Quando o gênio do futebol era zero na vida real
Ah, a Liga MX. Aquele lugar onde lendas internacionais vão para se aposentar… ou provar que podem ganhar mais em um mês do que você em toda a sua vida. Um desses momentos inesquecíveis foi quando Ronaldinho, o mágico brasileiro que fazia a bola obedecer a ordens telepáticas, pousou nos Gallos Blancos de Querétaro. Sim, o mesmo cara que ganhou uma Bola de Ouro e uma Copa do Mundo iria agora mostrar suas habilidades no estádio Corregidora. O resultado? Uma mistura de magia, nostalgia e… bem, uma incapacidade alarmante de funcionar como adulto.
Quando o patrocinador do seu banco não evita que você seja analfabeto financeiro
Acontece que o homem que era o rosto do Banco Multiva (ah, que ironia!) não tinha ideia de como usar um ATM. Segundo Emanuel “Tito” Villa, seu ex-companheiro de equipe e agora comentarista do TUDN, Dinho abordou o contador da equipe para pedir 30 mil pesos porque, aparentemente, seu irmão (o verdadeiro CEO de sua vida) estava em Miami e não havia mais ninguém para lhe explicar como funcionava o dinheiro. Imagine: um cara que ganhou milhões, patrocinado por um banco, pedindo um empréstimo como se fosse um estudante universitário na primeira semana de independência.
O contador, provavelmente reprimindo o riso (ou o horror), sugeriu que ele fosse ao banco que literalmente usava seu rosto em publicidade. A resposta de Ronaldinho valeu um meme: “Como? Posso ir e eles vão me dar?” Sim, caro leitor, o mesmo homem que desvia das defesas de olhos fechados não conseguiu entender o conceito básico de sacar o próprio dinheiro. Villa, com a sutileza de um jornalista esportivo, resumiu assim: “É uma ignorância significativa.” Vamos lá, nem mesmo uma criança da escola primária com seu primeiro cofrinho está tão perdida.
E caso você pense que isso é um problema de tecnologia bancária, não. O brasileiro também não sabia que existiam assistentes em bancos. Seu sistema financeiro consistia em dizer ao irmão “de quanto você precisa?”, receber um maço de notas e continuar sorrindo. Cartão de crédito? É melhor não perguntar, para não pensar que se trata de um brinquedo de plástico para riscar códigos promocionais.
Então você sabe: da próxima vez que você vir um ídolo do futebol fazendo malabarismos com a bola, lembre-se de que ele pode não conseguir fazer o mesmo com sua declaração. E se você é fã de anedotas absurdas, compartilhe essa joia em suas redes sociais e descubra mais histórias hilárias do mundo dos esportes.




