Jannik Sinner é bicampeão de Wimbledon após vencer Zverev

Sinner derrota Zverev em final de alto nível e chega ao seu quinto Grand Slam.

Vitória histórica no gramado de Londres

Jannik Sinner, número 1 do tênis mundial, defendeu seu título em Wimbledon. O italiano de 24 anos venceu o alemão Alexander Zverev (29) com sets de 6-7 (7/9), 7-6 (7/2), 6-3 e 6-4 após mais de três horas de jogo. É o seu quinto título de Grand Slam e o segundo consecutivo no All England Club.

“Vencer novamente em Wimbledon é incrível. Também estou feliz por ter sido uma final de alto nível”, disse Sinner durante a cerimônia. O italiano é o primeiro tenista do seu país a vencer duas vezes neste torneio.

“Tenho que agradecer à minha equipe e também à minha mãe, que estava na arquibancada e eu a vi sair algumas vezes por causa da tensão”, acrescentou rindo.

Sinner também fez um gesto de fair play: cruzou a quadra para ajudar Zverev após queda no terceiro set. O alemão, por sua vez, brincou: “Jannik, não gosto mais de você… Brincadeiras à parte, ele mostrou mais uma vez porque é o melhor do mundo”.

RelacionadoSinner repete sua coroa em Wimbledon ao vencer Zverev em quatro sets

Fator diabetes de Zverev

No primeiro set, Zverev aproveitou o intervalo para tomar insulina. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 4 anos, ele usa um sistema de monitoramento contínuo de glicose. Em 2022 fundou a ‘Fundação Alexander Zverev’ para pesquisa e apoio a crianças com diabetes.

Sinner, que também venceu o Masters 1000 em Indian Wells, Miami, Monte Carlo, Madrid e Roma este ano, alcançou sua 100ª vitória em torneios de Grand Slam. Entre os presentes estavam o príncipe William, a princesa Kate, o chanceler alemão Friedrich Merz e atores como Dustin Hoffman e Nicole Kidman.

“Depois de Paris trabalhamos muito, foram dias intermináveis. Estou dando minha vida por esse esporte. Ganhar aqui duas vezes é incrível”, reconheceu Sinner ao lembrar sua eliminação precoce em Roland Garros.

Robert Lewandowski junta-se ao MLS Chicago Fire

O atacante polonês assina como jogador franqueado e almeja ser figura na liga americana.

Robert Lewandowski já está em Chicago. O atacante polonês, com mais de 600 gols na carreira, chega ao Chicago Fire da MLS como jogador da franquia. Sua chegada marca uma das contratações mais relevantes da história do clube de Illinois.

Uma assinatura histórica

O técnico do Chicago Fire, Gregg Berhalter, considerou a adição um momento chave para o time e para a liga.

“Este é um dia histórico para o Chicago Fire FC, e também para a cidade e para a MLS. Quero agradecer ao Robert por ter escolhido Chicago. Ele é uma grande contratação para o nosso clube. Ele não é apenas um jogador extraordinário, ele também é uma pessoa incrível. Robert é a peça que nos levará ao topo”, declarou o estrategista americano.

Lewandowski explicou que a sua decisão de deixar a Europa foi complexa, mas a sua relação com o Barcelona desempenhou um papel importante.

“Há alguns meses eu sabia que queria vir para cá, mas demorei um pouco para tomar a decisão porque é algo completamente novo para mim e para minha família. Eu não queria jogar em nenhum outro clube da Europa depois do Barcelona; não conseguia me imaginar em outro time fora do Barcelona”, compartilhou o polonês.

O atacante já completou o primeiro treino com a equipe após uma longa viagem desde a Polônia. Ele disse que se sentia bem e pronto para se adaptar.

Estreia iminente

Lewandowski vê potencial na Conferência Leste como um todo. “Estou aqui não só para jogar, mas para ajudar a equipe a dar um passo à frente dentro e fora do campo”, disse ele. Sua possível estreia seria nesta quinta-feira, contra o Vancouver Whitecaps, na retomada da MLS.

Continuar lendo

Espanha domina a França e chega à final da Copa do Mundo

A Espanha vence a França por 2 a 0 e avança à final da Copa do Mundo de 2026.

Uma vitória retumbante em Dallas

A Espanha se classificou para a final da Copa do Mundo de 2026 nesta terça-feira, após derrotar a França por 2 a 0, no estádio de Dallas, nos Estados Unidos. La Furia Roja buscará seu segundo título mundial.

Os gols vieram de Mikel Oyarzabal aos 22 minutos, de pênalti, e de Pedro Porro aos 58. O placar poderia ter sido maior, mas os ibéricos desaceleraram devido à péssima reação do rival.

A França, com Kylian Mbappé ausente do jogo, nunca encontrou uma forma de incomodar a Espanha. A seleção francesa, que havia demonstrado solidez durante o torneio, desapareceu na partida decisiva.

O que está por vir para ambas as equipes

A seleção espanhola jogará a final no domingo, 19 de julho, no estádio de Nova York, às 13h. O rival sairá da outra semifinal entre Argentina e Inglaterra.

Por sua vez, a França disputará o terceiro lugar no sábado, às 15h. em Miami, buscando fechar sua participação com um resultado digno.

Continuar lendo

Messi x Bellingham: o duelo geracional que define a semifinal

Messi e Bellingham, gerações opostas, definirão o passe para a final.

O pulso entre dois talentos geracionais

A semifinal da Copa do Mundo entre Argentina e Inglaterra terá um frente a frente inevitável: Lionel Messi, de 39 anos, contra Jude Bellingham, de 23. Dezesseis anos os separam, mas ambos são os motores de suas seleções.

Será a primeira vez que Messi enfrenta a Inglaterra em uma partida oficial. O goleiro inglês Jordan Pickford reconheceu a grandeza do argentino:

“Todos conhecemos a excelência de Messi, mas também a da Argentina. É ótimo enfrentá-lo depois de vê-lo jogar desde criança.”

Pickford, porém, alertou que a seleção argentina busca repetir o título, algo que não era conseguido desde o Brasil 1958-1962.

Principais dados do confronto

Messi tem oito gols e duas assistências em sua sexta Copa do Mundo. Com 21 gols na história da Copa, é o artilheiro. Levar a Argentina a campeonatos consecutivos o colocaria no nível do lendário Diego Maradona.

Bellingham, em sua segunda Copa do Mundo, respondeu com seis gols, incluindo duplas contra México e Noruega. Ele chegou ao torneio com dúvidas sobre sua atuação sob o comando do técnico Thomas Tuchel, mas se consolidou como uma figura inglesa.

Uma rivalidade que transcende o campo

Argentina e Inglaterra revivem uma história repleta de episódios memoráveis. Em 1966, o capitão argentino Antonio Rattín foi expulso e sentou-se no tapete vermelho da Rainha Elizabeth. No México, em 1986, quatro anos após a Guerra das Malvinas, Maradona assinou a Mão de Deus e o Gol do Século.

O meio-campista argentino Alexis Mac Allister comentou:

“Significa muito porque é uma semifinal. Inspirar-se no que Diego fez é complicado; só Leo pode fazer isso. Espero que consigamos algo semelhante.”

Será a sexta partida da Copa do Mundo. O saldo favorece a Inglaterra com três vitórias, a última em 2002 (1-0). A Argentina jogará com a camisa azul fora de casa, a mesma que usou quando venceu em 1986 e quando eliminou a Inglaterra nos pênaltis em 1998, após a expulsão de David Beckham.

Ambas as equipes chegam a Atlanta com os olhos postos na final. Messi busca o toque final em sua carreira; Bellingham, confirme que ele é o herdeiro da nova era.

Continuar lendo