O telhado de uma boate na República Dominicana enterra vidas e esperanças

Quando o ritmo do merengue se transformou em gritos de terror Ah, Santo Domingo, a terra do merengue, o sol e… dois peitos que caem…

Quando o ritmo do merengue se transformou em gritos de terror

Ah, Santo Domingo, a terra do merengue, do sol e… dos tetos que caem como dominós? Isso mesmo, amigos. Pelo menos 44 pessoas decidiram que sua última noite neste mundo seria dançar ao som da música, até que o telhado do clube Jet Set, num ato de rebelião arquitetônica, disse “é aqui que viemos” e desabou com a elegância de um elefante em uma tenda de vidro. Resultado? Mais de 160 feridos e uma tragédia que deixou metade do país se perguntando: até que ponto os coquetéis e os destroços se tornaram a mesma coisa?

O resgate: heroísmo entre poeira e desespero

Enquanto os bombeiros tocavam “quem levanta mais concreto?” e os exercícios soavam como uma banda de heavy metal desafinada, as autoridades insistiam que “muitos ainda estavam vivos” sob os escombros. Claro, porque nada motiva mais uma equipe de resgate do que a ideia de que, a qualquer momento, alguém debaixo de toneladas de concreto possa estar fazendo parada de mão com os pulmões cheios de poeira. Entre os falecidos estava a governadora Nelsy Cruz, que, ironicamente, teve tempo de ligar para o presidente para avisar que o telhado havia literalmente caído em cima dela. Prioridades? Os justos.

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E o elenco estelar de vítimas não poderia faltar: de um ex-arremessador da MLB a um cantor de merengue que, no meio do show, descobriu que o verdadeiro “colapso” não era o da música, mas o do teto. Seu empresário, vestindo a camisa mais pitoresca do local (decorada com respingos de sangue), disse que tudo foi tão repentino que chegou a pensar em um terremoto. Porque, claro, na República Dominicana, quando o chão treme, a primeira coisa que você pensa é: “É um terremoto ou apenas o DJ indo do reggaeton para a bachata?”

Esperança, aquele placebo em tempos de caos

Fora da boate, parentes faziam fila para o pior sorteio de suas vidas: “Será que meu ente querido estará vivo ou já está nos bastidores, no céu?”. Entre lágrimas e orações, alguns, como Manuel Olivo, agarraram-se à fé divina porque, o que mais se tem quando a engenharia falha? Enquanto isso, o presidente Abinader distribuiu abraços como se fossem cupons de desconto, prometendo que “Deus permitiria mais resgates”. Por sua vez, as ambulâncias tentavam abrir caminho no meio da multidão, como se transportassem o último sorvete de um dia de verão.

Nos hospitais, um funcionário lia os nomes dos sobreviventes como se fosse a lista de vencedores de um reality show, enquanto parentes gritavam como se estivessem em um bingo macabro. E, se não bastasse, o Instituto de Patologia Forense projetou imagens das vítimas como se fosse uma galeria de arte abstrata: “Aquele seu ente querido? Não, esse é o quadro número 12.”.

A causa do colapso? Não faço ideia. A Jet Set emitiu uma declaração cheia de “dor e consternação”, que, sejamos honestos, é o equivalente corporativo de “Sinto muito, mas não é nossa culpa”. Enquanto isso, o país inteiro se pergunta: quem assina os alvarás de construção, uma cartomante?

Você ficou comovido com essa tragédia absurda? Compartilhe em suas redes e participe da conversa. Ou melhor ainda, explore mais histórias onde a ironia da vida supera qualquer roteiro.

China: tempestades deixam pelo menos 11 mortos e centenas de feridos

Tempestades e tornados atingiram o centro e o sul da China, deixando pessoas mortas e desabrigadas.

Tornados e chuvas recordes atingem a China

Pelo menos 11 pessoas morreram e mais de 330 ficaram feridas depois de vários tornados e tempestades atingirem a província central de Hubei, segundo a agência oficial Xinhua. O mau tempo afetou 14.600 habitantes; Mais de 20 casas desabaram e outras 4.800 foram danificadas. Uma pessoa continua desaparecida.

Um tornado da categoria EF2 atingiu a cidade de Huanggang. Os ventos levantaram caminhões e os deslocaram até 30 metros em um armazém e área de logística. Vídeos partilhados nas redes sociais mostram o momento em que fortes rajadas partiram portas de vidro. Tornados são raros em Hubei, mas os remanescentes da tempestade tropical Maysak contribuíram para sua formação, segundo o meteorologista Wang Xiaoling.

Inundações em Guangxi

No sul, seis pessoas morreram e onze estão desaparecidas devido às chuvas recordes associadas a Maysak na região de Guangxi. A água afetou 375 mil pessoas; 130.000 foram evacuados. As autoridades informaram que 341 reservatórios ultrapassaram os níveis de controle de enchentes e 56 estações de monitoramento registraram recordes históricos.

O funcionário regional Cai Yunge alertou sobre vazamentos, deslizamentos de terra e colapsos estruturais devido à saturação prolongada de reservatórios e barragens. O abastecimento de água potável, as estradas, as redes eléctricas e as comunicações sofreram danos significativos.

Trabalho de resgate

Mais de 8.000 equipes de resgate foram mobilizadas em 1.700 veículos. Guangxi emitiu um alerta vermelho para inundações, a categoria mais elevada. Os níveis dos rios subiram até 7,5 metros acima das marcas de alerta, segundo a Xinhua. Nas redes sociais, moradores pediram ajuda quando não conseguiram contato com familiares nas áreas alagadas.

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Ataque a petroleiro no Estreito de Ormuz alimenta tensões

Um petroleiro é atingido por um projétil ao largo de Omã. As tensões crescem com o Irão.

Um petroleiro que navegava ao largo da costa de Omã, no Estreito de Ormuz, pegou fogo na manhã de terça-feira após ser atingido por um projétil, informou o Exército Britânico.

É o ataque mais recente contra um navio naquela rota estratégica, por onde transitou em tempos de paz um quinto do petróleo e do gás natural comercializados no mundo. As suspeitas apontam para o Irão, que já foi acusado de ataques anteriores em águas próximas da costa de Omã.

Negociações sobre pausa e funeral em massa

Os Estados Unidos procuram retomar as negociações com o Irão para reabrir totalmente o estreito, reduzir o programa nuclear de Teerão e pôr fim definitivamente à guerra que começou em 28 de Fevereiro. No entanto, os ataques a navios provocaram respostas militares de Washington, seguidas de respostas iranianas contra os Estados árabes do Golfo, aumentando o risco de escalada.

As negociações parecem suspensas até que seja concluído o funeral do líder supremo do Irão, o aiatolá Ali Khamenei, falecido nas primeiras horas do conflito. Seu corpo foi transportado de avião para a cidade de Qom, onde uma multidão o homenageou na terça-feira.

Detalhes do ataque

A agência de Operações Comerciais Marítimas do Reino Unido disse que o navio foi atacado perto de Limah, Omã. O projétil atingiu bombordo ao tentar sair do estreito curso em direção ao Golfo de Omã. Nenhum impacto ambiental foi relatado e as autoridades estão investigando.

Anteriormente, o comando militar conjunto do Irão alertou que todos os petroleiros devem utilizar rotas aprovadas. “Qualquer incumprimento terá uma resposta imediata”, afirmou um comunicado iraniano, que também ameaçou reagir à interferência dos EUA.

Como parte de um pacto provisório, ambos os países concordaram em libertar a navegação durante 60 dias, mas Teerão insiste em controlar as rotas e cobrar pela passagem, o que Washington e vários países árabes rejeitam. Tentativas anteriores de Omã e da ONU para estabelecer uma rota alternativa provocaram ataques no Médio Oriente.

A empresa Kpler informou que pelo menos 108 navios cruzaram o estreito no fim de semana utilizando diversas rotas.

Funeral de Khamenei

A televisão estatal iraniana mostrou ao vivo centenas de milhares de pessoas caminhando em direção à mesquita Jamkaran para um funeral. Os banners apresentavam imagens de Khamenei e do seu filho, Moytabá Khamenei, nomeado o novo líder supremo, embora ele ainda não tenha aparecido nas cerimónias. Acredita-se que ele esteja sob custódia após ser ferido no ataque que causou a morte de seu pai.

As autoridades fecharam ruas e espaço aéreo para o luto, que termina quinta-feira, quando Khamenei será enterrado em Mashhad. Ele tinha 86 anos.

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Canadá escolhe a Alemanha para sua maior compra militar: 12 submarinos

Canadá nomeia empresa alemã para construir até 12 submarinos, a maior aquisição militar de sua história.

Canadá escolhe ThyssenKrupp para sua maior aquisição militar

O Canadá selecionou a empresa alemã ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS) como fornecedor preferencial para a construção de até 12 submarinos. O primeiro-ministro Mark Carney classificou a operação como a maior aquisição militar da história do país.

O anúncio surge dias antes de Carney participar numa cimeira da NATO, onde os aliados enfrentam pressão para aumentar os seus gastos com defesa. O presidente afirmou que a plataforma TKMS é ideal para as águas do Ártico e para a aliança.

“O submarino é comprovado e capaz”, declarou Carney.

A TKMS fornece submarinos a mais de um terço dos membros da OTAN. Carney não quis revelar o preço exato, mas disse que envolverá um investimento de “dezenas de bilhões de dólares”.

O chanceler alemão Friedrich Merz agradeceu a Carney e enfatizou:

“Este é um sinal forte para a nossa aliança transatlântica e europeia.”

A empresa alemã venceu o sul-coreano Hanwha Ocean. A ThyssenKrupp disse que os seus submarinos reforçarão a interoperabilidade, uma vez que muitos aliados da NATO já operam embarcações com propulsão convencional.

O Canadá comprometeu-se a aumentar as suas despesas militares depois de anos de atraso em relação aos objectivos da OTAN. Carney prometeu aumentar os gastos com defesa para 5% do PIB até 2035, depois de atingir 2% do PIB este ano, a meta anterior da aliança. O plano fiscal canadiano prevê gastos que atinjam 4% do PIB até 2030.

Alemanha e Noruega, países que projetam juntos os submarinos, abrirão espaços de produção para agilizar as entregas. O Canadá receberia quatro submarinos até 2034, dois anos antes do projetado. A nova frota substituirá os quatro submarinos da classe Victoria, adquiridos em segunda mão no Reino Unido no final da década de 1990.

Nenhuma empresa americana apresentou proposta, pois os Estados Unidos apenas constroem submarinos com propulsão nuclear, enquanto o Canadá procurava navios convencionais.

“A soberania do nosso país, delimitado por três oceanos e pela maior linha costeira do mundo, depende das nossas capacidades marítimas”, concluiu Carney.

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