Bem quando você pensava que a guerra não poderia ser mais surreal, a Rússia envia 500 drones para dizer “bom dia”
Kyiv acordou com um presente indesejado: 479 drones (sim, você leu certo, quase meio milhar) e 20 mísseis como bônus no que a Ucrânia descreveu como o maior bombardeio noturno desde que este reality show geopolítico começou. A Força Aérea Ucraniana, com mais estresse do que um estagiário na Black Friday, conseguiu abater 277 drones e 19 mísseis, mas as coisas ainda pareciam feias: apenas 10 atingiram o alvo (abençoados sejam os sistemas antiaéreos ocidentais).
O leste está esquentando (e não no bom sentido)
Enquanto Zelenskyy twittou que a situação é “muito difícil” (eufemismo do ano), a Rússia avançou como se estivesse jogando Risk no modo hardcore pelo leste e nordeste do país. A Ucrânia, com menos pessoal do que um McDonald’s às 3 da manhã, continua a implorar por mais apoio militar. Mas os EUA são mais indecisos do que um vegano num churrasco, e a Europa está a distribuir ajuda como amostras grátis de perfume.
Como se isso não bastasse, a Ucrânia decidiu retribuir o favor com um ataque a dois aviões russos num campo de aviação a 650 km da sua fronteira. Como eles fizeram isso? Mistério. A Rússia diz que nada aconteceu (clássico), enquanto os blogueiros de guerra russos discutem mais do que Marvel vs. DC.
A troca de prisioneiros: guerra Tinder com fantasmas incluídos
Ambos os lados concordaram em trocar prisioneiros (priorizando os feridos e os menores de 25 anos, como se fosse o draft da NFL), mas mesmo isso não dá certo. A Rússia acusa a Ucrânia de não recolher os seus mortos; A Ucrânia diz que a Rússia não envia nomes de falecidos. Basicamente, um drama do WhatsApp, mas com cadáveres. Claro, o Kremlin garante que a troca “continuará”, embora sem datas específicas (ou seja, o típico “até breve” que nunca se concretiza).
Enquanto isso, os drones Shahed continuam a fazer o seu trabalho, com mais de 12.000 civis mortos segundo a ONU (a Rússia insiste que só ataca alvos militares, como se os hospitais fossem quartéis secretos). A Ucrânia, num plano olho por olho, já tem os seus próprios drones de longo alcance em sete regiões russas, incluindo uma central de guerra electrónica e um gasoduto que acabou em chamas (nada como um pouco de caos energético para temperar o conflito).
Moral? A guerra ainda está em andamento, as negociações de paz estão progredindo menos do que um procedimento burocrático e os drones são os novos protagonistas desta temporada. Se você está indignado (ou simplesmente deseja ser informado sem sofrer com o tom solene de sempre), compartilhe esta nota e continue explorando nosso conteúdo para entender esse desastre com um toque de humor negro. Porque, sejamos honestos, se não rirmos, choramos.




