Os jeans mais bem avaliados da Profeco: o que são?

A Profeco avaliou 30 modelos de calças jeans; Estas são as marcas com melhor resistência.

O jeans, conhecido mundialmente como denim, continua sendo um dos têxteis mais populares. Para orientar o consumidor, a Agência Federal de Defesa do Consumidor (Profeco) analisou 30 modelos de calças masculinas por meio do seu Laboratório Nacional de Defesa do Consumidor.

Resultados da análise

Treze modelos eram 100% algodão e 17 eram uma mistura de fibras. Todas as peças obedeceram às informações comerciais e rotulagem. Entretanto, os testes de durabilidade e consistência geométrica apresentaram diferenças importantes.

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Na categoria de algodão puro, a Silver Plate foi a única marca a receber uma classificação Excelente em termos de durabilidade geral. Quanto à solidez da cor após a lavagem, nove dos treze modelos mantiveram suas propriedades sem alterações críticas.

No segmento de blend de fibras, a Levi’s (modelo 510) e a Oggi (variantes amaciadas Croster Holland e amaciadas Ragnar RPV) se destacaram pela maior resistência ao desgaste. Em contrapartida, os modelos de Lee e Oggi (rebelde Vaxter) apresentaram leve encolhimento, enquanto Big John e Furor registraram torções nas pernas após a lavagem.

Recomendações Profeco

A agência alerta que muitas peças de vestuário de marcas como Big John, Furor, Oggi, Yale e Member’s Mark apresentam dimensões ligeiramente superiores ao tamanho indicado. Por isso, ele recomenda sempre experimentar a calça antes de comprar.

Para prolongar a vida útil do tecido e reduzir o impacto ambiental, a Profeco sugere:

  • Verifique as costuras: evite fios soltos, descolorações ou juntas ruins.
  • Lave a roupa antes de usá-la pela primeira vez para eliminar impurezas e evitar irritações. A tinta pode sair no início, por isso é recomendável não misturá-la com outras roupas.
  • Secar à sombra: a exposição direta ao sol acelera a perda de cor.
  • Considere o peso: as calças avaliadas pesam entre 367 e 485 gramas por metro quadrado, fator fundamental para o conforto diário.

Mexicana inaugura rota AIFA-Chihuahua com tarifas a partir de 1.149 pesos

Mexicana lança rota AIFA-Chihuahua com cinco voos semanais a partir de 1.149 pesos.

A Mexicana de Aviación, companhia aérea do governo federal, colocou em operação sua 17ª rota: a ligação entre o Aeroporto Internacional Felipe Ángeles (AIFA) e Chihuahua. O voo inaugural partiu na segunda-feira, 13 de julho, às 16h10, a bordo de um Embraer 195 E2 de nova geração.

Detalhes da rota

A rota funcionará às segundas, quartas, quintas, sextas e domingos. Saída da AIFA às 16h10; Retorno de Chihuahua às 18h45. Os ingressos de ida e volta são oferecidos a partir de 1.149 pesos, disponíveis no site oficial, aplicativo mobile, por telefone e no módulo de vendas da AIFA.

Leobardo Ávila Bojórquez, diretor geral da Mexicana, declarou na cerimônia:

A abertura desta nova rota representa muito mais que um voo, simboliza a criação de uma ponte permanente de oportunidades entre o centro e o norte do país. É uma conexão que fortalecerá o turismo, o comércio, o investimento e o intercâmbio social.

Ávila acrescentou que a rota integra Chihuahua com toda a rede de destinos Mexicana através do centro de operações da AIFA. A empresa paraestatal pretende adicionar mais duas rotas antes do final do mês: AIFA-Hermosillo e AIFA-Bajío, que atingirão 19 conexões nacionais.

A nova rota procura fortalecer a conectividade entre o centro e o norte do país, oferecendo alternativas para turismo e negócios.

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Corrupção no México: custo recorde de 3.865 pesos por habitante

O custo da corrupção por cidadão atingiu 3.865 pesos em 2025, segundo a Coparmex.

O custo da corrupção em 2025

A corrupção no México custou em média 3.865 pesos por cidadão em 2025, informou a Coparmex. As perdas totais aproximam-se dos 17 mil milhões de pesos, segundo a organização patronal.

Os dados são da pesquisa #DataCoparmex e da Pesquisa Nacional de Qualidade e Impacto Governamental (ENCIG) do Inegi. O relatório alerta que este fenómeno desencoraja o investimento, aumenta os custos operacionais e destrói a segurança jurídica.

40,2% das empresas associadas da Coparmex relataram ter sido vítimas de corrupção no último ano. A maior incidência foi registrada na esfera municipal com 62,2%, seguida pela estadual com 57,8% e pela federal com 42,8%.

O Inegi revelou 98,9% de impunidade nos crimes que afectam unidades económicas. Práticas como suborno, extorsão e atrasos injustificados raramente são denunciadas ou investigadas.

O México caiu para o 141º lugar entre 182 países no Índice de Percepção da Corrupção de 2025, com apenas 27 pontos em 100.

Diante deste cenário, a Coparmex reiterou sua disposição de colaborar com os três níveis de governo nas reformas regulatórias e nos mecanismos de integridade. Sublinhou que é urgentemente necessário um Estado de direito eficaz para recuperar a confiança e fortalecer a competitividade do país.

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Ken Salazar: Nunca soube dos pagamentos ao governador de Sinaloa

O diplomata afirma não ter qualquer apoio às alegações de El Mayo Zambada.

O ex-embaixador dos Estados Unidos no México, Ken Salazar, afirmou que durante a sua administração não recebeu informações sobre supostos pagamentos de colaboradores de Ismael “El Mayo” Zambada ao governador licenciado de Sinaloa, Rubén Rocha Moya, ou a outros funcionários do Estado.

Em entrevista à jornalista Ilia Calderón para o programa N+Univision Esta Semana, o diplomata negou ter apoio às alegações feitas pelo suposto líder criminoso após sua captura. Salazar abordou o assunto no contexto da publicação do seu livro “Borderlands. My fight for a inclusive America”.

O ex-funcionário revelou que tentou, sem sucesso, contactar o ex-Presidente Andrés Manuel López Obrador para esclarecer que os Estados Unidos não tinham conhecimento prévio nem autorizaram operações no México durante a transferência de Zambada.

Questionado sobre as declarações da Presidente Claudia Sheinbaum, que sugeriu que Salazar mentiu, o diplomata defendeu a sua posição afirmando que a verdade deve nortear o futuro da relação bilateral. Finalmente, reiterou a necessidade de fortalecer a aliança de confiança mútua entre ambos os países para trabalhar de forma coordenada em matéria de segurança.

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