O Poder Judiciário da Federação reconheceu aumento significativo de fauna nociva em suas propriedades. Ratos, baratas e insetos rastejantes afetam arquivos, equipamentos e a saúde dos usuários.
“Foi identificado um aumento na presença de fauna e pragas nocivas em diversos imóveis do Poder Judiciário da Federação, situação que afeta diretamente a conservação dos imóveis, a funcionalidade das instalações e equipamentos, a preservação dos arquivos e da documentação institucional, [bem como] as condições de saúde dos usuários”, diz o documento SEA/DGIM/316/2026.
Dado o problema, foi lançado o concurso nacional OAJ/SEA/DGRM/LPN/015/2026 para um serviço de fumigação. No entanto, a Direção Geral de Imobiliária e Manutenção cancelou o processo ao determinar que é necessária uma abordagem diferenciada por região.
Regiões e pragas predominantes
Estudos técnicos revelaram que cada área tem seus próprios problemas:
- Região Norte (Sonora, Chihuahua, Coahuila): climas secos e semiáridos; Predominam roedores, insetos rastejantes e cupins.
- Região Central (CDMX, Estado do México, Puebla, Querétaro, Guanajuato): clima temperado; baratas, roedores e vetores em áreas verdes.
- Região Sul-Sudeste e Golfo (Veracruz, Tabasco, Chiapas, Oaxaca): clima úmido; mosquitos, baratas, fungos e cupins.
- Região Peninsular (Yucatán, Quintana Roo, Campeche): clima tropical; cupins, mosquitos, formigas e fauna urbana.
A agência explicou que não é viável utilizar um único produto para todo o país. Por isso, recomenda um manejo integral com insumos específicos para interiores, áreas verdes e elementos estruturais, adaptados às pragas de cada região. A nova licitação deverá considerar esta abordagem técnica e preventiva.




