Centenas de professores lideraram uma marcha pacífica até o estádio Azteca antes da partida entre Colômbia e Uzbequistão pela Copa do Mundo de 2026. A polícia bloqueou o acesso com barreiras de concreto, guindastes e caminhões para impedir o seu avanço.
A mobilização não chegou ao estádio, mas gerou grande congestionamento no entorno. Assistentes do partido tuvieron que desviam e caminham vários quilômetros.
Operativo de segurança e resposta oficial
Uns 11.219 efectivos fueron desplegados na capital, com refúgio de políticas a caballo em El Azteca. O secretário de Segurança, Pablo Vázquez, informou que quase 8 mil vigiariam o estádio e o restante o centro histórico, onde foi montado um festival de torcedores.
A implantação ocorre seis dias após os protestos durante a abertura da Copa do Mundo, quando professores, buscadores de desaparecidos e ativistas se manifestaram. Nessa ocasião, as forças foram bloqueadas antecipadamente sem contratos maiores.
A Coordenadora Nacional de Trabalhadores da Educação chamou novas mobilizações para aumentar a pressão. O governo federal convocou os sindicatos para uma mesa de diálogo.
A presidente Claudia Sheinbaum anunciou o teletrabalho no setor público e a suspensão das aulas na Cidade do México e em Guadalajara para evitar congestionamentos durante os jogos.
Agrupações de familiares de pessoas desaparecidas também protestaram para exigir atenção antes da crise que acumula 135.000 casos.




