Professores da CNTE atearam fogo em papelão em frente ao Segob em protesto

Os professores radicalizam a sua luta com ações contundentes enquanto aguardam uma resposta do governo.

Quando o diálogo queima (literalmente)

Ah, a CNTE. Aquela organização que, assim como aquele ex tóxico que não sabe quando ir embora, sempre volta aos velhos tempos com mais drama do que uma novela das 9h. Hoje, os mestres da dissidência decidiram que se o governo não os ouvisse, fariam com que a fumaça dos seus protestos chegasse até a última esquina de Bucareli. E cara, eles conseguiram isso.

Da mesa de diálogo à fogueira

Tudo começou como um dia normal no CDMX: trânsito, gritos e o aroma inconfundível do desespero. Os professores, cansados ​​de que as suas exigências soassem como um disco riscado (sim, ainda existem), colocaram-se diante da Secretaria do Interior com uma missão clara: ou ouvi-los-iam ou colocariam fogo no assunto. Literalmente.

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Depois de uma reunião mais infrutífera do que tentar enviar um meme no metrô, os professores de Guerrero (abençoada Seção 14) decidiram que os bares Segob não eram intimidadores o suficiente. Solução? Jogue-os fora, empilhe papelão e coloque fogo. Porque nada diz “queremos diálogo” como uma fogueira improvisada no meio da Reforma.

Enquanto isso, a Guarda Nacional e os federais observavam de longe, como aqueles amigos que te veem brigando no clube, mas não se envolvem “para não se complicarem”. Claro, com escudos em mãos, porque nunca se sabe quando um pedaço de papelão em chamas pode se tornar a próxima tendência do TikTok.

As exigências: mais que um capricho

José Martínez, da Seção 22 (o porta-voz que ninguém pediu, mas que todos precisamos), deixou claro que não se moveriam até que a Federação lhes garantisse um encontro com o Presidente. A razão? Exigir a revogação da Lei ISSSTE de 2007 e o regresso às pensões vitalícias. No fundo, querem que a sua reforma seja tão eterna como a espera pela renovação do INE.

Mas não satisfeito em incendiar metade da cidade, outro grupo da CNTE ameaçou trazer o caos ao Senado. Os legisladores, mais rápidos que os influenciadores em liquidação, evacuaram o local gritando “eles estão vindo com muita violência”. E sim, talvez não fosse o melhor momento para debater sobre telecomunicações quando havia uma multidão enfurecida na porta.

E se isso não bastasse, os professores também ameaçaram bloquear a Bolsa de Valores e a Embaixada dos EUA. Porque se você vai fazer um escândalo, por que não fazê-lo no estilo blockbuster internacional?

Moral do dia: Quando o governo o ignora, você sempre pode recorrer ao fogo. Os bombeiros não recomendam, mas funciona para a CNTE.

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Alerta dos EUA para segurança no México x Inglaterra na Copa do Mundo de 2026

Embaixada dos Estados Unidos emite aviso aos seus cidadãos para o jogo de domingo.

A Embaixada dos Estados Unidos no México emitiu um alerta de segurança dirigido aos seus cidadãos no país, por ocasião da partida entre México e Inglaterra, no domingo, 5 de julho, no Estádio da Cidade do México, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

A representação diplomática, chefiada pelo embaixador Ronald Johnson, alertou que durante o torneio têm havido grandes aglomerações em estádios, Fan Fests e espaços públicos, o que tem causado incidentes nas recentes celebrações na capital.

Recomendações da Embaixada

Na sua mensagem, a embaixada recomendou precauções extremas em eventos de massa. Ele ressaltou que as aglomerações para assistir a jogos e comemorações têm causado ferimentos e até mortes, por isso pediu para ficar atento ao meio ambiente e evitar situações de risco.

O alerta também incluiu alertas sobre possíveis mobilizações e manifestações durante o evento. Ele indicou que a participação em atividades políticas poderia levar a prisões de imigração ou sanções sob a lei mexicana.

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Em junho, México atinge o menor número de homicídios desde 2007

Junho fechou com média diária de 40 homicídios, o menor registro em 19 anos.

Durante o mês de junho, o México registrou uma média de 40 homicídios intencionais por dia, o valor mensal mais baixo desde 2007, segundo dados preliminares do governo federal. Embora no início e no final do mês houvesse dias com mais de 50 casos, a tendência geral foi decrescente face ao mesmo período de 2025.

O impacto da Copa do Mundo

O declínio coincidiu com o início da Copa do Mundo de Futebol de 2026. No dia da inauguração no México, apenas 30 homicídios foram registrados. Ao longo do mês, os números oscilaram, mas permaneceram abaixo da média histórica.

Entidades com maior incidência

Guanajuato liderou a lista de homicídios com 124 vítimas. Em contrapartida, os estados anfitriões da Copa do Mundo relataram reduções: Nuevo León somou 30, Jalisco 51 e Cidade do México 59, todos abaixo dos números de junho de 2025.

Estratégia e desafios

As autoridades federais atribuem a redução à estratégia de segurança da presidente Claudia Sheinbaum, que inclui ações coordenadas contra o crime organizado e maior presença policial. Contudo, organizações civis apontam que persistem problemas no registro de outros crimes, como desaparecimentos e feminicídios.

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México: 178 jornalistas assassinados em 26 anos, a maioria em Veracruz

178 jornalistas privados de suas vidas desde 2000. Veracruz está no topo da lista.

Violência contra a imprensa no México

Desde 2000, 178 jornalistas e comunicadores foram privados de suas vidas no México, segundo dados da organização Artigo 19. O caso mais recente é o de Roxana Berenice Guzmán Ramírez, encontrada morta mais de um mês após seu desaparecimento em Veracruz.

Veracruz é a entidade mais violenta para a imprensa com 34 vítimas mortais, seguida por Guerrero com 19. Chihuahua, Oaxaca e Tamaulipas registam 15 cada. Do total, 165 eram homens e 13 mulheres.

O mandato de seis anos mais letal foi o de Felipe Calderón (2006-2012) com 48 homicídios. Seguem-se os governos de Enrique Peña Nieto e Andrés Manuel López Obrador, com 47 cada. Em contrapartida, sete estados não reportaram vítimas mortais no mesmo período: Aguascalientes, Campeche, Colima, Hidalgo, Querétaro, Tlaxcala e Yucatán.

O Artigo 19 apela às autoridades para que garantam a justiça e reforcem os mecanismos de protecção. A impunidade continua a ser um factor-chave que agrava a violência contra a imprensa no México.

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