Shakira está prestes a fazer história no Rio de Janeiro, e não é só pelo calor da praia.
A colombiana compartilhou um vídeo nas redes sociais onde centenas de pessoas já podem ser vistas cantando e dançando suas músicas horas antes do show gratuito em Copacabana. Essa energia é real, não há filtro.
O fato que quebra a internet: são esperados até dois milhões de pessoas na arena, o que tornaria este recital o mais concorrido de sua carreira. Você pode imaginar? É como encher duas vezes o Estádio Azteca, mas na praia.
“Todo mundo quer ver pessoalmente”, disse Randeon Icaro, um dos torcedores que acamparam em frente ao Copacabana Palace.
O artista comemora três décadas de carreira com este evento gratuito, montado em um palco de 1.345 metros quadrados. Não é qualquer coisa: ela se junta a Madonna (1,6 milhão em 2024) e Lady Gaga (2,1 milhões em 2025) como estrelas que fizeram história nesse mesmo lugar.
A conexão com o Brasil não é nova. Shakira iniciou sua turnê “Women No Longer Cry” no Rio em fevereiro de 2025, e essa turnê já é a de maior bilheteria para uma artista latina, segundo o Guinness. Ela fala português fluentemente, colaborou com Anitta e as especulações sobre uma aparição surpresa da brasileira deixaram os fãs à beira do colapso.
A cidade está em plena febre: cartazes com sua imagem por toda parte, a praia rebatizada de “Lobacabana” pelos fãs e até vendedores oferecendo potes com supostas “lágrimas de Shakira”. Sim, é tão absurdo quanto parece, mas também é lindo ver como a arte se conecta.
O impacto econômico não é brincadeira: aumento de mais de 80% nas reservas aéreas e um derramamento de 800 milhões de reais (cerca de 160 milhões de dólares). As autoridades mobilizaram uma operação de segurança com 8.000 agentes, drones e reconhecimento facial, após uma tentativa de ataque após um concerto de Lady Gaga ter sido frustrado em 2025.
Shakira, com mais de 100 milhões de discos vendidos, 4 Grammys e 15 Grammys Latinos, continua demonstrando que sua música não tem prazo de validade. E nós, como millennials que crescemos com “Waka Waka” e “Hips Don’t Lie”, só podemos dizer: vale a pena lembrar dos anos 2000 quando isso acontece.




