este frágil consenso, esta trégua na guerra de preços, será capaz de resistir às pressões económicas globais e às sombras da especulação. O futuro de milhões de viagens, idas e vindas, sonhos e meios de subsistência, depende deste fio voluntário, da promessa de um setor que decide, por suas próprias mãos, conter a maré.

Esta história de poder, economia e vontade apenas começou. Compartilhe esta história crucial em suas redes sociais e explore mais conteúdos relacionados às decisões que moldam nosso dia a dia. Na próxima vez que você vir um posto de gasolina, lembrará que por trás desse preço há uma batalha épica pela sua economia.

Sheinbaum destaca recorde em energia limpa e recuperação econômica

Sheinbaum relata crescimento histórico em energias renováveis ​​e inflação baixa de 3,55%.

Economia e energia: os anúncios do presidente

A presidente Claudia Sheinbaum informou que, pela primeira vez, o México tem projetos de 32 mil megawatts de capacidade elétrica adicional, dos quais 70% são renováveis. “Quando sairmos do governo, o consumo de gás natural diminuirá e a energia gerada por recursos renováveis ​​aumentará”, afirmou.

Sheinbaum também destacou o crescimento económico. Segundo o Inegi, o Indicador Global de Atividade Económica (IGAE) subiu 1,2% em abril face a março, o melhor avanço desde 2021. A taxa anual atingiu 2,2%. O presidente atribuiu isso ao impulso na construção, especialmente no programa habitacional.

Em relação à inflação, a presidente destacou que caiu para 3,55% ao ano na primeira quinzena de junho, o nível mais baixo desde outubro de 2025. Isso se deve, disse ela, aos acordos com os postos de gasolina para definir preços máximos dos combustíveis e ao Pacote Contra a Inflação e a Escassez (Pacic) para controlar a cesta básica.

Transição energética com 32 mil megawatts

A secretária de Energia, Luz Elena González, explicou que até 2030 serão somados 32 mil megawatts; 22 mil serão renováveis. A meta é que pelo menos 38% da geração seja limpa para cumprir os compromissos climáticos. Assegurou que a CFE manterá a sua participação maioritária, fornecendo 61% da energia eléctrica ao final do mandato de seis anos.

A diretora do CFE, Emilia Calleja, explicou os projetos. Na Baja California Sur, o Sistema Oasis combinará energia solar, baterias e hidrogênio verde para abastecer Mulegé e 40 mil residências. Inclui uma central de 72 megawatts, 20 megawatts de armazenamento e produzirá 120 metros cúbicos de água por ano, evitando 94 mil toneladas de CO2.

Em Sonora, a central fotovoltaica “Rafael Galván” em Puerto Peñasco atingirá mil megawatts de capacidade e 246 megawatts de armazenamento. Atualmente fornece 400 megawatts. O investimento ultrapassa 1,4 bilhão de dólares. “São benefícios ambientais que fortalecem a soberania energética”, concluiu o secretário González.

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Polêmica sobre entrevista com Monsiváis chega ao Senado e ao Palácio

A republicação de uma entrevista de 1999 desencadeia acusações entre o Executivo e os legisladores.

A republicação de uma antiga entrevista atribuída a Carlos Monsiváis subiu esta quarta-feira ao centro do debate político mexicano. O assunto foi discutido tanto no Senado quanto na conferência matinal da presidente Claudia Sheinbaum.

O texto original foi escrito pelo jornalista Edmundo Cázares em 1999 e recentemente republicado pelo El Universal. Contém declarações sobre o então chefe de governo Andrés Manuel López Obrador. Sua veracidade e contexto têm sido questionados, gerando posições conflitantes.

Sheinbaum descreve o conteúdo como “grotesco”

Durante sua conferência, a presidente criticou duramente a publicação. Ele qualificou o conteúdo de “grotesco” e acusou o meio de gerar uma polêmica que distorce a homenagem ao intelectual mexicano.

Reações no Senado

A questão também chegou ao Congresso. A senadora Lilly Téllez leu fragmentos do texto na plataforma. Em resposta, Gerardo Fernández Noroña rejeitou a sua utilização e sustentou que se tratava de uma publicação falsa com intenção de ataque político.

A troca reflete a polarização em torno da figura de López Obrador e a utilização de documentos históricos como armas partidárias.

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PRI exige ação urgente contra a violência em Guerrero

Denunciam uma incursão de civis armados em Coyuca de Catalán; partido pede intervenção estatal.

A liderança nacional do PRI exigiu que o Estado mexicano interviesse urgentemente em resposta à denúncia dos habitantes do ejido Guajes de Ayala, em Coyuca de Catalán, Guerrero. Os residentes relataram a incursão de civis armados na sua comunidade na Sierra.

Chame por segurança

Alejandro Moreno Cárdenas, presidente do partido, pediu às autoridades que garantam a segurança das famílias. Alertou que estes acontecimentos não devem ser normalizados devido ao risco que representam para a população civil.

O dirigente destacou que em diversas comunidades de Guerrero vivem sitiadas por grupos armados. Isto tem causado deslocamentos, confinamento de habitantes e um clima constante de medo e incerteza. Considerou necessária uma resposta imediata do Estado.

Moreno Cárdenas também criticou o governo federal por minimizar a situação de violência no país. Afirmou que a população enfrenta condições de insegurança que requerem atenção prioritária para restaurar o Estado de direito na região.

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