Magistrados permitem que servidores públicos promovam eleições judiciais

A Justiça Eleitoral abre portas para que autoridades promovam o voto judicial, enquanto a polêmica divide os magistrados.

El TEPJF da luz verde (con polémica incluida)

En un movimiento que huele a “todo vale”, el Tribunal Electoral decidió que Claudia Sheinbaum y compañía pueden hacer campaña por la elección judicial hasta en la fila del súper. Por tres votos contra dos (clásico empate técnico del drama político), los magistrados Mónica Soto, Felipe Fuentes y Felipe de la Mata —aka el dream team oficialista— tumbaron las restricciones del INE con el argumento de que “es una elección inédita”. Traducción: como nadie sabe cómo funciona esto, mejor que todos metan cuchara.

El debate: ¿neutralidad o caos?

Mientras los tres magistrados insistían en que “no es tabú” que los servidores públicos hablen del tema (aunque sea en plena mañanera), los otros dos —Reyes Rodríguez y Janine Otálora— advirtieron que esto sería como poner a un influencer a promocionar su propio producto: cero imparcialidad. Spoiler: perdieron. Lo más irónico es que los mismos que aprobaron la ley ahora dicen que “la Constitución lo permite”. ¿Conveniencia? Nah, seguro solo es coincidencia.

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Y por si faltaba drama, los magistrados dejaron en el aire si pintar bardas o usar mañaneras cuenta como promoción. “Cada caso es distinto”, dijeron, lo que en español millennial significa: “Nos lavamos las manos hasta que alguien se queje”.

¿El resultado? Un libreto perfecto para el reality show de la política mexicana: funcionarios hablando de elecciones donde ellos mismos metieron candidatos, el INE viendo cómo le saltan sus reglas, y la ciudadanía preguntándose si esto es democracia o un meme viviente.

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Morena acusa oposição de negociar unidade para migrantes falecidos

Ariadna Montiel pede que os interesses nacionais tenham precedência sobre as diferenças partidárias.

Morena exige unidade diante da morte de compatriotas

A presidente nacional do Morena, Ariadna Montiel Reyes, acusou os partidos da oposição de “negociar” a unidade do México diante dos casos de 17 compatriotas que morreram sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE).

Durante uma conferência de imprensa, o líder morenoista destacou que o apelo para cerrar fileiras para exigir respostas do governo dos EUA deve estar acima das diferenças partidárias e ideológicas. Considerou que se trata da defesa dos direitos dos mexicanos no exterior.

Montiel Reyes afirmou que a posição da oposição reflete a falta de compromisso com o país. Ele descreveu como “mesquinho” que alguns líderes não apoiem totalmente o apelo à unidade feito pela Presidente Claudia Sheinbaum para resolver casos de alegados abusos contra migrantes mexicanos.

O dirigente do Morena sustentou que a protecção dos concidadãos deve ser uma questão prioritária para todas as forças políticas. Ele apelou à colocação dos interesses nacionais acima das disputas partidárias.

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Secretaria da Mulher mantém apoio à esposa do ex-diretor da Pemex

Governo oferece atendimento integral à esposa do ex-diretor da Pemex que está sendo julgada por violência.

Apoio permanente da Secretaria da Mulher

A Secretaria da Mulher informou que continuará prestando atendimento integral, aconselhamento e apoio psicossocial a María Felicia Jiménez, esposa do ex-diretor da Petróleos Mexicanos, Víctor Rodríguez Padilla. O apoio será mantido caso ela o solicite, no âmbito do processo judicial que enfrenta por alegada violência familiar.

Em comunicado, a agência esclareceu que qualquer apoio será concedido com total respeito à vontade, autonomia e dignidade do Dr. Reiterou também o seu compromisso de ajudar as mulheres que vivenciam situações de violência através de mecanismos de proteção especializados.

Decisão de não comparecer à audiência

A declaração ocorreu depois que María Felicia Jiménez informou que não compareceria à audiência marcada para ratificar o indulto concedido ao seu marido. Argumentou que enfrenta um forte cerco mediático e procura proteger a sua privacidade e a dos seus filhos, especialmente a do seu filho menor.

As autoridades mantêm aberta a possibilidade de a vítima aceder aos serviços quando considerarem necessário. O caso chamou a atenção do público devido aos vínculos de poder dos envolvidos, embora a Secretaria garanta que suas ações se baseiam em critérios técnicos e de direitos humanos.

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Ulises Lara deixa a FGR; alega razões pessoais

Porta-voz da FGR deixou o cargo seis meses depois de assumi-la. Fontes apontam para motivos pessoais.

Mudanças no FGR

Ulises Lara López deixou a titularidade da Procuradoria Especial de Investigação de Assuntos Relevantes e a porta-voz da Procuradoria-Geral da República (FGR). Isso foi relatado por fontes federais. Sua saída ocorreu apenas seis meses após a posse.

Segundo as fontes consultadas, a separação ocorreu por motivos pessoais. As causas específicas não foram detalhadas.

Lara López foi nomeada em janeiro de 2026 pela procuradora-geral Ernestina Godoy Ramos. Chefiou a área de Assuntos Relevantes e atuou como porta-voz da instituição. Anteriormente, colaborou com Godoy Ramos na Procuradoria Geral da Cidade do México, onde ocupou diversos cargos. Após a nomeação, agradeceu a confiança e garantiu que continuará trabalhando pela justiça.

Durante a gestão do ex-procurador Alejandro Gertz Manero, Lara López integrou a estrutura da FGR como delegada estadual em Morelos. A partir daí participou de tarefas relacionadas às investigações federais.

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