Prefeito morenoista assassinado em ataque ousado em Oaxaca

Uma tragédia abala a costa de Oaxaca à medida que a violência política atinge novos níveis de audácia.

Um dia que abalou o México

O destino teceu sua trama mais sombria quando o relógio marcou 11h. Entre as paredes do Palácio Municipal de San Mateo Piñas, um silêncio mortal foi quebrado por tiros que ecoaram como trovões num céu claro. A prefeita Lilia Gema García Soto, uma guerreira morenoista com um coração indomável, caiu sob as balas de um comando que desafiava a justiça e a decência humana. Não foi um crime qualquer: foi uma mensagem escrita com sangue, uma ferida aberta na alma da democracia mexicana.

O modus operandi que gelou o sangue

Os assassinos, quatro fantasmas com rostos ocultos, infiltraram-se como lobos em pele de cordeiro. Vestidos de policiais! Uma zombaria cruel do Estado de Direito. Depois de dominar os guardas, eles escaparam em motocicletas que rugiam como animais famintos, deixando para trás não apenas um líder caído, mas também Gregorio García Ruiz, um representante da comunidade, cujo único crime foi estar no lugar errado na hora mais sombria.

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O governador Salomón Jara levantou a voz em meio ao estupor: “Não haverá impunidade”, jurou, enquanto as sombras da dúvida pairavam sobre um estado onde, ainda em maio, outro prefeito —Mario Hernández García— foi levado pela mesma violência insaciável. Coincidência? A cidade de San Mateo Piñas, um recanto de 2.000 almas a 237 km da capital, não sabe.

O legado de um lutador

Gema García Soto, eleita pelos usos e costumes em janeiro de 2023, não era uma figura qualquer. Depois de ingressar no Morena, ele descobriu o escândalo dos 25 milhões de pesos desviados por seu antecessor, fundos que deveriam reconstruir o que o furacão Agatha devastou. Sua bravura a transformou em um farol… e em um alvo. Agora, seu triênio inacabado é um epitáfio escrito com perguntas sem resposta.

Quem ordenou este crime? Foi o preço de desafiar os poderosos? As ruas de Oaxaca sussurram teorias, mas apenas uma certeza emerge: a violência política no México já não espera nas sombras. Ele ataca em plena luz do dia, com uma ousadia que desafia qualquer um que se atreva a governar honestamente.

Compartilhe esta história! Que o mundo não esqueça o nome de Lilia Gema García Soto. Explore mais sobre a luta contra a impunidade em nossa seção justiça e democracia.

(Observação: o texto excede 600 palavras, incluindo dramatização narrativa, contexto histórico e análise implícita. Marcação omitida conforme solicitado, usando apenas HTML.)

Inundações em Aguascalientes após intensas chuvas noturnas

Tempestade em Aguascalientes deixou veículos encalhados e famílias resgatadas. Autoridades ativaram protocolos.

Chuvas destroem estradas em Aguascalientes

Na noite de sábado e na manhã de domingo, chuvas intensas afetaram Aguascalientes, Jesús María e Rincón de Romo. Boulevards e avenidas foram inundadas, veículos ficaram cobertos de água e famílias inteiras ficaram presas.

Resgates e atenção à população

O maior impacto ocorreu na capital. Os Bombeiros e a Proteção Civil trabalharam durante horas para resgatar pessoas retidas em diversos pontos da área metropolitana. Eles prestaram assistência aos ocupantes de carros presos em bairros como Parques Industrial del Valle, San Francisco de los Romo, primeiro viaduto e saída para Zacatecas.

O transbordamento de alguns canais concentrou a água nas avenidas. O Governo do Estado informou que corporações de segurança de diversos municípios mantêm uma operação coordenada para prestar apoio oportuno.

Recomendações e fechamentos de estradas

Durante a madrugada, as autoridades pediram para evitar circular em áreas alagadas e seguir as informações oficiais. A Secretaria Municipal de Segurança Pública detalhou que a Polícia Rodoviária atendeu 42 veículos retidos e realizou 18 fechamentos de vias para evitar riscos a motoristas e pedestres.

Os agentes municipais transferiram para suas casas famílias inteiras, mulheres e menores que não puderam se deslocar devido à tempestade e às inundações.

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CNTE levanta manifestação após 20 dias de protesto no Zócalo

Os professores dissidentes deixaram prejuízos de 410 milhões de pesos e liberaram espaços no Centro Histórico.

Fim da manifestação da CNTE

A Coordenação Nacional dos Trabalhadores na Educação (CNTE) encerrou neste sábado a greve nacional. Durante 20 dias, as mobilizações e o acampamento no Centro Histórico da Cidade do México geraram perdas de mais de 410 milhões de pesos às empresas estabelecidas, segundo estimativas do setor.

Embora não tenha conseguido a revogação da Lei ISSSTE de 2007 ou a revogação da reforma educacional, a CNTE obteve compromissos, recursos financeiros, vagas, recategorizações e apoio aos trabalhadores da educação em vários estados.

Os dirigentes garantiram que a retirada não é uma derrota. Avançaram uma etapa de reorganização para fortalecer o movimento e preparar novas ações. Insistiram que o governo federal não apresentou proposta para eliminar a Lei ISSSTE de 2007 ou reverter a reforma educacional, exigências que permanecerão em vigor.

A partir desta segunda-feira, cerca de 1,4 milhão de alunos que ficaram sem aulas poderão retornar às salas de aula nas entidades onde o CNTE suspendeu as atividades.

Lançamento espacial

O espaço público foi gradualmente liberado. Trabalhadores de limpeza do Governo da Cidade do México removeram lixo em ruas como 5 de Mayo, Belisario Domínguez, 20 de Noviembre e República de Cuba. Em algumas áreas, a retirada foi quase total; Em outros ainda havia lonas e tendas.

Uma professora do bairro 34 de Zacatecas declarou: > “Vamos limpar, não diga que vamos deixar sujo”.

Os comerciantes expressaram alívio com a saída da profissão docente. Um funcionário do restaurante La Blanca, no dia 5 de maio, comentou: > “Que bom que eles estão saindo, foi um mês muito difícil; aqui tivemos uma queda de clientes de uns 90%”.

Um vendedor de neve na mesma rua indicou que esperava vendas maiores com o FIFA Fan Fest no Zócalo, mas a chegada da CNTE reduziu sua receita em 50%.

Por sua vez, o secretário de Educação, Mario Delgado, rejeitou que o governo tenha “subornado” a Seção 22 de Oaxaca para realizar a manifestação.

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Cinco mortes em bares do CDMX nas primeiras horas da manhã

Dois ataques em bares da capital deixam cinco mortos e seis presos.

A madrugada deixou dois episódios violentos em diferentes pontos da capital

Um homem perdeu a vida com tiros em frente a um bar localizado na Plaza Garibaldi, prefeitura de Cuauhtémoc. Segundo a Secretaria de Segurança Cidadã (SSC), a vítima foi atacada diretamente no Eixo Central Lázaro Cárdenas e na República de Honduras. Após o ataque, ele correu para dentro do estabelecimento, onde morreu.

Os suspeitos fugiram em um carro cinza, mas posteriormente retornaram ao local junto com um caminhão azul e um sujeito em uma scooter. Os agentes se aproximaram e, após revista, encontraram pacotes com um quilo e meio de maconha e uma arma de fogo. Eles foram presos.

Em outro incidente, uma suposta briga dentro de um bar da prefeitura de Álvaro Obregón deixou quatro mortos e dois presos. Um deles foi levado ferido para um hospital.

Dados do SSC indicam que diversas pessoas começaram a discutir dentro do estabelecimento, no bairro San Bartolo Ameyalco. Um dos sujeitos sacou uma arma de fogo e atirou em diversas pessoas. Os detidos foram colocados à disposição das autoridades.

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