A justiça chega… de novo, mas com estilo
Em um espetáculo digno de um filme de baixo orçamento, as forças federais e estaduais decidiram dar um toque de ação real à vida em Puebla, prendendo seis supostos membros da gangue conhecida como “Operativa Barredora”. Sim, o mesmo grupo que parece um serviço de limpeza de ruas, mas na verdade se dedica a tudo, menos a varrer… a menos que seja com balas.
O elenco de vilões
Entre os detidos destacam-se personagens com pseudônimos criativos como “El Yiyo” (20 anos, Jalisco), “El Maken” (21 anos), “El Pilas” (35 anos, guatemalteco) e “El Rolas” (35 anos, Jalisco). Este último, veterano no mundo do crime, já havia feito uma participação especial na prisão em 2023 por crimes contra a saúde e porte de armas. Quem disse que a reinserção social não funciona?
As operações, que incluíram a Marinha, a SSP e a Promotoria de Puebla, terminaram com o clássico saque: veículos suspeitos, armas que não eram para jogar paintball e drogas que, obviamente, eram “para uso pessoal”. Além disso, encontraram coletes táticos com as legendas “Operativa Barredora” e “CJNG”, pois nada representa profissionalismo criminal como ter seu logotipo no uniforme.
E o que mais essa banda faz?
Ah, bom, um pouco de tudo: tráfico de drogas, extorsão, tráfico de pessoas, pirataria marítima (sim, como as da Somália, mas com menos navios e mais huachicol) e até decapitações. Qual é, se houvesse um “Prêmio do Crime Mais Versátil”, esses caras teriam uma indicação garantida.
O mais irônico é que, segundo rumores, esse grupo surgiu de facções policiais. Surpreso? Claro que não. Porque não há maneira melhor de combater o crime do que juntar-se a ele. Além disso, há rumores de que eles tinham alianças com o CJNG, embora pareça que esse relacionamento terminou pior do que um casamento de novela.
E agora?
O governo de Puebla, liderado por Alejandro Armenta, garante que isto faz parte da sua “luta frontal contra o crime”. Mas, para ser sincero, isso parece mais um episódio de uma série sem fim onde os bandidos sempre voltam. Seis prisões realmente vão mudar alguma coisa? Ou, como diriam nas redes: “Puebla com certeza… até semana que vem.”.
Enquanto isso, os cidadãos podem continuar a desfrutar do espetáculo, porque neste país a justiça às vezes parece mais um reality show do que uma solução real.
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