Qween Jean: primeira pessoa trans a ganhar um prêmio Tony

Primeira pessoa trans a ganhar um Tony: Qween Jean faz história na Broadway.

Um marco no Tony Awards

Vestida de lilás, Qween Jean subiu ao palco para receber o prêmio de Melhor Figurino de Musical por Cats: The Jellicle Ball. Sua vitória no Tonys de 2026 abriu um precedente: ela se tornou a primeira pessoa abertamente trans a ganhar este prêmio, o maior reconhecimento teatral dos Estados Unidos.

Ao aceitar a estatueta, Jean enviou uma mensagem direta à comunidade LGBTQ+. “Essa experiência tem sido monumental. Estamos aqui pelo legado das pessoas queer, das pessoas trans. Temos que ocupar o nosso espaço. Temos que mudar o paradigma”, declarou do palco.

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Ele também se referiu ao contexto social atual. “O mundo neste momento está a combater profundamente tantas doenças e sabemos, como sociedade, que quando nos unimos podemos fazer mudanças reais e permanentes”, acrescentou.

Ativismo e representação

Além de seu trabalho teatral, Qween Jean é ativista e fundadora da organização Black Trans Liberation. Ele participou de manifestações e campanhas pelos direitos das pessoas trans e queer nos Estados Unidos, tornando-se uma voz visível na comunidade.

A produção que lhe deu o triunfo histórico é uma releitura contemporânea de Cats, inspirada na cultura de salão e nas comunidades negras e queer que durante décadas construíram espaços de expressão artística.

Embora nos últimos anos artistas não binários como Alex Newell, J. Harrison Ghee, Cole Escola e Toby Marlow já tivessem feito história no Tonys, a vitória de Qween Jean representa um novo passo na representação de pessoas trans na Broadway.

Dua Lipa e Callum Turner revelam fotos de seu casamento na Sicília

A cantora e o ator compartilharam imagens de sua cerimônia religiosa na Sicília.

Casamento religioso na Sicília

Dua Lipa e Callum Turner celebraram seu casamento religioso no dia 31 de maio na Villa Valguarnera, em Palermo. A cerimônia ocorreu seis dias após a união civil na Câmara Municipal de Marylebone, em Londres. Participaram da festa 150 convidados, entre familiares e amigos. O custo total do evento foi de cerca de £ 1,5 milhão.

Vestido e detalhes

A cantora usou um desenho de Matthieu Blazy, diretor criativo da Chanel. O vestido incluía contas de ouro e prata e uma cauda decorada com 25.000 penas. O véu, sustentado por um cocar de penas, exigiu 3.220 horas de bordado, segundo o Daily Mail. Callum Turner usou um terno Louis Vuitton. As fotos foram tiradas por David Sims, fotógrafo de moda britânico.

Entre os convidados destacaram-se Donatella Versace, Charli XCX e Elton John, que cantaram ‘Your Song’ para os noivos. O banquete, liderado pelo chef Tony Lo Coco (estrela Michelin), incluiu massa siciliana com berinjela, bolinhos de grão de bico, bolinhos de batata frita e sobremesas típicas como cannolis e cassata.

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Lucila Mariscal: o medo da solidão a levou à La Casa del Actor

A atriz de La Carabina de Ambrosio mudou-se por medo de ficar sozinha, não por problemas financeiros.

Depois de quedas e solidão, atriz procura companhia

Lucila Mariscal, conhecida pela sua participação em “La Carabina de Ambrosio”, negou que a sua mudança para La Casa del Actor responda a uma crise económica. A decisão foi motivada pelo medo de morar sozinha após sofrer três quedas em seu apartamento.

Em entrevista, a atriz esclareceu que a residência não é uma casa de repouso, mas sim um espaço para atores. “Não, não. Não é uma casa de repouso, é a Casa do Ator, me senti sozinha e isso me assustou”, explicou ela.

Mariscal contou que em uma dessas quedas seus vizinhos tiveram que forçar a porta para socorrê-la. “Foi horrível e começou a me assustar muito”, lembrou. Foi então que a diretora da ANDA, Yucita Furlong, a convidou para entrar, já que o apartamento estava alugado e não havia problema em sair.

A atriz também falou sobre o neto Andrei, que sofre de câncer e não conseguiu cuidar dela. “Ele morou comigo até conhecer alguém, se apaixonar e ir embora”, disse ela. Mariscal destacou sua força, forjada desde a infância após o abandono do pai.

Agora, em La Casa del Actor, ele afirma se sentir confortável. “Somos todos diferentes, é muito difícil encontrar semelhança, conseguir tratar uns aos outros”, refletiu. Sua história reflete as dificuldades enfrentadas pelos idosos que moram sozinhos.

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Joshua Okamoto se junta a Rosario Tijeras como ‘Chinche’

O ator que sobreviveu a Saw agora interpreta o volátil membro da nova gangue de Rosario Tijeras.

Joshua Okamoto retorna às telas, mas com um papel bem diferente de sua última aparição na saga Jogos Mortais. Agora toca ‘Chinche’, integrante da nova banda liderada pela filha de Rosario Tijeras, Rubí (Samantha Acuña).

O ator descreve seu personagem como o mais volátil e impulsivo do grupo.

“É ele quem acaba colocando fogo em tudo que acontece e na violência”, diz Okamoto.

Para construir a psique de ‘Chinche’, o ator buscou um contraste: uma criança caprichosa e carismática, mas capaz de se movimentar em ambientes sórdidos sem remorso.

Quinta temporada na Netflix

O quinto filme de Rosario Tijeras —estrelado por Bárbara de Regil— estreou na semana passada na Netflix. Todos os 40 episódios já estão disponíveis. A série começou em 2016, originalmente com três temporadas que terminaram em 2019. Cinco anos depois, foi retomada com uma quarta e agora a quinta.

Okamoto divide créditos com Alex Perea (‘El Mochaorejas’), Luis Curiel (‘Contraataque’) e Daniela Valdés.

“Os universos se cruzam, estamos todos nesta nova banda que vai virar muitas coisas de cabeça para baixo”, diz ele.

O desafio do estereótipo

Devido ao seu físico, o ator costuma receber personagens difíceis. Sua filmografia inclui Vgly, Control Z, Death to Summer e Sex, Modesty and Tears. Embora no início ele tenha questionado, agora ele o assume com perspectiva.

“No início me questionei se sempre interpretaria esse tipo de papel… é o fenótipo estereotipado que tenho como jovem ator de pele escura. Cheguei à conclusão de resistir ou morrer tentando. Acho que a indústria ainda não está preparada para se livrar de certas coisas, mas não perco a esperança de que daqui a cinco anos poderei interpretar um médico ou um advogado”, explica.

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