O último testamento de Laura Dahlmeier depois de morrer em uma montanha no Paquistão

A atleta deixou um último pedido que refletia seu amor pelas alturas e respeito pela vida do próximo.

Uma despedida a 5.700 metros de ironia alpina

Porque, claro, se há algo que define melhor a vida de um atleta olímpico do que acumular medalhas, é acabar se tornando um monumento natural da ironia. Laura Dahlmeier, a alemã que esquiava como se as balas no biatlo fossem falsas, morreu esquivando-se de pedras reais no Paquistão. O destino? Um pico chamado Laila, que mais parece uma novela turca do que uma armadilha mortal.

De campeão olímpico a lenda da montanha

A bicampeã, que em PyeongChang mostrou que podia atirar e esquiar melhor do que ninguém, escolheu como seu retiro final um vale remoto onde as pedras caem com mais precisão do que seus tiros. A declaração de sua família foi tão clara quanto surreal: “Não arrisque vidas para resgatar um cadáver.” Dahlmeier, sempre pensando nos outros, mesmo quando não estava mais lá para receber o gesto.

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Detalhe macabro: seu companheiro de expedição sobreviveu. Porque nessas tragédias sempre tem alguém que volta para contar (e provavelmente cobrar royalties). Enquanto isso, o Vale Hushe acrescenta outra “atração turística”: o corpo de uma lenda que preferiu ficar onde o destino a alcançou. Um ambientalista mesmo morto? Talvez ele só quisesse poupar ao seu país o custo de um funeral com honras.

A única certeza é que, se o montanhismo tem um santuário, acaba de ganhar o seu padroeiro dos finais absurdos. Porque morrer no topo depois de se aposentar do esporte é tão lógico quanto um biatleta acabar derrotado pela… bem, pela gravidade.

O que vem a seguir? Uma placa comemorativa entre neve e pedras? “Aqui jaz Laura, que correu mais rápido que seus rivais, mas não mais rápido que um deslizamento de terra.” Seu legado: nos lembrar que mesmo os heróis olímpicos são frágeis quando a montanha decide jogar seu jogo.

Compartilhe esta história para que o mundo se lembre de que às vezes a vida tem um senso de humor mais negro do que a neve da meia-noite. Explore mais histórias onde o esporte e o inesperado colidem com um roteiro que nem mesmo Hollywood ousaria escrever.

Tuchel: “Estamos com fome e prontos para a semifinal”

Tuchel admite que seus jogadores têm fome e respeitam a Argentina, mas evita falar de história para não aumentar a pressão.

A Seleção Inglesa superou vários obstáculos para chegar às semifinais da Copa do Mundo: quilômetros percorridos, a maldição no Estádio Azteca, o calor e a umidade de Miami. Porém, o técnico Thomas Tuchel garante que a equipe não está satisfeita.

Fome de glória

Já se passaram 60 anos desde que a Inglaterra foi campeã mundial e oito desde que disputou uma semifinal. Em 2018 eles caíram para a Croácia. Agora, o respeito pela Argentina é total, mas de olho na final.

“Estamos com muita fome da próxima vitória, respeitamos o nosso adversário e não tornamos os acontecimentos do passado maiores do que são. Estamos entusiasmados, com muita fome e prontos. Queremos dar o próximo passo, ninguém está satisfeito e essa é a combinação perfeita para o resultado que queremos”, declarou Tuchel em conferência.

Rivalidade estendida

O “elefante na sala” é a Guerra das Malvinas e o precedente do México 1986. Tuchel foi mais intenso que Scaloni ao falar sobre o assunto, mas confessou que não discute o assunto com seus jogadores para não aumentar a pressão mental.

“Os jogadores sabem o que este jogo significa com tantos momentos icónicos. Não é apenas mais um jogo, mas como treinadores focamo-nos naquilo que podemos influenciar. Não falamos sobre os acontecimentos históricos. Por si só é um jogo bastante icónico e a tensão é suficiente, não ajuda se nos envolvermos emocionalmente”, mencionou.

Sem obsessão por maldições

Por fim, Tuchel descartou pensar na estatística de que nenhum técnico estrangeiro venceu a Copa do Mundo com uma seleção estrangeira.

“Não é uma motivação extra, não tenho esses objetivos. Sou muito competitivo e procuro sempre ser a melhor versão de mim mesmo todos os dias, é para lá que vai a minha energia”, concluiu.

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Mbappé fica sem final e sem Chuteira de Ouro por enquanto

Mbappé está fora da final e empata com Messi na briga pelo artilheiro.

Mbappé, eliminado nas semifinais

Kylian Mbappé não jogará sua terceira final consecutiva de Copa do Mundo. A França perdeu por 2 a 0 para a Espanha nas semifinais do torneio realizado na terça-feira. O atacante de 27 anos acumulou apenas 15 toques no primeiro tempo, o menor número entre os atacantes.

A sua melhor oportunidade surgiu aos 67 minutos: um remate que desviou em Marc Cucurella e errou por pouco o poste. A essa altura, a Espanha já vencia por dois gols. Mbappé recebeu cartão amarelo aos 86 minutos por jogada com o goleiro Unai Simón.

O francês tem oito gols no torneio, os mesmos de Lionel Messi. A disputa pela Chuteira de Ouro ainda está aberta. Messi e Argentina enfrentam a Inglaterra nesta quarta-feira na outra semifinal.

Mbappé foi substituído nas quartas de final contra o Marrocos, onde marcou seu oitavo gol. No Catar 2022 ele também marcou oito, mas a França perdeu a final contra a Argentina nos pênaltis. Há oito anos, a seleção francesa venceu a Croácia e sagrou-se campeã.

Agora a França disputará o terceiro lugar no sábado, em Miami Gardens, na Flórida. O rival será o perdedor do duelo entre Argentina e Inglaterra. A Espanha, por sua vez, jogará a final em East Rutherford, Nova Jersey.

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Robert Lewandowski junta-se ao MLS Chicago Fire

O atacante polonês assina como jogador franqueado e almeja ser figura na liga americana.

Robert Lewandowski já está em Chicago. O atacante polonês, com mais de 600 gols na carreira, chega ao Chicago Fire da MLS como jogador da franquia. Sua chegada marca uma das contratações mais relevantes da história do clube de Illinois.

Uma assinatura histórica

O técnico do Chicago Fire, Gregg Berhalter, considerou a adição um momento chave para o time e para a liga.

“Este é um dia histórico para o Chicago Fire FC, e também para a cidade e para a MLS. Quero agradecer ao Robert por ter escolhido Chicago. Ele é uma grande contratação para o nosso clube. Ele não é apenas um jogador extraordinário, ele também é uma pessoa incrível. Robert é a peça que nos levará ao topo”, declarou o estrategista americano.

Lewandowski explicou que a sua decisão de deixar a Europa foi complexa, mas a sua relação com o Barcelona desempenhou um papel importante.

“Há alguns meses eu sabia que queria vir para cá, mas demorei um pouco para tomar a decisão porque é algo completamente novo para mim e para minha família. Eu não queria jogar em nenhum outro clube da Europa depois do Barcelona; não conseguia me imaginar em outro time fora do Barcelona”, compartilhou o polonês.

O atacante já completou o primeiro treino com a equipe após uma longa viagem desde a Polônia. Ele disse que se sentia bem e pronto para se adaptar.

Estreia iminente

Lewandowski vê potencial na Conferência Leste como um todo. “Estou aqui não só para jogar, mas para ajudar a equipe a dar um passo à frente dentro e fora do campo”, disse ele. Sua possível estreia seria nesta quinta-feira, contra o Vancouver Whitecaps, na retomada da MLS.

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