Rafael Márquez assume como novo técnico do México rumo a 2030

Rafael Márquez assumirá o comando do Tri após a saída de Javier Aguirre. Uma transição planeada com vista a 2030.

Substituição no banco Tri

A Federação Mexicana de Futebol (FMF) confirmou esta quarta-feira que Rafael Márquez será o novo treinador da seleção nacional para o ciclo que antecede o Mundial de 2030. Ele substitui Javier Aguirre, que foi eliminado nas oitavas de final após perder por 3 a 2 para a Inglaterra.

Márquez, 47 anos, trabalhava como auxiliar de Aguirre desde agosto de 2024. Sua nomeação estava planejada desde então, embora persistissem dúvidas sobre sua continuidade.

“A nomeação de Rafael Márquez faz parte de uma transição ordenada planejada para dar continuidade ao trabalho realizado durante o último ciclo da Copa do Mundo”, afirmou a FMF em comunicado.

A estreia de Márquez poderá ocorrer na data Fifa, no final de setembro ou início de outubro, embora o México ainda não tenha jogos anunciados.

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O legado de Aguirre e o futuro

Aguirre elogiou o seu substituto: “Estou feliz com o crescimento do Rafa. Tive-o como jogador e como companheiro de equipa, é mais do que capaz”. A FMF agradeceu ao “Vasco” pelo seu trabalho, destacando que “deixa um legado firme de trabalho, identidade e competitividade”.

O México saiu na segunda fase como em oito das últimas nove Copas do Mundo, mas melhorou em relação à eliminação na fase de grupos do Catar 2022.

A carreira de Márquez

Como jogador, disputou cinco Copas do Mundo, vencendo a Copa das Confederações de 1999 e duas Copas Ouro (2003 e 2011). Na Europa brilhou com o Barcelona: duas Ligas dos Campeões, quatro Ligas Espanholas, um Mundial de Clubes e outros títulos. No México foi bicampeão da Liga MX pelo León e estreou e se aposentou pelo Atlas.

Como treinador, comandou o Barça Atlètic (subsidiária do Barcelona) em 82 jogos: 40 vitórias, 21 empates e 21 derrotas. Também passou pelas categorias de treinamento do Real Alcalá.

Agora assume o desafio de levar o México ao máximo potencial na Copa do Mundo que organizará junto com os Estados Unidos e o Canadá.

Tuchel: “Estamos com fome e prontos para a semifinal”

Tuchel admite que seus jogadores têm fome e respeitam a Argentina, mas evita falar de história para não aumentar a pressão.

A Seleção Inglesa superou vários obstáculos para chegar às semifinais da Copa do Mundo: quilômetros percorridos, a maldição no Estádio Azteca, o calor e a umidade de Miami. Porém, o técnico Thomas Tuchel garante que a equipe não está satisfeita.

Fome de glória

Já se passaram 60 anos desde que a Inglaterra foi campeã mundial e oito desde que disputou uma semifinal. Em 2018 eles caíram para a Croácia. Agora, o respeito pela Argentina é total, mas de olho na final.

“Estamos com muita fome da próxima vitória, respeitamos o nosso adversário e não tornamos os acontecimentos do passado maiores do que são. Estamos entusiasmados, com muita fome e prontos. Queremos dar o próximo passo, ninguém está satisfeito e essa é a combinação perfeita para o resultado que queremos”, declarou Tuchel em conferência.

Rivalidade estendida

O “elefante na sala” é a Guerra das Malvinas e o precedente do México 1986. Tuchel foi mais intenso que Scaloni ao falar sobre o assunto, mas confessou que não discute o assunto com seus jogadores para não aumentar a pressão mental.

“Os jogadores sabem o que este jogo significa com tantos momentos icónicos. Não é apenas mais um jogo, mas como treinadores focamo-nos naquilo que podemos influenciar. Não falamos sobre os acontecimentos históricos. Por si só é um jogo bastante icónico e a tensão é suficiente, não ajuda se nos envolvermos emocionalmente”, mencionou.

Sem obsessão por maldições

Por fim, Tuchel descartou pensar na estatística de que nenhum técnico estrangeiro venceu a Copa do Mundo com uma seleção estrangeira.

“Não é uma motivação extra, não tenho esses objetivos. Sou muito competitivo e procuro sempre ser a melhor versão de mim mesmo todos os dias, é para lá que vai a minha energia”, concluiu.

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Mbappé fica sem final e sem Chuteira de Ouro por enquanto

Mbappé está fora da final e empata com Messi na briga pelo artilheiro.

Mbappé, eliminado nas semifinais

Kylian Mbappé não jogará sua terceira final consecutiva de Copa do Mundo. A França perdeu por 2 a 0 para a Espanha nas semifinais do torneio realizado na terça-feira. O atacante de 27 anos acumulou apenas 15 toques no primeiro tempo, o menor número entre os atacantes.

A sua melhor oportunidade surgiu aos 67 minutos: um remate que desviou em Marc Cucurella e errou por pouco o poste. A essa altura, a Espanha já vencia por dois gols. Mbappé recebeu cartão amarelo aos 86 minutos por jogada com o goleiro Unai Simón.

O francês tem oito gols no torneio, os mesmos de Lionel Messi. A disputa pela Chuteira de Ouro ainda está aberta. Messi e Argentina enfrentam a Inglaterra nesta quarta-feira na outra semifinal.

Mbappé foi substituído nas quartas de final contra o Marrocos, onde marcou seu oitavo gol. No Catar 2022 ele também marcou oito, mas a França perdeu a final contra a Argentina nos pênaltis. Há oito anos, a seleção francesa venceu a Croácia e sagrou-se campeã.

Agora a França disputará o terceiro lugar no sábado, em Miami Gardens, na Flórida. O rival será o perdedor do duelo entre Argentina e Inglaterra. A Espanha, por sua vez, jogará a final em East Rutherford, Nova Jersey.

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Robert Lewandowski junta-se ao MLS Chicago Fire

O atacante polonês assina como jogador franqueado e almeja ser figura na liga americana.

Robert Lewandowski já está em Chicago. O atacante polonês, com mais de 600 gols na carreira, chega ao Chicago Fire da MLS como jogador da franquia. Sua chegada marca uma das contratações mais relevantes da história do clube de Illinois.

Uma assinatura histórica

O técnico do Chicago Fire, Gregg Berhalter, considerou a adição um momento chave para o time e para a liga.

“Este é um dia histórico para o Chicago Fire FC, e também para a cidade e para a MLS. Quero agradecer ao Robert por ter escolhido Chicago. Ele é uma grande contratação para o nosso clube. Ele não é apenas um jogador extraordinário, ele também é uma pessoa incrível. Robert é a peça que nos levará ao topo”, declarou o estrategista americano.

Lewandowski explicou que a sua decisão de deixar a Europa foi complexa, mas a sua relação com o Barcelona desempenhou um papel importante.

“Há alguns meses eu sabia que queria vir para cá, mas demorei um pouco para tomar a decisão porque é algo completamente novo para mim e para minha família. Eu não queria jogar em nenhum outro clube da Europa depois do Barcelona; não conseguia me imaginar em outro time fora do Barcelona”, compartilhou o polonês.

O atacante já completou o primeiro treino com a equipe após uma longa viagem desde a Polônia. Ele disse que se sentia bem e pronto para se adaptar.

Estreia iminente

Lewandowski vê potencial na Conferência Leste como um todo. “Estou aqui não só para jogar, mas para ajudar a equipe a dar um passo à frente dentro e fora do campo”, disse ele. Sua possível estreia seria nesta quinta-feira, contra o Vancouver Whitecaps, na retomada da MLS.

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