Massimiliano Allegri: o desafio de seguir os passos de Conte no Napoli

Allegri assume o comando do Napoli após a saída de Conte. Promete seriedade e profissionalismo.

Um revezamento com história

Massimiliano Allegri espera repetir a fórmula que já funcionou na Juventus: pegar o time que deixou Antonio Conte e levá-lo ainda mais longe. O novo treinador do Nápoles foi apresentado oficialmente esta terça-feira e assinou por três temporadas.

“Herdei uma equipa habituada ao trabalho árduo”, declarou Allegri na sua primeira conferência de imprensa. “Conte provou o seu valor. Esta é a segunda vez que ocupo o seu lugar; esperemos que seja um bom presságio.”

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O que Conte deixou e o que está por vir

Conte deixou o banco napolitano em maio, após dois anos em que conquistou o scudetto e ficou em segundo lugar. Allegri, demitido do Milan no final da temporada anterior, agora busca vingança.

“Será importante lançar as bases para chegar a março enquanto ainda lutamos pela Série A, pela Liga dos Campeões e pela Copa da Itália”, acrescentou.

A passagem de Allegri pela Juventus fala por si: cinco títulos consecutivos, quatro Copas da Itália e duas finais da Liga dos Campeões. Mas a sua saída do Milan foi amarga. A equipe caiu para a quinta colocação após uma sequência de duas vitórias em oito jogos, apesar de ter ficado na primeira colocação durante quase toda a campanha.

“Não é uma questão de redenção. Estou decepcionado porque pela primeira vez na minha carreira terminei fora dos quatro primeiros. Isso pesou sobre mim”, reconheceu.

Quando o dono do Milan, Gerry Cardinale, apresentou o sucessor Ruben Amorim, ele disse que preferia um treinador que jogasse para vencer e não para não perder. Allegri evitou polêmica:

“Não comento as palavras da diretoria. Agradeço a quem me apoiou. Lamentamos os objetivos não alcançados, mas começa mais um lindo ano, com muito entusiasmo.”

Com o Napoli, Allegri tentará mostrar que seu ciclo no Milan foi apenas um revés.


Nota: A informação vem da coletiva de imprensa do dia 5 de julho e do anúncio oficial do clube.

Espanha derrota a França e chega à final da Copa do Mundo de 2026

De La Fuente comemora a chegada da Espanha à segunda final de Copa do Mundo depois de derrotar a França.

O Red Fury retorna à final da Copa do Mundo

A Espanha venceu a França por 2 a 0 na primeira semifinal da Copa do Mundo de 2026 e garantiu sua vaga na final. O jogo foi disputado no AT&T Stadium, em Dallas.

Luis De La Fuente, técnico espanhol, declarou após a vitória:

“Ainda temos um passo e vamos tentar.”

O estrategista de 65 anos, que assumiu em dezembro de 2022 após a saída de Luis Enrique, também expressou:

“É difícil descrever o que sentimos agora, mas deve ser semelhante à felicidade e orgulho de gerir profissionais como estes.”

Sobre a responsabilidade de jogar uma final, acrescentou:

“Há muita tensão agora, é uma grande responsabilidade. Estar em uma final de Copa do Mundo é um luxo só da elite e temos que assimilar tudo.”

De La Fuente destacou a continuidade do projeto:

“Quando começamos, há quase quatro anos, com uma ideia, permanecemos fiéis a ela e ela nos trouxe até aqui.”

A Espanha busca seu segundo título de Copa do Mundo. A única vez que conseguiu isso foi na África do Sul, em 2010.

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Espanha avança para a final da Copa do Mundo de 2026 com defesa sólida

A Espanha vence a França por 0 a 2 e garante sua passagem para a final da Copa do Mundo de 2026.

Com uma defesa impenetrável como selo, a Espanha chegou à final da Copa do Mundo Norte-Americana de 2026. La Roja derrotou a França por 0 a 2 no AT&T Stadium, em Dallas, e agora espera o gol da vitória entre Inglaterra e Argentina.

A chave: solidez defensiva

Pau Cubarsí, zagueiro central de 19 anos, falou após o jogo. “Estamos muito felizes e orgulhosos do trabalho da equipe. Sabíamos que seria complicado porque eles têm jogadores espetaculares, mas nós também. Pressionamos como nunca”, declarou.

O defesa do Barcelona destacou a importância de não sofrer golos. “Não sofrer golos é a coisa mais importante no futebol, ajuda muito. Corria o boato de que não estávamos bem na defesa, mas calámos muitas bocas: sofremos um golo e estamos na final”, acrescentou.

Sem preferência pelo rival

Sobre o adversário da final, Cubarsí foi claro: “Não quero ninguém, deixe quem vier. Vamos descansar e depois estudaremos o rival. Dias muito especiais estão chegando, vamos para Nova York. O sonho continua válido e vamos vencer a final”.

O jovem zagueiro também motivou aspirantes a futebolistas. “Para as pessoas que ainda não deram o passo aos 19 anos, deixem-nas esperar, as coisas vêm com sacrifício. É preciso gostar do futebol e lutar pelos seus sonhos”, partilhou.

A Espanha, com apenas um gol sofrido em todo o torneio, buscará o segundo título mundial. A final será em Nova York.

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Pogacar amplia seu domínio com vitória na etapa 10 do Tour

Pogacar vence a décima etapa e amplia a liderança na classificação geral do Tour.

Tadej Pogacar segue firme na busca pelo quinto título. O esloveno venceu esta terça-feira a 10.ª etapa do Tour de France, aumentando a vantagem na classificação geral para 3 minutos e 36 segundos.

Domínio da montanha

O ataque ocorreu a pouco mais de 900 metros do topo do Col de Pertus, a penúltima subida do dia. Pogacar ultrapassou Richard Carapaz e deixou para trás Jonas Vingegaard, seu principal rival. Na linha de chegada, ele estava 32 segundos à frente de Remco Evenepoel, segundo colocado.

“Nunca se sabe quanto tempo isso vai durar”, disse Pogacar, 27 anos. “Só temos que ser gratos por este momento”. O tetracampeão soma agora 24 vitórias em etapas na carreira, três delas no Dia da Bastilha.

Paul Seixas, esperança francesa, foi terceiro aos 34 segundos. Vingegaard perdeu 44 segundos e agora está mais de três minutos e meio atrás.

A equipe Emirates-XRG dos Emirados Árabes Unidos controlou o intervalo do dia, que incluiu Mathieu van der Poel e outros 30 pilotos. Javier Romo tentou escapar sozinho, mas foi neutralizado. Pogacar lembrou que dois anos antes havia perdido em Le Lioran para Vingegaard: “Hoje ele estava com pernas semelhantes, completamente destruídas”.

Apesar de algumas vaias, Pogacar minimizou a importância: “A todos aqueles que vaiaram, dão-nos mais poder”.

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