Transportadores denunciam crise por bloqueios de drogas e roubos em Michoacán

Os transportadores exigem ações urgentes face ao aumento da violência e às perdas milionárias nas estradas.

Transportistas enfrentan crisis de seguridad en Michoacán

Los narcobloqueos y robos a camiones de carga han alcanzado niveles críticos en Michoacán, según denuncias de la Confederación Nacional de Transportistas Mexicanos (Conatram). Esta situación no solo interrumpe la cadena de suministro, sino que pone en riesgo vidas humanas y la viabilidad económica de las empresas del sector.

Estrategias criminales en evolución

Edgar Torres, delegado de Conatram en Morelia, detalló que los delincuentes han perfeccionado sus métodos: “Ahora desmantelan unidades completas para venderlas por partes”. Las bandas operan con alto nivel de organización, posiblemente con complicidad de autoridades, especialmente en corredores de alto riesgo como la zona serrana entre Jalisco y Michoacán.

RelacionadoGoverno pede mesa de diálogo com agricultores e transportadores

Abelardo Lozano, representante en Lázaro Cárdenas, destacó el impacto financiero: “Cada camión articulado con doble remolque vale aproximadamente 5 millones de pesos”. Estos vehículos, esenciales para el comercio portuario, son frecuentemente destruidos en bloqueos o robados para su despiece.

Vacío de seguridad tras desaparición de la Policía Federal

Ambos líderes coinciden en que la problemática se agravó con la transición a la Guardia Nacional. Torres explicó: “La falta de patrullaje especializado en carreteras creó zonas de impunidad”. Los robos se concentran en tramos como Maravatío-Zinapécuaro-Jilotepec, con un alarmante incremento en secuestros y homicidios de operadores.

Los transportistas exigen que gobiernos estatales y federal asuman los deducibles de seguros, actualmente cubiertos por las empresas. Lozano argumentó: “Cuando queman unidades en bloqueos, seguimos pagando mientras las autoridades no actúan”.

Entre las mercancías más afectadas destacan:

  • Electrónica y línea blanca
  • Automóviles y autopartes
  • Productos agrícolas perecederos
  • Juguetes y textiles

Torres calificó la situación como “un viacrucis que beneficia a la delincuencia”, criticando la liberación rápida de detenidos. La Conatram urge un plan integral que combine inteligencia policial, coordinación interinstitucional y compensaciones económicas para el sector.

¿Te preocupa el impacto económico de esta crisis? Comparte esta información para visibilizar el problema y explora nuestro análisis sobre seguridad logística en México.

Fuente: Entrevistas exclusivas con delegados de Conatram en Michoacán

INEHRM torna-se centro de investigação e ensino

O INEHRM é transformado em centro de pesquisa e ensino sob a nova secretaria.

Transformação do INEHRM

A presidente Claudia Sheinbaum assinou o decreto que transfere o Instituto Nacional de Estudos Históricos das Revoluções do México (INEHRM) para a Secretaria de Ciência, Humanidades, Tecnologia e Inovação (SECIHTI). O instituto passa a ser um órgão público descentralizado com foco acadêmico.

Rosaura Ruiz Gutiérrez, chefe da SECIHTI, explicou que o novo esquema irá formar especialistas em história para fortalecer as capacidades nacionais em ciências sociais e humanas.

Felipe Arturo Ávila Espinosa, diretor do INEHRM, explicou que os planos de estudos vincularão o conhecimento histórico aos problemas sociais, econômicos, políticos e culturais do país, e atenderão às necessidades da Administração Pública Federal.

Oferta educacional híbrida

A oferta incluirá licenciaturas em História, Ciências Sociais e Humanas, e Administração Pública e Bom Governo. Na pós-graduação, serão acrescentados mestrados em Humanismo Mexicano, Estudos de Gênero e Feminismo e Movimentos Sociais e Resgate da Memória Histórica. Haverá também especialidades em Comunicação Política e Ensino de História.

Os graduados cobrirão temas como agrarianismo, saúde, migração, inteligência artificial, violência e direitos humanos.

Sede e chamada

A nova sede ficará na Rua Guatemala 80, Centro Histórico da Cidade do México. O primeiro edital será lançado em julho e as aulas terão início em setembro.

Continuar lendo

Ministério Público concede medidas de proteção a vítima de violência familiar

A Promotoria de Morelos emitiu medidas de proteção após denúncia de violência familiar contra o ex-diretor da Pemex.

A Procuradoria Geral de Morelos ativou medidas de proteção a favor de Felicia Jiménez Lavie, que apresentou queixa por violência familiar contra seu marido, Víctor Rodríguez Padilla, ex-diretor da Pemex. A informação foi relatada pelo promotor Fernando Blumenkron Escobar.

As medidas, explicou o responsável, estarão disponíveis quando a vítima as exigir. A denúncia foi apresentada na Cidade do México e a Secretaria da Mulher do Governo do México acompanha diretamente o caso.

Investigação em andamento

Até agora, Jiménez Lavie não se dirigiu ao Ministério Público local para contribuir com mais elementos para a pasta da investigação. A ação foi iniciada ex officio na última sexta-feira, 26 de junho, após a divulgação de um vídeo com imagens de agressões contra a mulher.

Blumenkron garantiu que o portfólio continua sua integração. “O processo não parou e vamos continuar a garantir justiça à vítima”, afirmou. Além disso, indicou que há articulação com a Secretaria da Mulher e o Ministério Público da capital, na rota de atendimento às vítimas de violência familiar.

Dentre as ações realizadas, a Promotoria de Morelos busca localizar o endereço onde ocorreu a agressão física, para realizar laudos periciais de acordo com as imagens do vídeo veiculado pela própria vítima.

Continuar lendo

Trump não estende T-MEC: México enfrenta revisão anual

EUA rejeitam extensão automática do T-MEC; a validade é reduzida para 10 anos com revisão anual.

Rejeição de extensão automática

Os Estados Unidos decidiram não renovar automaticamente o Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC) por 16 anos. Isto reduz a sua validade para uma década com uma revisão anual. A medida gerou preocupação entre os legisladores mexicanos.

Ricardo Monreal, coordenador do Morena em San Lázaro, explicou que o tratado permanece em vigor por mais 10 anos, mas sujeito a avaliação a cada ano. Ele observou que os Estados Unidos apresentaram 54 observações, incluindo questões como a toninha-vaquita e a pirataria. O México, por sua vez, levantou 13 pontos, incluindo a cláusula 232 sobre tarifas.

“Só que será revisto ano após ano, mas o Tratado não está concluído, continua por mais 10 anos porque foi assim que foi assinado há seis anos”, declarou Monreal.

O legislador alertou que Donald Trump tem sido um crítico constante do USMCA e apelou à consideração dos benefícios que trouxe às três nações.

Reações da oposição

Héctor Saúl Téllez, vice-coordenador económico do PAN, considerou que a posição dos EUA demonstra falta de antecipação estratégica por parte do governo federal.

“A decisão dos EUA de não prorrogar automaticamente o USMCA por 16 anos na revisão de hoje não é o fim do tratado, mas revela uma falta de antecipação estratégica por parte do governo federal”, afirmou.

Téllez lembrou que o artigo 34.7 do acordo era conhecido desde 2018. Chegar a 1º de julho sem uma prorrogação limpa representa um risco que, segundo ele, deveria ter sido evitado.

A revisão anual permitirá ajustamentos, mas persiste a incerteza sobre o futuro do comércio regional. O México e o Canadá procurarão manter a estabilidade do acordo durante os próximos dez anos.

Continuar lendo