México se torna potência mundial do UFC

O México não é mais apenas um público do UFC, é um protagonista. Com campeões e torcedores apaixonados, o país vive seu melhor momento nas artes marciais.

O octógono já tem casa no México

O UFC encontrou algo especial aqui: uma base de fãs que vivencia cada show como se fosse seu. De um mercado emergente nos tornamos um dos territórios mais ativos do mundo. Conversa digital, casas cheias e talentos de exportação.

Este crescimento coincide com uma mudança fundamental: a Paramount+ quer ser o lar do combate na região. Integram UFC, boxe e artes marciais em sua oferta esportiva. O streaming redefine a forma como consumimos este esporte.

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Os heróis que mudaram tudo

A virada aconteceu em março de 2023. Alexa Grasso conquistou o cinturão mundial peso mosca no UFC 285 e gerou um fenômeno histórico na mídia.

Sua vitória gerou reconhecimento institucional, presença constante na mídia e uma conversa focada no orgulho nacional e no empoderamento feminino.

Embora tenha perdido o título em 2024, Grasso continua sendo referência obrigatória quando falamos do crescimento do MMA mexicano.

Se Grasso simboliza o momento histórico, Brandon Moreno representa o vínculo emocional. O nativo de Tijuana, primeiro campeão mexicano nascido aqui no UFC, tem desfrutado de altíssimos picos de atenção.

A vitória em casa em 2025 reacendeu a expectativa por mais uma corrida no campeonato. Para muitos fãs, Moreno é o rosto mais próximo que o UFC tem no México.

E depois há Yair “El Pantera” Rodríguez. O seu impacto não se mede apenas nos títulos, mas na visibilidade global. Estilo criativo, finais virais e presença constante em destaques internacionais.

Rodríguez reforça nossa imagem de país que produz talentos e competitivos e espetaculares para o público global.

Conversa que não para

Entre 2023 e 2025, o UFC acumulou centenas de milhares de menções no México. Os picos vieram com:

  • Campeonato de Alexa Grasso
  • Funções na Cidade do México
  • Eventos temáticos como UFC Night
  • Vitórias ou controvérsias de lutadores nacionais

Esses dados confirmam o óbvio: o MMA já faz parte da nossa agenda esportiva regular. Principalmente entre o público jovem que consome em tempo real e nas plataformas digitais.

O show do dia 28 será mais um capítulo

Esta noite chega quando o México não aparece mais como convidado, mas como protagonista absoluto. Com campeões recentes, concorrentes atuais e uma base de fãs cada vez mais ativa.

O país se consolida como um dos mercados mais importantes para o UFC e para o futuro do MMA regional. O octógono fecha novamente aqui… onde deixou de ser um espetáculo alienígena há muito tempo.

Chicharito nega críticas à Argentina: “Nunca disse isso”

O ex-futebolista mexicano esclarece que seus comentários não foram contra o país sul-americano.

Javier “Chicharito” Hernández se manifestou contra as acusações dos jornalistas argentinos Hugo Balassone e Gonzalo Bonadeo. O agora analista da FOX Sports negou ter dito que os argentinos “são campeões mundiais, mas pessoas muito más”.

“Eu nunca disse isso. Só disse no singular para aquele ‘jornalista’ rude. Nada era contra a Argentina, mas sim sobre o comportamento daquela pessoa”, escreveu ele no Instagram.

O ex-atacante do Chivas acompanhou sua mensagem com fotos da cobertura da Copa do Mundo de 2026, incluindo a partida das oitavas de final entre Argentina e Egito, no Estádio de Atlanta.

A origem do conflito

Balassone revelou que trocou palavras com Hernández durante essa partida. Acusou-o de insinuar que a Argentina “roubou” e “recebeu ajuda arbitral” contra o Egito. Bonadeo, por sua vez, afirmou ao vivo que Hernández descreveu os argentinos como “gente muito má”.

Mas Hernández esclareceu: “Querem inventar que odeio os argentinos. Tenho muito carinho pela Argentina e grandes amigos de lá”.

“Uma experiência ruim com uma pessoa nunca representa um país inteiro. Generalizar apenas nos distancia da verdade”, acrescentou.

O ex-jogador de futebol encerrou com uma mensagem conciliatória: “A rivalidade pode permanecer em campo. O respeito deve permanecer fora dele”.

A partida em questão terminou 3 a 2 a favor da Argentina, com gols de Cuti Romero, Lionel Messi e Enzo Fernández. O treinador egípcio, Hossam Hassan, denunciou a “injustiça” da arbitragem, criticando o VAR por não assinalar penálti e anular o golo.

A Argentina enfrentará a Suíça no dia 11 de julho pela passagem para as semifinais.

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FIFA vende grama para a final da Copa do Mundo de 2026 por US$ 450

A FIFA vende peças do campo final por US$ 450, em meio a críticas sobre o preço dos ingressos.

Uma lembrança com grama de verdade

A FIFA colocou à venda fragmentos da grama que será usada na final da Copa do Mundo de 2026, marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Cada peça custa US$ 450.

Segundo a loja oficial da agência, o segmento mede 17,5 por 17,5 por 17,5, embora não especifique se são polegadas, centímetros ou milímetros. A FIFA não respondeu imediatamente aos pedidos de esclarecimento.

“Tenha um pedaço autêntico da história do futebol com um fragmento genuíno do campo da Copa do Mundo FIFA de 2026, preservado permanentemente em acrílico premium com memória USB”, afirma a página de vendas.

O produto inclui filme de autenticidade e é entregue em caixa premium. Enviamos apenas para endereços nos Estados Unidos e Europa, e os pedidos serão enviados após o final.

Críticas ao campo e aos ingressos

Jogadores e treinadores apontaram problemas com a qualidade do campo da MetLife, que usa rotineiramente grama artificial para os jogos da NFL do New York Giants. A FIFA também tem sido questionada pelos altos preços dos ingressos: os ingressos normais para a final chegam a US$ 32.970, enquanto os pacotes de hospitalidade custam entre US$ 32.500 e US$ 34.500.

O torneio será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá, e a venda da grama busca oferecer aos torcedores um item de colecionador, embora também tenha gerado debate sobre a abordagem comercial do evento.

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Argentina enfrenta Suíça por vaga nas semifinais

A Argentina busca as semifinais contra a Suíça tendo Messi como figura.

A Argentina chega às quartas de final da Copa do Mundo depois de duas vitórias agonizantes. Venceu o Egipto por 3-2 nos oitavos-de-final, recuperando do 2-0 em 13 minutos, o mesmo resultado que contra Cabo Verde na ronda anterior. A Albiceleste caminhou até o limite, mas o técnico Lionel Scaloni reconhece que precisa melhorar.

“Estamos bem, mas provavelmente teremos que melhorar porque eles marcaram quatro gols contra nós nos últimos dois jogos”, disse o zagueiro Cristian Romero.

No sábado, em Kansas City, a Argentina enfrenta a Suíça, única seleção não europeia ainda no torneio. A Suíça nunca chegou às semifinais da Copa do Mundo; A última vez que estiveram nas quartas de final foi em 1954. Apesar da diferença de pontuação, o capitão suíço Granit Xhaka avisa: “Amanhã haverá conversa em campo”.

Dúvidas no onze

Duas posições ainda estão em debate: lateral direito (Nahuel Molina ou Gonzalo Montiel) e centroavante (Julián Álvarez ou Lautaro Martínez). Contra o Egito, Molina foi apontado, mas Montiel melhorou o ataque. No ataque, Álvarez não converte, enquanto Lautaro deu assistência para o gol da vitória. Scaloni evita alinhá-los desde o início para manter o equilíbrio.

Messi, o maior artilheiro do torneio com oito gols, tem 21 em Copas do Mundo e marcou em seis jogos consecutivos de eliminação. Ele perdeu dois pênaltis nesta Copa do Mundo, mas será sua decisão se chutar novamente.

A defesa suíça

A Suíça sofreu apenas três gols em cinco jogos. A defesa, com Xhaka, Akanji, Freuler, Elvedi e o goleiro Kobel, neutralizou a Colômbia nas oitavas de final até os pênaltis. A Argentina não tem vítimas físicas; A Suíça não pode contar com Johan Mazambi devido a lesão.

O clima em Kansas City será quente, com 30°C e pouca chance de chuva. O vencedor enfrentará a Noruega ou a Inglaterra nas semifinais.

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