Mexicanos gastam com mais confiança no Natal de 2025

Os mexicanos planejam suas compras com mais calma e menos pânico neste mês de dezembro, segundo um novo relatório. A estabilidade no emprego e as compras online dão o tom.

O espírito natalino (e a carteira) são mais estáveis que o do seu ex

Parece que o Grinch decidiu tirar o ano de folga no México, pois diante da época natalina de 2025, a confiança do consumidor mexicano está dando mais alguns passos de dança alegres. De acordo com o oráculo moderno (também conhecido como estudo da Deloitte México), 25% da população declara que está “muito melhor” economicamente do que em 2024. Sim, você leu corretamente: um quarto dos mexicanos. Um nível que nos coloca no topo do otimismo na América Latina, quase como se fôssemos os protagonistas de um *filme de Natal alegre*, mas na vida real.

E eles não são os únicos com boas vibrações: outros 27% se sentem “um pouco melhor”. Ou seja, como um todo, mais da metade da banda está num clima que não depende exclusivamente do punch. O grupo que se sente “igual” caiu um pouco, sugerindo que a vibração geral é de maior estabilidade. Os culpados deste (relativo) milagre económico? Bom, eles apontam para o fortalecimento do emprego formal, para melhorias na renda real e para a inflação que, finalmente, está se comportando um pouco melhor. Chegamos ao final do ano com um otimismo comedido, mas o suficiente para que os nossos planos de gastos não sejam uma tragicomédia.

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Gastamos o mesmo ou mais, mas com a cabeça (não como no pedal do escritório)

Aí vem o lado bom: o México e o Peru são os reis da estabilidade nos gastos de Natal na América Latina. 51% dos consumidores em nosso país planejam gastar o mesmo que no ano passado. Apenas 20% planeiam reduzir o seu orçamento (provavelmente aqueles que já pagaram o bónus do carro), enquanto uns ousados ​​29% planeiam aumentá-lo. Este equilíbrio não é coincidência: reflecte uma confiança financeira renovada e menos medo do palco, graças em parte ao facto de o crédito formal ser mais acessível e os preços de coisas importantes não terem disparado.

O mais interessante é a mudança de preocupações. O medo em relação à situação laboral despencou de 33% para 16%. Agora, o que nos afeta é uma cautela macroeconómica mais geral (26%). Por outras palavras, não temos medo de perder os nossos empregos, apenas temos um respeito saudável pela economia global. O padrão não é o pânico, é a prudência adulta de quem consulta a conta bancária antes de comprar a PlayStation 6. E quem vai gastar mais? Seus motivos são tão *identificáveis* quanto você esperaria: comprar mais presentes (26%), renovar produtos (21%) e gastar regularmente (21%). Basicamente, a fórmula para a felicidade do Natal.

Do Bom Final a Dezembro: o novo mapa do tesouro (de Natal)

Aqui está uma *reviravolta na história* estratégica. O México, que anteriormente era o rei do Buen Fin e da Black Friday, mudou seus hábitos. O novo pico de consumo é na primeira semana de dezembro, passando de uma participação de 19% para 39%. As compras de última hora (24 de dezembro) e as compras atrasadas estão perdendo peso. Tradução? As pessoas não querem mais o estresse de correr como um zumbi na véspera de Natal. Agora planejamos, buscamos ofertas antecipadas e evitamos dramas logísticos. É a maturidade omnicanal no seu melhor: priorizamos a conveniência e o controle em vez da improvisação épica.

Na frente digital, o México não apenas embarcou no trem do comércio eletrônico, mas também está na primeira classe. O segmento de heavy shoppers, que fazem entre 51% e 75% de suas compras online, cresceu de 7% para 18%. É um salto bestial. Isso reflete a maturidade do ecossistema, a expansão logística e que, finalmente, estamos perdendo o medo de receber um tijolo em vez de um iPhone. Porém, sejamos sinceros, o medo de receber o produto errado ou danificado, e o clássico “custo do frete”, ainda são os vilões dessa história.

E os presentes? O mexicano médio movimenta uma faixa de 4 a 7 presentes, o que confirma que nossas celebrações são familiares, amplas e com uma carga social que às vezes prejudica o bolso. O vale-presente preferido varia entre 16 e 50 dólares, apostando naquele ponto ideal dos produtos de valor médio: nem o mais barato que dá vergonha, nem o mais caro que exige a venda de um rim.

Você se identifica com esses hábitos de consumo mais planejados e digitais?Compartilhe esta nota em suas redes sociais e marque aqueles amigos que ainda compram tudo no dia 24 de dezembro. E se você quiser mais análises sobre como gastamos nosso dinheiro nessas férias malucas, explore mais conteúdo relacionado em nosso site.

Sheinbaum parabeniza Isaac del Toro pela vitória no Tour de France

O mexicano venceu a segunda etapa em sua estreia no Tour.

A presidente Claudia Sheinbaum comemorou o triunfo do ciclista mexicano Isaac del Toro na segunda etapa do Tour de France. Por meio de sua conta oficial, a presidente escreveu:

“Parabéns a Isaac del Toro pela vitória na segunda etapa do Tour de France.”

Vitória na colina de Montjuïc

Del Toro, de 21 anos, cruzou a linha de chegada em primeiro em Barcelona, batendo seu companheiro de equipe dos Emirados Árabes Unidos, Tadej Pogacar, que cedeu para lhe dar a vitória. O esloveno Remco Evenepoel ficou em terceiro e o dinamarquês Jonas Vingegaard em quarto, mantendo a camisola amarela. Mattias Skjelmose, também dinamarquês, chegou aos três segundos.

O mexicano participa pela primeira vez do Grande Boucle e sua atuação gerou entusiasmo entre os torcedores nacionais. A vitória reforça sua projeção no ciclismo internacional.

Sheinbaum destacou a conquista em um momento chave para o esporte mexicano, onde os ciclistas ganham visibilidade em competições de alto nível.

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Pirataria na Copa do Mundo cresce no calor de 2026

A febre da Copa do Mundo desencadeia a venda de itens piratas no CDMX.

O boom da pirataria na Copa do Mundo de 2026

A febre da Copa do Mundo de 2026 impulsionou a venda de mercadorias piratas na Cidade do México. Os comerciantes informais oferecem camisetas, troféus e mascotes a preços bem inferiores aos oficiais. No Centro Histórico e em mercados como La Lagunilla, uma camisa da Seleção Mexicana custa cerca de 250 pesos, enquanto uma camisa oficial ultrapassa os 2 mil pesos.

Especialistas apontam que o fenômeno é intensificado pela impunidade, pela corrupção nas alfândegas e pelo crescimento do comércio informal. O elevado custo dos artigos originais leva milhares de consumidores a optarem por produtos não autorizados, tanto nos mercados como nas plataformas digitais.

Francisco Rivas, diretor-geral do Observatório Nacional do Cidadão, alerta que a pirataria é um problema crescente. Ele ressalta que, além da falta de controles, o crime organizado encontrou neste mercado uma fonte de renda, pressionando inclusive os comerciantes formais por meio de extorsões.

“A pirataria não afeta apenas as marcas, mas também alimenta redes ilegais”, disse Rivas.

De acordo com o relatório Mapping Global Trade in Fakes 2025 da OCDE e do EUIPO, o México ocupa o sétimo lugar no mundo como comprador de mercadorias falsificadas. Esta situação se reflete fortemente em eventos de alto impacto comercial como a Copa do Mundo.

Diante disso, as empresas de produtos esportivos reforçaram suas estratégias promocionais e campanhas digitais para incentivar a compra de mercadorias oficiais. O governo federal realizou apreensões e promoveu reformas para proteger a propriedade intelectual. No entanto, os especialistas consideram que o combate à pirataria exige ações abrangentes: reforço da vigilância, combate à corrupção e sensibilização dos consumidores para o impacto económico e social deste mercado ilegal.

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Calendário SET: as férias de verão começam em 16 de julho

O SEP confirma o encerramento das aulas no dia 15 de julho. Quando começa o próximo ciclo?

Fim do ano letivo 2025-2026

O calendário oficial do Ministério da Educação Pública (SEP) assinala a quarta-feira, 15 de julho, como o último dia de aulas das escolas pré-escolares, primárias, secundárias e incorporadas.

A partir de quinta-feira, 16 de julho, milhões de estudantes começarão as férias de verão. Serão quase seis semanas de descanso antes do novo ciclo 2026-2027.

Porém, as atividades não se esgotam para o corpo docente. Uma oficina intensiva de formação continuada está marcada para quinta-feira, 16 de julho, e sexta-feira, 17 de julho. Os campi permanecerão fechados para estudantes a partir do primeiro dia de férias.

Datas importantes e recomendações

Os boletins serão entregues aos pais e responsáveis na terça-feira, 14 de julho. A SEP ainda não divulgou o calendário 2026-2027, mas estima-se que o retorno às aulas ocorra na segunda-feira, 31 de agosto – data provisória. O órgão pede para ficar atento ao Diário Oficial da Federação para confirmação.

Dicas para o intervalo

Os especialistas sugerem manter hábitos saudáveis durante o descanso:

  • Horários regulares de sono.
  • Atividades recreativas, esportivas ou culturais.
  • Ler e aprender através de jogos.
  • Limite os dispositivos eletrônicos.
  • Tempo em família ao ar livre com medidas de segurança.

O ano letivo compreende 185 dias efetivos de aulas, distribuídos entre sessões do Conselho Técnico Escolar, suspensão de trabalhos e períodos de férias. A SEP reitera que as informações oficiais serão publicadas em breve.

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