Inflação cai para 3,55% e Sheinbaum comemora sexta redução seguida

A inflação cai para 3,55% na primeira quinzena de junho, comemora o presidente.

A presidente Claudia Sheinbaum destacou a queda da inflação para 3,55% na primeira quinzena de junho, sexta redução consecutiva. A informação foi conhecida no âmbito do seu 64º aniversário.

Medidas contra aumentos de preços

Do Palácio Nacional, Sheinbaum também comemorou a queda no preço do tomate. Ele atribuiu o avanço ao trabalho conjunto com a Pemex e o Ministério da Energia para estabelecer limites de combustível, bem como aos acordos voluntários do Pacote Antiinflação (Pacic) com produtores e comerciantes.

“A verdade é que a equipe tem feito muito trabalho, que tem a ver com o trabalho que a Pemex e o Ministério da Energia fazem para convencer todos os postos de gasolina de um limite máximo no preço do diesel e da gasolina magna, e trabalho permanente para o Pacic pela cesta básica em acordos voluntários com produtores e comerciantes, e principalmente alguns produtos que tinham preços muito altos como o tomate”, comentou o presidente federal.

Ele acrescentou que a especulação que afeta o custo do tomate também foi reduzida.

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Contexto internacional e crescimento económico

Sheinbaum reconheceu as dificuldades globais devido ao conflito no Irão, mas esperava que o preço do petróleo caísse para um nível razoável. “Mesmo nestas circunstâncias, a economia está a crescer e muito tem a ver com a construção; o Programa Habitação, além de proporcionar habitação a pessoas com menos recursos, dinamiza a economia”, afirmou. Destacou-se a recuperação da construção pública e privada no segundo trimestre do ano.

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Sheinbaum relata crescimento histórico em energias renováveis ​​e inflação baixa de 3,55%.

Economia e energia: os anúncios do presidente

A presidente Claudia Sheinbaum informou que, pela primeira vez, o México tem projetos de 32 mil megawatts de capacidade elétrica adicional, dos quais 70% são renováveis. “Quando sairmos do governo, o consumo de gás natural diminuirá e a energia gerada por recursos renováveis ​​aumentará”, afirmou.

Sheinbaum também destacou o crescimento económico. Segundo o Inegi, o Indicador Global de Atividade Económica (IGAE) subiu 1,2% em abril face a março, o melhor avanço desde 2021. A taxa anual atingiu 2,2%. O presidente atribuiu isso ao impulso na construção, especialmente no programa habitacional.

Em relação à inflação, a presidente destacou que caiu para 3,55% ao ano na primeira quinzena de junho, o nível mais baixo desde outubro de 2025. Isso se deve, disse ela, aos acordos com os postos de gasolina para definir preços máximos dos combustíveis e ao Pacote Contra a Inflação e a Escassez (Pacic) para controlar a cesta básica.

Transição energética com 32 mil megawatts

A secretária de Energia, Luz Elena González, explicou que até 2030 serão somados 32 mil megawatts; 22 mil serão renováveis. A meta é que pelo menos 38% da geração seja limpa para cumprir os compromissos climáticos. Assegurou que a CFE manterá a sua participação maioritária, fornecendo 61% da energia eléctrica ao final do mandato de seis anos.

A diretora do CFE, Emilia Calleja, explicou os projetos. Na Baja California Sur, o Sistema Oasis combinará energia solar, baterias e hidrogênio verde para abastecer Mulegé e 40 mil residências. Inclui uma central de 72 megawatts, 20 megawatts de armazenamento e produzirá 120 metros cúbicos de água por ano, evitando 94 mil toneladas de CO2.

Em Sonora, a central fotovoltaica “Rafael Galván” em Puerto Peñasco atingirá mil megawatts de capacidade e 246 megawatts de armazenamento. Atualmente fornece 400 megawatts. O investimento ultrapassa 1,4 bilhão de dólares. “São benefícios ambientais que fortalecem a soberania energética”, concluiu o secretário González.

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Polêmica sobre entrevista com Monsiváis chega ao Senado e ao Palácio

A republicação de uma entrevista de 1999 desencadeia acusações entre o Executivo e os legisladores.

A republicação de uma antiga entrevista atribuída a Carlos Monsiváis subiu esta quarta-feira ao centro do debate político mexicano. O assunto foi discutido tanto no Senado quanto na conferência matinal da presidente Claudia Sheinbaum.

O texto original foi escrito pelo jornalista Edmundo Cázares em 1999 e recentemente republicado pelo El Universal. Contém declarações sobre o então chefe de governo Andrés Manuel López Obrador. Sua veracidade e contexto têm sido questionados, gerando posições conflitantes.

Sheinbaum descreve o conteúdo como “grotesco”

Durante sua conferência, a presidente criticou duramente a publicação. Ele qualificou o conteúdo de “grotesco” e acusou o meio de gerar uma polêmica que distorce a homenagem ao intelectual mexicano.

Reações no Senado

A questão também chegou ao Congresso. A senadora Lilly Téllez leu fragmentos do texto na plataforma. Em resposta, Gerardo Fernández Noroña rejeitou a sua utilização e sustentou que se tratava de uma publicação falsa com intenção de ataque político.

A troca reflete a polarização em torno da figura de López Obrador e a utilização de documentos históricos como armas partidárias.

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PRI exige ação urgente contra a violência em Guerrero

Denunciam uma incursão de civis armados em Coyuca de Catalán; partido pede intervenção estatal.

A liderança nacional do PRI exigiu que o Estado mexicano interviesse urgentemente em resposta à denúncia dos habitantes do ejido Guajes de Ayala, em Coyuca de Catalán, Guerrero. Os residentes relataram a incursão de civis armados na sua comunidade na Sierra.

Chame por segurança

Alejandro Moreno Cárdenas, presidente do partido, pediu às autoridades que garantam a segurança das famílias. Alertou que estes acontecimentos não devem ser normalizados devido ao risco que representam para a população civil.

O dirigente destacou que em diversas comunidades de Guerrero vivem sitiadas por grupos armados. Isto tem causado deslocamentos, confinamento de habitantes e um clima constante de medo e incerteza. Considerou necessária uma resposta imediata do Estado.

Moreno Cárdenas também criticou o governo federal por minimizar a situação de violência no país. Afirmou que a população enfrenta condições de insegurança que requerem atenção prioritária para restaurar o Estado de direito na região.

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