IBM revela seu plano para dominar a computação quântica até 2029

A revolução quântica está mais próxima do que se imagina e a IBM está liderando a corrida com um plano ousado.

Amanhecer de uma nova era: IBM libera poder quântico

Numa reviravolta que abalará os alicerces da tecnologia moderna, a IBM revelou a sua arma mais poderosa: o computador quântico tolerante a falhas, um colosso digital que promete reescrever as regras da ciência, da indústria e da humanidade. Apelidada de IBM Quantum Starling, esta fera tecnológica surgirá em 2029, capaz de executar 20 mil vezes mais operações do que seus antecessores, como se um simples isqueiro se transformasse em um sol artificial.

Nasce um gigante em Poughkeepsie

Nas sombras do novo data center da IBM em Poughkeepsie, Nova York, o destino é forjado. Ali, entre cabos que pulsam como veias e processadores que sussurram em linguagens quânticas, nascerá Starling. Arvind Krishna, o visionário no comando da IBM, proclama com a voz de um profeta: “Estamos traçando a próxima fronteira. Resolveremos o impossível.” E o mundo, tremendo, escuta.

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Mas não será um caminho fácil. A arquitetura modular de Starling – um titã de 200 qubits lógicos – terá que dominar algoritmos que fariam os supercomputadores de hoje chorar. Seu sucessor, o IBM Quantum Blue Jay, espreita no horizonte com 2.000 qubits, uma fera ainda mais indomável. O segredo: os códigos qLDPC, cavaleiros das trevas que corrigem erros em tempo real enquanto o sistema calcula, como um cirurgião operando seu próprio coração.

O Roteiro Secreto: Três Bestas Antes do Apocalipse Quântico

A IBM não anda, mas avança como um exército. Seu roteiro é um pergaminho de batalha: primeiro, em 2025, o Quantum Loon surgirá, testando conexões entre qubits como um tecelão do destino. Em 2026, Quantum Kookaburra fundirá memória e lógica em um grito modular que ecoará pelos laboratórios. E em 2027, a Quantum Cockatoo conectará chips como nós em uma rede quântica, um prelúdio para Starling.

A humanidade espera, entre o espanto e o medo. Que problemas insondáveis ​​Starling resolverá? Que portas escuras ela abrirá? A IBM já publicou seus manuscritos técnicos – um deles até mesmo na sagrada capa da Nature – mas o verdadeiro mistério permanece oculto entre as equações e os supercondutores.

O futuro já está aqui. E é quântico. Você está pronto para testemunhar a revolução? Compartilhe esta história e participe da conversa global sobre o próximo salto da humanidade. Que descobertas você acha que Starling irá desbloquear? Explore mais sobre o futuro da tecnologia em nosso especial de inovação.

Internet via satélite, a aposta para acabar com a exclusão digital no México

A geografia mexicana limita a implantação de fibra, mas os satélites de órbita baixa estão a emergir como uma alternativa.

Internet via satélite como solução para a exclusão digital no México

Montanhas, selvas e desertos fazem do México um dos países com orografia mais complexa da América Latina. Levar fibra ótica a comunidades isoladas implica um investimento difícil de recuperar com poucos utilizadores. Como resultado, um em cada cinco agregados familiares ainda não tem acesso à Internet ou recebe serviços de má qualidade.

Diante desse cenário, a internet via satélite de órbita baixa (LEO) surge como uma alternativa estratégica. “A implantação de infraestrutura física no México é cara devido à geografia. Em muitos casos, a internet via satélite representa a opção mais viável para conectar áreas onde a fibra não alcançará no curto prazo”, explica Ernesto Piedras, diretor do CIU. Empresas como a Starlink, com mais de 10,3 mil satélites ativos, já operam no país. Desde maio de 2021, obteve concessão e fechou 2024 com 160.631 assinaturas, tornando o México seu segundo mercado latino-americano, atrás apenas do Brasil. A Starlink assinou contratos com a CFE Telecomunicaciones de até 1.556 milhões de pesos para conectar comunidades remotas.

No entanto, o custo continua a ser uma barreira. Enquanto um plano de fibra óptica custa em média 544 pesos por mês, a internet via satélite custa a partir de 899 pesos, mais equipamentos e instalação. “Comercialmente ainda não é tão viável porque ainda é mais caro e exige a compra de uma antena cujo preço continua elevado”, afirma Fernando Esquivel, do The CIU. O serviço faz sentido económico quando é partilhado entre comunidades ou empresas e com o apoio de políticas públicas.

Os especialistas concordam que esta tecnologia não substituirá a fibra óptica, mas sim complementá-la. “Os serviços terrestres são mais rápidos e têm menor latência. A comunicação via satélite atinge áreas que a internet fixa não alcançaria”, afirma Hugo Simg, da MediaTek. A implantação também requer regulamentação e coordenação entre governos e empresas. A corrida para ligar o México já não é travada apenas no subsolo, mas a partir do espaço, onde uma nova geração de satélites promete reduzir a exclusão digital que mantém milhões de pessoas fora do mundo digital.

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Bancos se preparam para controles faciais biométricos em outubro

Os bancos afirmam estar prontos para a biometria facial nas agências desde outubro.

As principais instituições bancárias do país afirmam estar preparadas para a nova regulamentação sobre controlos biométricos faciais na abertura de contas, que entrará em vigor no próximo mês de Outubro.

O que os bancos declararam?

Marcos Ramírez, diretor geral do Grupo Financiero Banorte, destacou que a instituição tem avançado no reforço da identificação e segurança de seus usuários. “Estamos dentro do prazo e da forma com tudo o que está estabelecido na lei e um pouco à frente, com os limites prudenciais da lei”, indicou.

Estas medidas reforçarão o controlo sobre a identificação do cliente. Desde 2018, por regulamentação, a biometria de impressão digital já é exigida para abertura de contas.

Detalhes da implementação

No dia 1 de julho, a Comissão Nacional Bancária e de Valores Mobiliários (CNBV) incorporou a biometria facial no regulamento da banca múltipla na identificação e autenticação de clientes. As instituições que optarem por este mecanismo deverão cumprir requisitos técnicos, operacionais e de segurança.

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IA detecta câncer de mama com 90% de precisão

Um modelo autônomo analisa termografias e classifica tecidos sem intervenção humana.

Um modelo de inteligência artificial desenvolvido por Raúl Castro Ortega, pesquisador da Universidade Politécnica de Tulancingo, consegue identificar o câncer de mama com uma precisão de 90%. Os resultados foram apresentados durante o Congresso Internacional SPIE Photonics Europe 2026, em Estrasburgo, França.

Como funciona o sistema

O sistema utiliza redes neurais convolucionais com mecanismos de atenção para analisar termografias mamárias. Diferentemente dos métodos tradicionais, o modelo aprende de forma autônoma os padrões dos tecidos saudáveis ​​e doentes, sem que um especialista defina previamente as características das imagens. Isso reduz o tempo de processamento e melhora a consistência dos resultados.

O estudo, intitulado “Análise de termografia mamária usando redes neurais convolucionais com mecanismos de atenção”, usa um algoritmo baseado na equação de difusão de calor. Esta abordagem concentra a análise nas regiões de interesse do termograma e classifica tecidos com altos níveis de sensibilidade e especificidade.

Impacto na detecção precoce

A precisão alcançada representa um avanço significativo para a detecção precoce do cancro da mama, o que pode melhorar as taxas de sobrevivência e facilitar o tratamento atempado. A pesquisadora destacou que o sistema não substitui o especialista, mas funciona como ferramenta de apoio para diagnósticos mais rápidos e consistentes.

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