Patricio Cabezut viveu um Dia dos Pais marcado pela ausência de suas duas filhas. Há quatro anos que o motorista não tem contacto com eles, na sequência do processo por alegado abuso sexual agravado movido pela sua ex-mulher, Aurea Zapata, em 2024.
A canção da ausência
Em vez de fotos de família, Cabezut compartilhou nas redes sociais uma música que escreveu: “Feridas invisíveis”. Ele acompanhou o assunto com um vídeo em que aparece com os olhos vidrados e fala sobre o silêncio que o separa de Lucía e Fátima – nomes de suas filhas, menores.
“Descobri uma nova forma de habitar o mundo, é como quando você mergulha no fundo de uma piscina e a água cria uma bolha que te isola de tudo”, expressou ele no clipe.
O apresentador vinculou seu estado emocional ao processo judicial: “A depressão flerta com você o dia todo, principalmente de manhã, ao acordar, se conseguir fazer isso antes do meio-dia”.
O vazio diário
Questionado pelo programa Venga la joy, Cabezut esclareceu que a dor não é exclusividade de datas especiais: “Mais muitos dias em que essas meninas não estiveram com o pai.
Ele lembrou da proximidade que tinha com eles: “Éramos pai e duas meninas que fazíamos todas as atividades juntos. Ter um programa de duas horas me permitia faltar apenas pela manhã, quando eles estavam na escola”.
Ele afirmou que as filhas também sentem falta dele: “O pai deles continua lutando por elas, continua levantando a voz por elas. Eu sei que elas me amam e sentem minha falta”.
Até o momento, Aurea Zapata não se pronunciou sobre as palavras de Cabezut. Em suas redes, ela compartilhou uma imagem com frases como “Nunca aprendi a odiar” e “Durmo tranquila com a certeza de que tenho um coração enorme”.




