A revelação que muda tudo
Em meio ao luto e às acusações nas redes, Imelda Garza Tuñón falou. A viúva de Julián Figueroa quebrou o silêncio com detalhes que ninguém sabia sobre os últimos meses do cantor.
O mais chocante: Julián colocou um implante de naltrexona quando morreu em 2023. Essa combinação com outras substâncias, segundo Imelda, foi fatal.
“O médico avisou que se ele lhe desse aquele implante de naltrexona ele teria que ficar lá, e Marco não concordou em deixá-lo ficar”
É aí que reside o cerne da sua acusação. Imelda responsabiliza diretamente Marco Chacón, marido de Maribel Guardia. Segundo sua versão, foi Chacón quem levou Julián a Torreón para colocar o implante em março… mas também quem não lhe permitiu continuar o tratamento completo.
Um coquetel mortal
Para quem não conhece: a naltrexona é um tratamento para dependência. Bloqueia os efeitos de certas substâncias. O problema surge quando alguém, tendo o implante, continua usando.
Foi exatamente isso que aconteceu, diz Imelda. Julián continuou com a tuberculose e o resultado foi devastador: convulsões, paralisia parcial do lado esquerdo do corpo.
A coisa mais dolorosa acontece quando você liga os pontos:
“Se o tivessem colocado em reabilitação, agora eu teria um marido e José Julián teria um pai”
Entretanto, nas redes sociais, alguns apontaram a própria Imelda como responsável. Ela responde com esta entrevista: esclarece que nem sabia do implante quando foi colocado.
O que resta é uma família desfeita – um filho órfão de pai, uma viúva às voltas com teorias absurdas – e uma questão incómoda que paira sobre quem tomou as decisões médicas erradas.




