Mayweather e Pacquiao anunciam revanche histórica para setembro

Os dois ícones do boxe se reencontrarão em Las Vegas, nove anos depois da primeira luta, em um evento que marcará história.

A espera acabou: Mayweather e Pacquiao terão sua segunda luta

Floyd Mayweather e Manny Pacquiao acabam de dar a notícia que o mundo do boxe espera desde 2015. Os dois gigantes do ringue se encontrarão novamente no dia 19 de setembro, em Las Vegas. E desta vez tudo será diferente.

O cenário será La Esfera, espaço futurista que já sediou eventos do UFC. Mas o mais revolucionário é como veremos: A Netflix transmitirá a luta ao vivo. Sim, a plataforma continua a desferir sérios golpes no esporte.

“Eu já lutei e venci Manny uma vez”, disse Mayweather em comunicado. “Desta vez será o mesmo resultado.”

Mas Pacquiao tem outros planos. O filipino carrega a lembrança daquela primeira luta onde, como revelou mais tarde, lutou com uma lesão no ombro. Agora ele busca encerrar a carreira com chave de ouro.

“Os fãs esperaram bastante; eles merecem esta revanche”, disse Pacquiao. “Quero que Floyd viva com aquela única derrota em seu histórico profissional.”

Duas lendas, caminhos muito diferentes

Enquanto Mayweather fará 49 anos esta semana e passou seus 40 anos em exibições lucrativas contra YouTubers, Pacquiao tentou sua sorte na política nas Filipinas antes de retornar aos ringues. Ambos estão longe de seus melhores anos físicos, mas o nome ainda carrega peso… e muito.

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A primeira briga entre eles gerou enormes expectativas durante quase uma década. Quando isso finalmente aconteceu em 2015, muitos fãs sentiram que Mayweather esperou muito tempo, talvez até que os socos ferozes de Pacquiao perdessem um pouco de sua força.

Mesmo assim, aquela luta quebrou recordes de audiência e faturamento. Agora, nove anos depois, a Netflix aposta forte neste desporto. Depois de transmitir a vitória de Terence Crawford sobre Canelo Álvarez no ano passado, a plataforma acrescenta mais um evento principal.

O custo será alto -literalmente-. Produzir um evento no La Esfera não é barato: o presidente do UFC, Dana White, revelou que tiveram que pagar cerca de 20 milhões pelo evento lá, dez vezes mais do que um pay-per-view normal.

Enquanto isso, Mayweather tem outra exibição agendada contra Mike Tyson nesta primavera. E vários problemas jurídicos pendentes. Pacquiao vem de empate com Mario Barrios enquanto tenta se tornar o campeão meio-médio mais velho.

Mas tudo isso fica para trás quando falamos dessa revanche. Dois nomes que definiram uma era do boxe. Duas raças lendárias. E uma última oportunidade para fechar um dos maiores capítulos do desporto.

Quem ganha desta vez? No dia 19 de setembro saberemos.

Chicharito nega críticas à Argentina: “Nunca disse isso”

O ex-futebolista mexicano esclarece que seus comentários não foram contra o país sul-americano.

Javier “Chicharito” Hernández se manifestou contra as acusações dos jornalistas argentinos Hugo Balassone e Gonzalo Bonadeo. O agora analista da FOX Sports negou ter dito que os argentinos “são campeões mundiais, mas pessoas muito más”.

“Eu nunca disse isso. Só disse no singular para aquele ‘jornalista’ rude. Nada era contra a Argentina, mas sim sobre o comportamento daquela pessoa”, escreveu ele no Instagram.

O ex-atacante do Chivas acompanhou sua mensagem com fotos da cobertura da Copa do Mundo de 2026, incluindo a partida das oitavas de final entre Argentina e Egito, no Estádio de Atlanta.

A origem do conflito

Balassone revelou que trocou palavras com Hernández durante essa partida. Acusou-o de insinuar que a Argentina “roubou” e “recebeu ajuda arbitral” contra o Egito. Bonadeo, por sua vez, afirmou ao vivo que Hernández descreveu os argentinos como “gente muito má”.

Mas Hernández esclareceu: “Querem inventar que odeio os argentinos. Tenho muito carinho pela Argentina e grandes amigos de lá”.

“Uma experiência ruim com uma pessoa nunca representa um país inteiro. Generalizar apenas nos distancia da verdade”, acrescentou.

O ex-jogador de futebol encerrou com uma mensagem conciliatória: “A rivalidade pode permanecer em campo. O respeito deve permanecer fora dele”.

A partida em questão terminou 3 a 2 a favor da Argentina, com gols de Cuti Romero, Lionel Messi e Enzo Fernández. O treinador egípcio, Hossam Hassan, denunciou a “injustiça” da arbitragem, criticando o VAR por não assinalar penálti e anular o golo.

A Argentina enfrentará a Suíça no dia 11 de julho pela passagem para as semifinais.

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FIFA vende grama para a final da Copa do Mundo de 2026 por US$ 450

A FIFA vende peças do campo final por US$ 450, em meio a críticas sobre o preço dos ingressos.

Uma lembrança com grama de verdade

A FIFA colocou à venda fragmentos da grama que será usada na final da Copa do Mundo de 2026, marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Cada peça custa US$ 450.

Segundo a loja oficial da agência, o segmento mede 17,5 por 17,5 por 17,5, embora não especifique se são polegadas, centímetros ou milímetros. A FIFA não respondeu imediatamente aos pedidos de esclarecimento.

“Tenha um pedaço autêntico da história do futebol com um fragmento genuíno do campo da Copa do Mundo FIFA de 2026, preservado permanentemente em acrílico premium com memória USB”, afirma a página de vendas.

O produto inclui filme de autenticidade e é entregue em caixa premium. Enviamos apenas para endereços nos Estados Unidos e Europa, e os pedidos serão enviados após o final.

Críticas ao campo e aos ingressos

Jogadores e treinadores apontaram problemas com a qualidade do campo da MetLife, que usa rotineiramente grama artificial para os jogos da NFL do New York Giants. A FIFA também tem sido questionada pelos altos preços dos ingressos: os ingressos normais para a final chegam a US$ 32.970, enquanto os pacotes de hospitalidade custam entre US$ 32.500 e US$ 34.500.

O torneio será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá, e a venda da grama busca oferecer aos torcedores um item de colecionador, embora também tenha gerado debate sobre a abordagem comercial do evento.

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Argentina enfrenta Suíça por vaga nas semifinais

A Argentina busca as semifinais contra a Suíça tendo Messi como figura.

A Argentina chega às quartas de final da Copa do Mundo depois de duas vitórias agonizantes. Venceu o Egipto por 3-2 nos oitavos-de-final, recuperando do 2-0 em 13 minutos, o mesmo resultado que contra Cabo Verde na ronda anterior. A Albiceleste caminhou até o limite, mas o técnico Lionel Scaloni reconhece que precisa melhorar.

“Estamos bem, mas provavelmente teremos que melhorar porque eles marcaram quatro gols contra nós nos últimos dois jogos”, disse o zagueiro Cristian Romero.

No sábado, em Kansas City, a Argentina enfrenta a Suíça, única seleção não europeia ainda no torneio. A Suíça nunca chegou às semifinais da Copa do Mundo; A última vez que estiveram nas quartas de final foi em 1954. Apesar da diferença de pontuação, o capitão suíço Granit Xhaka avisa: “Amanhã haverá conversa em campo”.

Dúvidas no onze

Duas posições ainda estão em debate: lateral direito (Nahuel Molina ou Gonzalo Montiel) e centroavante (Julián Álvarez ou Lautaro Martínez). Contra o Egito, Molina foi apontado, mas Montiel melhorou o ataque. No ataque, Álvarez não converte, enquanto Lautaro deu assistência para o gol da vitória. Scaloni evita alinhá-los desde o início para manter o equilíbrio.

Messi, o maior artilheiro do torneio com oito gols, tem 21 em Copas do Mundo e marcou em seis jogos consecutivos de eliminação. Ele perdeu dois pênaltis nesta Copa do Mundo, mas será sua decisão se chutar novamente.

A defesa suíça

A Suíça sofreu apenas três gols em cinco jogos. A defesa, com Xhaka, Akanji, Freuler, Elvedi e o goleiro Kobel, neutralizou a Colômbia nas oitavas de final até os pênaltis. A Argentina não tem vítimas físicas; A Suíça não pode contar com Johan Mazambi devido a lesão.

O clima em Kansas City será quente, com 30°C e pouca chance de chuva. O vencedor enfrentará a Noruega ou a Inglaterra nas semifinais.

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