A Lei da Cadeira obriga as empresas a fornecer assentos ergonômicos ou enfrentarão multas

A nova norma exige assentos com encosto para todos os trabalhadores, com multas milionárias para quem não cumprir.

Finalmente: uma lei que nos salva de morrer em pé (literalmente)

Nesta terça-feira, 17 de junho, entra em vigor a Lei Silla, porque aparentemente, em meados de 2025, os patrões ainda precisam ser lembrados de que os humanos não são estátuas decorativas. A reforma da Lei Federal do Trabalho exige o óbvio: cadeiras com encosto para todos os trabalhadores, independentemente de seu chefe acreditar que “ficar em pé dá uma imagem melhor” (spoiler: não, só causa varizes).

Em que consiste esta maravilha jurídica?

Basicamente, é o primeiro mundo que chega ao México: pausas ativas e assentos ergonômicos para evitar que suas pernas se transformem em gelatina após oito horas de trabalho. A regra vale para todos os setores, desde o balconista até o segurança que, surpresa, também tem direito ao descanso das costas. Revolucionário? Não, apenas o bom senso se transformou em lei após décadas de exploração disfarçada de “cultura de trabalho”.

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E tome cuidado, porque as multas por descumprimento são dolorosas: de US$ 28 mil a US$ 280 mil pesos, dependendo da teimosia do seu chefe em relação ao vilão da Disney. Em casos extremos, poderiam até fechar as instalações. Moral? É melhor investir em cátedras do que em advogados.

Mas por que isso é importante?

Porque ficar em pé mais de 8 horas não é “normal”, mesmo que o capitalismo tenha vendido isso para você dessa forma. Problemas circulatórios, dores lombares e lesões articulares são apenas o pacote inicial para quem não tem onde sentar. A lei procura reduzir estes riscos, embora alguns empresários continuem a gritar que “é muito caro”. Curioso, porque as ações trabalhistas e a rotatividade de pessoal por burnout saem de graça, né?

As empresas têm 180 dias para se adaptar (ou seja, tempo suficiente para parar de dar desculpas). Enquanto isso, o STPS emitirá guias sobre riscos posturais, porque aparentemente, até para sentar, os adultos devem ser educados.

Bônus irônico: Se o seu trabalho já lhe fornece cadeiras, parabéns, você vive no futuro. De resto, esta lei é um lembrete de que os direitos laborais não são “mimos”, mas sim o mínimo.

E agora? Se você é funcionário, exija sua cadeira como se fosse o último abacate do supermercado. Se você é empregador, é melhor comprar móveis ergonômicos antes que a multa o leve à falência. E se você é daqueles que pensa “antes não reclamavam”, lembre-se: antes também não havia férias remuneradas, e veja como acabou.

Compartilhe esta nota! Porque todos nós merecemos trabalhar sem sentir que estamos participando de um reality show de sobrevivência. E se quiser mais conteúdo sobre direitos trabalhistas (incluindo sarcasmo), explore nossos outros posts. #SillaLaw #DireitosTrabalhistas

Sheinbaum entrega bolsas de estudo para estudantes em Pátzcuaro, Michoacán

Sheinbaum fornece cartões bancários para estudantes de Michoacan como parte de bolsas educacionais.

Passeio por Pátzcuaro

A presidente Claudia Sheinbaum visitou o município de Pátzcuaro para entregar cartões do Banco del Bienestar. Os plásticos correspondem às bolsas “Rita Cetina” e “Gertrudis Bocanegra”, destinadas a estudantes de Michoacán.

Em suas redes sociais, a presidente lembrou que a educação é um direito fundamental que promove a igualdade social.

“Isso torna possível que o lugar onde nascemos não determine o lugar que podemos alcançar”, disse ele.

Salientou também que o acesso às salas de aula não deve ser visto como um privilégio, apoiando o ideal de José María Morelos y Pavón: a educação deve ser a mesma para o filho de um proprietário de terras e para o de um trabalhador.

Detalhes do programa Gertrudis Bocanegra

O programa “Gertrudis Bocanegra” faz parte do Plano Michoacán para a Paz e a Justiça. Oferece apoio financeiro para transporte a todos os alunos matriculados em instituições públicas de nível superior da entidade.

Durante o evento, Sheinbaum entregou os plásticos aos alunos Valentina Leyva Fabián, Héctor Manuel Menchaca Rodríguez e Diana Elizabeth Orozco Arias.

Acompanhamento oficial

Estiveram presentes o governador de Michoacán, Alfredo Ramírez Bedolla; o secretário de Educação Pública, Mario Delgado Carrillo; a Secretária de Assistência Social, Leticia Ramírez Amaya; e o coordenador nacional de Bolsas para o Bem-Estar, Julio César León Trujillo.

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Apreendem 84 mil cigarros apócrifos na AIFA

84 mil cigarros falsificados da Bélgica apreendidos na AIFA sem prisões.

Garantia na AIFA

Elementos da Agência Nacional Aduaneira do México (ANAM) e da Secretaria de Defesa Nacional apreenderam 84 mil cigarros supostamente apócrifos na Alfândega do Aeroporto Internacional Felipe Ángeles (AIFA). A remessa veio da Bélgica. Não houve prisões.

A Secretaria de Segurança e Proteção ao Cidadão (SSPC) explicou que a detecção resultou de processos de revisão documental e operacional, com apoio de ferramentas de análise estratégica, perfis de risco e vigilância aduaneira. A apreensão faz parte de ações permanentes de inteligência aduaneira para fortalecer o controle do comércio exterior.

Este não é um caso isolado. No dia 10 de junho, a ANAM e a Marinha interceptaram um milhão e 200 mil cigarros provenientes de Taiwan no Aeroporto Internacional da Cidade do México (AICM). Segundo dados da Marinha, entre setembro de 2025 e janeiro de 2026, foram apreendidas mais de 88 toneladas de cigarros apócrifos naquele mesmo terminal.

As autoridades reiteraram o seu compromisso com a segurança nacional e a prevenção de condutas ilícitas no comércio externo.

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Ochoa condena tragédia nas celebrações do El Tri: “Devemos nos cuidar”

Quatro morreram asfixiados durante as celebrações do El Tri. Ochoa pede conscientização.

A Seleção Mexicana mantém o país na ponta da cadeira. Desde 11 de junho, a equipe de Javier Aguirre soma quatro vitórias na Copa do Mundo de 2026. Cada vitória aumentou a euforia nas ruas. Porém, na última terça-feira, 30 de junho, as comemorações deixaram um equilíbrio trágico na capital.

Quatro mortes por asfixia

Mais de um milhão de pessoas saíram às ruas da Cidade do México para comemorar a passagem do El Tri para as oitavas de final. No meio da multidão, foram registradas quatro mortes por asfixia. As autoridades não forneceram detalhes adicionais sobre as vítimas.

Após saber da notícia, o goleiro Guillermo Ochoa chamou a torcida.

“Já sabíamos o que aconteceu outro dia. Envio minhas condolências às famílias. Entre os mexicanos devemos nos cuidar e estar atentos. Sabemos que o futebol mexe muito e espero que amanhã isso se repita, mas vamos comemorar cuidando de nós mesmos, com alegria, em paz, cuidando das ruas e dos monumentos. É responsabilidade de todos”, declarou.

Ochoa pediu que o apoio não diminuísse. Amanhã contra a Inglaterra, espere ver a mesma intensidade no Estádio Azteca e em Guadalajara.

“Peça às pessoas que continuem como estão porque a motivação deles se faz sentir dentro de campo. Aquela coisa a mais que nos motiva. As pessoas que estão lá fora, as que se reúnem para assistir ao jogo, todos, mas que a gente também se cuide”, enfatizou.

O goleiro insistiu que a alegria não deve virar risco. Os torcedores respondem, mas a segurança coletiva está em jogo.

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