México implanta exército tecnológico para combater assaltos em rodovias

Porque nada diz “segurança” como drones, helicópteros e torres de vigilância nas suas viagens.

Finalmente: um plano que transforma estradas em cenas de Missão Impossível

Ah, o romance de viajar pelas estradas mexicanas: o vento no rosto, a paisagem… e a possibilidade de um grupo de simpáticos empresários “ajudar” você a doar seu veículo. Mas alegrem-se, cidadãos! O governo decidiu que chega de agressões sendo o imposto não oficial sobre o transporte terrestre. Eles apresentaram a estratégia Zero Theft, que parece tão ambiciosa quanto “Zero Corrupção” ou “Zero Rush Hour Traffic”.

A presidente Claudia Sheinbaum, ao observar gráficos com a intensidade de quem decifra um mapa do tesouro, anunciou esta implantação de segurança que começará em três rodovias (México-Puebla, México-Querétaro e Culiacán-Mazatlán). Claro, ele prometeu estendê-lo a todo o país, porque o que poderia dar errado ao dimensionar um projeto piloto no México?

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Drones, helicópteros e torres: o kit de sobrevivência na estrada 2025

O comandante Hernán Cortés Hernández (sim, o nome é real, a ironia histórica está incluída) detalhou o arsenal mobilizado: 585 soldados, 194 veículos, helicópteros, drones e até torres de detecção. Basicamente, eles estão transformando as estradas em uma versão econômica de Black Hawk Down, mas contra o roubo de caminhões. No México-Puebla, por exemplo, existem 302 guardas nacionais e 22 drones. 22 drones? Parece que alguém do governo descobriu o Amazon Prime.

Enquanto isso, o SICT promete fechar acessos irregulares (apenas 17 dos 118 serviram em Querétaro, mas ei, é um começo), instalar arcos dinâmicos (que soam como algo de Star Trek) e construir paradores integrais. Estas últimas não são simples áreas de descanso, não! São megaprojetos com estacionamentos, áreas médicas e até “áreas de lazer”. Em outras palavras, você pode ser assaltado… mas com Wi-Fi e banheiros limpos.

O secretário Jesús Esteva Medina acrescentou que vão dobrar a capacidade do CAPUFE, que atualmente conta com 2.142 dispositivos de detecção. Dispositivos? Como aqueles que emitem um sinal sonoro quando você rouba no Walmart? Quem sabe, mas com 155 trabalhadores monitorando 24 horas por dia, 7 dias por semana, espera-se que eles tenham pelo menos café ilimitado.

A pergunta de um milhão de dólares: vai funcionar?

Com 30 pousadas planejadas para 2030 e um exército de drones, a mensagem é clara: ou você se comporta bem, ou até te observam no banheiro do posto de gasolina. É claro que, enquanto fecham acessos “irregulares”, questiona-se: será que os criminosos usarão o Google Maps para encontrar rotas alternativas? Ou seguirão a velha tática de “onde há uma lacuna, há um caminho”?

Moral: Se você for viajar por estrada, alegre-se: agora você será assaltado com vigilância aérea e em áreas com serviço de alimentação. Progresso, senhores.

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INEHRM torna-se centro de investigação e ensino

O INEHRM é transformado em centro de pesquisa e ensino sob a nova secretaria.

Transformação do INEHRM

A presidente Claudia Sheinbaum assinou o decreto que transfere o Instituto Nacional de Estudos Históricos das Revoluções do México (INEHRM) para a Secretaria de Ciência, Humanidades, Tecnologia e Inovação (SECIHTI). O instituto passa a ser um órgão público descentralizado com foco acadêmico.

Rosaura Ruiz Gutiérrez, chefe da SECIHTI, explicou que o novo esquema irá formar especialistas em história para fortalecer as capacidades nacionais em ciências sociais e humanas.

Felipe Arturo Ávila Espinosa, diretor do INEHRM, explicou que os planos de estudos vincularão o conhecimento histórico aos problemas sociais, econômicos, políticos e culturais do país, e atenderão às necessidades da Administração Pública Federal.

Oferta educacional híbrida

A oferta incluirá licenciaturas em História, Ciências Sociais e Humanas, e Administração Pública e Bom Governo. Na pós-graduação, serão acrescentados mestrados em Humanismo Mexicano, Estudos de Gênero e Feminismo e Movimentos Sociais e Resgate da Memória Histórica. Haverá também especialidades em Comunicação Política e Ensino de História.

Os graduados cobrirão temas como agrarianismo, saúde, migração, inteligência artificial, violência e direitos humanos.

Sede e chamada

A nova sede ficará na Rua Guatemala 80, Centro Histórico da Cidade do México. O primeiro edital será lançado em julho e as aulas terão início em setembro.

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Ministério Público concede medidas de proteção a vítima de violência familiar

A Promotoria de Morelos emitiu medidas de proteção após denúncia de violência familiar contra o ex-diretor da Pemex.

A Procuradoria Geral de Morelos ativou medidas de proteção a favor de Felicia Jiménez Lavie, que apresentou queixa por violência familiar contra seu marido, Víctor Rodríguez Padilla, ex-diretor da Pemex. A informação foi relatada pelo promotor Fernando Blumenkron Escobar.

As medidas, explicou o responsável, estarão disponíveis quando a vítima as exigir. A denúncia foi apresentada na Cidade do México e a Secretaria da Mulher do Governo do México acompanha diretamente o caso.

Investigação em andamento

Até agora, Jiménez Lavie não se dirigiu ao Ministério Público local para contribuir com mais elementos para a pasta da investigação. A ação foi iniciada ex officio na última sexta-feira, 26 de junho, após a divulgação de um vídeo com imagens de agressões contra a mulher.

Blumenkron garantiu que o portfólio continua sua integração. “O processo não parou e vamos continuar a garantir justiça à vítima”, afirmou. Além disso, indicou que há articulação com a Secretaria da Mulher e o Ministério Público da capital, na rota de atendimento às vítimas de violência familiar.

Dentre as ações realizadas, a Promotoria de Morelos busca localizar o endereço onde ocorreu a agressão física, para realizar laudos periciais de acordo com as imagens do vídeo veiculado pela própria vítima.

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Trump não estende T-MEC: México enfrenta revisão anual

EUA rejeitam extensão automática do T-MEC; a validade é reduzida para 10 anos com revisão anual.

Rejeição de extensão automática

Os Estados Unidos decidiram não renovar automaticamente o Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC) por 16 anos. Isto reduz a sua validade para uma década com uma revisão anual. A medida gerou preocupação entre os legisladores mexicanos.

Ricardo Monreal, coordenador do Morena em San Lázaro, explicou que o tratado permanece em vigor por mais 10 anos, mas sujeito a avaliação a cada ano. Ele observou que os Estados Unidos apresentaram 54 observações, incluindo questões como a toninha-vaquita e a pirataria. O México, por sua vez, levantou 13 pontos, incluindo a cláusula 232 sobre tarifas.

“Só que será revisto ano após ano, mas o Tratado não está concluído, continua por mais 10 anos porque foi assim que foi assinado há seis anos”, declarou Monreal.

O legislador alertou que Donald Trump tem sido um crítico constante do USMCA e apelou à consideração dos benefícios que trouxe às três nações.

Reações da oposição

Héctor Saúl Téllez, vice-coordenador económico do PAN, considerou que a posição dos EUA demonstra falta de antecipação estratégica por parte do governo federal.

“A decisão dos EUA de não prorrogar automaticamente o USMCA por 16 anos na revisão de hoje não é o fim do tratado, mas revela uma falta de antecipação estratégica por parte do governo federal”, afirmou.

Téllez lembrou que o artigo 34.7 do acordo era conhecido desde 2018. Chegar a 1º de julho sem uma prorrogação limpa representa um risco que, segundo ele, deveria ter sido evitado.

A revisão anual permitirá ajustamentos, mas persiste a incerteza sobre o futuro do comércio regional. O México e o Canadá procurarão manter a estabilidade do acordo durante os próximos dez anos.

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