Pachuca esmaga FC Juárez e soma segunda vitória

Os Los Tuzos somam a segunda vitória do torneio com uma vitória contundente em casa sobre um time do Braves que não se aguenta.

Los Tuzos não perdoam em casa

O Pachuca mostrou a força local e venceu o FC Juárez por 2 a 0. Com este resultado, a equipe do Hidalgo alcança a segunda vitória no torneio, enquanto o Braves ainda não consegue encontrar o caminho.

O jogo começou com intensidade. Aos 13 minutos, Carlos Sánchez e Alexei Domínguez combinaram para um chute que balançou a trave de Sebastián Jurado. Foi um aviso claro do que estava por vir.

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A pressão deu resultado aos 31 minutos. Alan Bautista tentou a sorte, Mosquera afastou, mas o rebote caiu perfeito para Salomón Rondón. O venezuelano não falhou diante de uma oportunidade clara e abriu o placar.

“A recuperação foi ideal para mim, só tive que forçar. São metas nas quais você trabalha a semana toda”, Rondón comentaria mais tarde sobre seu objetivo.

O segundo tempo trouxe mais emoções. Guilherme esteve perto de empatar com uma tesoura espetacular que acabou nas mãos do goleiro local. Foi o susto mais grave para quem estava em casa.

Mas Pachuca manteve o controle. Aos 87 minutos, Christian Rivera aproveitou um erro após alta pressão de Rondón e passe preciso de ‘Pocho’ Guzmán para chutar Jurado. O colombiano selou assim os três pontos com um golaço.

A lição do jogo é clara: perseverança e aproveitar as oportunidades fazem a diferença. Os Tuzos foram eficazes quando mais precisaram, enquanto os Braves mais uma vez ficaram em falta.

Agora é hora de continuar trabalhando. Para Pachuca, consolidar; para Juárez, buscar soluções com urgência antes que o torneio lhes escape.

Noel León faz história em Mônaco, mas não se compara a Checo

O nativo de Monterrey venceu o sprint da F2 e divide recorde com Pérez, mas permanece humilde.

Vitória histórica em Mônaco

Noel León se tornou o segundo mexicano a vencer no circuito de Mônaco, após vencer a corrida sprint da Fórmula 2 em 2026. O piloto da Campos Racing igualou o feito que Sergio Pérez conseguiu em 2010, quando a categoria ainda se chamava GP2.

“Obviamente, Mônaco é uma das pistas que todo piloto deseja vencer. Vencer Mônaco é sempre muito especial”, declarou Noel em entrevista ao EL UNIVERSAL Deportes.

Pérez repetiu o triunfo no Principado já na Fórmula 1 com a Red Bull, consolidando o seu legado. O nome de León já está inscrito na história do automobilismo nacional, mas o Monterrey evita qualquer comparação direta.

Sem comparações com o tcheco

Apesar de compartilhar esse disco, Noel deixa claro que seu caminho está apenas começando.

“Ser igual ao ‘Checo’… A verdade é que não sou igual. Ele é ótimo e conquistou muito mais coisas do que eu. Obviamente, no processo, fiz coisas parecidas, ganhei vários campeonatos, consegui vencer uma corrida em Mônaco, mas – no final das contas – ele já conseguiu estar na Fórmula 1 e ficar por muitos anos. Realmente, não posso me comparar a ele. Estou no processo”, disse o Campos Racing meio-campista.

As palavras de Jimmy Morales, diretor geral da Escudería Telmex, apontaram Noel como um forte candidato para substituir Pérez no futuro. O jovem piloto recebe esse apoio com motivação.

“Ter vindo do grande Jimmy é sempre muito bom”, concluiu Noel.

León continua seu processo na F2, enquanto sua vitória em Mônaco já faz parte de um seleto grupo de pilotos mexicanos que conquistaram essa etapa.

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Guillermo Ochoa anuncia sua aposentadoria do futebol profissional

O histórico goleiro mexicano pendura as luvas após 21 anos de carreira e seis Copas do Mundo.

A despedida de uma lenda

Guillermo Ochoa, goleiro histórico da Seleção Mexicana, anunciou nesta terça-feira, 21 de julho, sua aposentadoria do futebol profissional. Ele fez isso depois de ter participado da Copa do Mundo Norte-Americana de 2026, seu sexto torneio da Copa do Mundo. Com quase 21 anos de carreira, o jovem do América fecha um ciclo que o tornou um símbolo do futebol nacional.

“Nunca imaginei até onde um sonho poderia me levar. Hoje só posso olhar para trás com orgulho e dizer: OBRIGADO. Obrigado à minha família. Obrigado aos meus companheiros. Obrigado a cada torcedor que esteve presente em todas as etapas do caminho”, escreveu em suas redes sociais.

Ochoa também agradeceu o apoio da torcida tricolor: “Levo comigo o amor de milhões e a tranquilidade de ter dado tudo pelo México.

Momentos indeléveis

Participou de seis Copas do Mundo (Alemanha 2006, África do Sul 2010, Brasil 2014, Rússia 2018, Catar 2022 e América do Norte 2026), mas disputou quatro. No Brasil 2014, sua estreia como titular, ele defendeu uma cabeçada de Neymar que parecia um gol certeiro. No Catar 2022, ele defendeu pênalti contra Robert Lewandowski, mantendo o placar zerado.

Seu último jogo foi na América do Norte em 2026. Javier Aguirre o convocou como terceiro goleiro, mas deu-lhe 18 minutos contra a República Tcheca, na fase de grupos. Entrou com o placar de 0 a 2 a favor do México, no lugar de Raúl Rangel. Ninguém sabia então que seria sua despedida.

Ochoa sai em paz, com o reconhecimento de um torcedor que o viu crescer das categorias de base do América para brilhar no futebol mundial. Seu legado permanece gravado na história do esporte mexicano.

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Guillermo Ochoa pendura as luvas: adeus a uma lenda do futebol

Guillermo Ochoa anuncia sua aposentadoria após 20 anos de carreira e sendo o mexicano com mais Copas do Mundo.

A despedida de um ícone

Guillermo Ochoa, goleiro mexicano que disputou seis Copas do Mundo, anunciou sua aposentadoria do futebol profissional. Aos 41 anos, o goleiro que é símbolo do Tricolor e multicampeão com o América, compartilhou a novidade em suas redes sociais.

“Dei tudo, deixei tudo… Nas minhas equipes e na minha seleção. E hoje entrego as luvas”, escreveu.

Sua carreira durou mais de duas décadas. Desde o início no Coapa até brilhar na Europa com Ajaccio, Málaga, Standard de Lieja e Salernitana. No México, defendeu o América em duas etapas e conquistou títulos da Liga, Copa e Concachampions.

Um legado indelével

Ochoa foi titular em cinco Copas do Mundo consecutivas (2006, 2010, 2014, 2018, 2022) e entrou como reserva em 2002, sem jogar. Sua atuação contra o Brasil em 2014 e suas defesas contra a Holanda em 2014 fazem parte da memória coletiva.

Além disso, conquistou a medalha de bronze em Tóquio 2020 pela seleção mexicana sub-23.

“A minha selecção ensinou-me a verdadeira dimensão desta responsabilidade. E talvez por isso o destino quis que tudo terminasse onde começou: o Estádio Azteca”, disse.

Sua despedida fecha um capítulo para o futebol mexicano. Deixa um registo de jogos pela Seleção Nacional (150+) e um exemplo de profissionalismo.

“A quem vier depois, confie: o arco não pede perfeição, pede orgulho”, concluiu Ochoa.

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