Desde cantar baladas até salvar vidas (ou pelo menos tentar)
Finalmente! Depois de 14 longos anos fazendo metade do mundo chorar com suas baladas, Pablo Alborán decidiu que ser o Romeu do pop espanhol não era mais suficiente. Seu novo capricho? Brincando de ator na segunda temporada de “Respira”, aquela série médica onde, ironicamente, ninguém parece ter tempo para respirar em meio a tanto drama hospitalar.
Netflix: o novo playground para cantores frustrados
O málaga, que até agora só aparecia nas produções como alguém “de passagem” (leia-se: participações especiais dignas de um “era ele ou eu o imaginei?”), agora terá que memorizar roteiros mais longos do que a lista de seus ex-namorados imaginários. “Estava estudando há quatro anos e meio”, confessa, o que nos faz pensar: na academia de atuação ou como manter aquele sorriso perfeito sob pressão?
A série, que chegará à Netflix no final do ano, promete mostrar o artista em um papel “totalmente diferente”. Tradução: veremos menos microfones emocionais e olhares mais intensos para monitores cardíacos. Alborán conseguirá nos convencer de que é um médico e não o típico paciente que chega cantando à sala de cirurgia? O tempo dirá.
Enquanto isso, seus fãs já estão divididos entre aqueles que morrerão para vê-lo de jaleco branco e aqueles que sentirão falta de seu choro melódico. De nossa parte, só esperamos que ele não acabe diagnosticando o amor com um ultrassom… embora, olhando para sua história, não ficaríamos surpresos.
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