Kenia López Rabadán defende Ruffo Appel como preso político

Deputado do PAN chama de preso político o ex-governador detido pelo procurador Huachicol.

A presidente do Conselho de Administração da Câmara dos Deputados, Kenia López Rabadán, descreveu o ex-governador da Baixa Califórnia, Ernesto Ruffo Appel, como um preso político. O ex-presidente foi preso em 16 de julho por suposta participação no crime de huachicol fiscal.

Questões ao processo judicial

López Rabadán questionou o processo judicial contra Ruffo Appel. Ele observou que representa um momento histórico para a democracia mexicana, sendo o primeiro candidato da oposição a conquistar um governo no país, na Baixa Califórnia, em 1989.

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O legislador do PAN criticou que o ex-governador enfrenta prisão por investigação sobre contrabando de combustíveis. Salientou que não há funcionários detidos, apesar de as autoridades participarem na autorização, vigilância e operação dos processos de importação e distribuição de hidrocarbonetos.

Reforma do Senado busca acolhimento seguro para migrantes deportados

A iniciativa do Morena propõe um protocolo claro para receber repatriados, especialmente menores.

Reforma da imigração no Senado

O Senado analisa uma proposta para garantir um acolhimento ordenado e seguro aos mexicanos repatriados dos Estados Unidos. A iniciativa – promovida pela senadora Olga Patricia Sosa (Morena) – busca evitar que milhares de pessoas, incluindo crianças e adolescentes, cheguem à fronteira em condições vulneráveis.

Segundo o texto, o Instituto Nacional de Migrações (INM) deverá emitir certificado de acolhimento e encaminhamento seguro ao receber repatriados, retornados ou estrangeiros readmitidos pelo México. O objetivo é estabelecer um protocolo claro que proteja o seu bem-estar.

A proposta surge num contexto de aumento dos fluxos migratórios. Os menores são o principal foco da medida, devido à sua especial vulnerabilidade. Com esta reforma, o Senado procura mitigar os riscos e garantir uma reintegração adequada no país.

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Jovem mexicano morre após ser atropelado em operação do ICE na Flórida

Homem mexicano com visto de trabalho é morto por um carro enquanto fugia do ICE em Orlando.

Morte em Orlando

Um mexicano de 28 anos, natural de Guanajuato, perdeu a vida após ser atropelado por um trailer em Orlando, Flórida, enquanto supostamente tentava se retirar de uma operação do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). Juan Jairo Coronilla tornou-se uma nova figura na lista de mortes ligadas às ações de imigração dos EUA.

Os fatos

O incidente ocorreu na manhã do dia 14 de julho. Coronilla estava com três companheiros em um posto de gasolina quando, ao perceberem a presença de agentes do ICE, tentaram sair do local. Testemunhas indicaram que o jovem atravessou uma estrada, escorregou na grama molhada e foi atropelado por um caminhão da empresa Eggland’s Best.

A família alegou que Coronilla residia legalmente nos Estados Unidos com visto de trabalho. Sua esposa, Yezzika Alamilla, viajou para a Flórida para identificar o corpo e providenciar sua repatriação para o México. Ele era pai de dois filhos e, segundo seus entes queridos, uma pessoa trabalhadora e feliz.

Contexto das reivindicações

Desde o regresso de Donald Trump à presidência, pelo menos 17 mexicanos morreram em circunstâncias ligadas ao ICE. Perante esta tendência, o governo de Claudia Sheinbaum endureceu a sua postura diplomática e jurídica, apresentando queixas às autoridades norte-americanas e a organizações internacionais. A família de Coronilla exige que os fatos sejam esclarecidos e que recebam apoio para a repatriação de seus restos mortais.

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Morena avaliará a integridade de seus candidatos para 2026

Morena vai submeter mais de 20 mil candidatos a uma análise de integridade perante o INE.

Filtro de integridade para candidatos Morena

A dirigente nacional do Morena, Ariadna Montiel, anunciou que todos os candidatos do partido a cargos eleitos pelo voto popular para o Processo Eleitoral de 2026 serão avaliados pela Comissão de Verificação da Integridade das Candidaturas do INE. O objetivo é identificar riscos antes do registro formal.

Montiel explicou que a revisão abrangerá mais de 20 mil candidatos proprietários e suplentes. Morena fará uma primeira avaliação interna com informações públicas e pedirá apoio ao Gabinete de Segurança para verificar possíveis ligações com o crime organizado.

Além da relação com grupos criminosos, serão analisadas denúncias de violência política contra mulheres, violência de gênero e atos de corrupção. A intenção é ter um filtro prévio antes de setembro, quando começa o processo eleitoral.

Desta forma, os perfis que chegam ao INE cumprirão os critérios de integridade estabelecidos, garantiu o presidente nacional do Morena.

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