Gilda Lozoya acusa motivação política em sua prisão

A irmã de Emilio Lozoya descreve a sua prisão como um acto político para pressionar o seu irmão.

Gilda Susana Lozoya Austin, irmã do ex-diretor da Pemex Emilio Lozoya, foi detida no Aeroporto Internacional da Cidade do México ao retornar da Europa. Durante a audiência inicial, ele classificou sua prisão como uma questão política.

Diante da juíza de controle Nora Ileana García Peralta, do Centro Federal de Justiça Criminal do Presídio Norte, a mulher declarou:

“Acredito que este é um caso político, onde minha mãe, minha cunhada e eu, ou seja, as mulheres da minha família, temos sido usadas para pressionar meu irmão.”

Declarações na audiência

Vestida com blusa e jaqueta, Lozoya Austin explicou que deixou o país por uma semana para cuidar de um assunto de família. “E voltei porque a minha família está aqui e estou aqui com o desejo de cooperar”, disse ele. Acrescentou que ao deixar o país não foi notificado do mandado de prisão e reiterou: “Estou aqui para cooperar”.

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Ao final da audiência, não foi informado o local para onde ela seria transferida para custódia enquanto sua situação jurídica fosse resolvida.

Encontram restos mortais da jornalista Roxana Guzmán; Eles prenderam oito, quatro eram policiais

Oito presos, quatro deles policiais, pelo desaparecimento e morte do comunicador em Nanchital.

A Promotoria de Veracruz confirmou a descoberta dos restos mortais de Roxana Guzmán, jornalista fundadora do Pulso Informativo del Sureste. Ela havia sido privada de liberdade em sua casa em Nanchital há um mês.

Sequestros e prisões

Oito pessoas foram presas, incluindo quatro policiais municipais de Ixhuatlán del Sureste. Segundo o Ministério Público, os agentes forneceram apoio logístico, recursos e alimentos ao grupo criminoso. Os nomes dos capturados: Javier Iván “N” (também conhecido como Delta 1), José del Carmen “N” (Delta 7), Kenia “N” (La Hiena) e Luis Arturo “N” (El Pelón).

Os fatos ocorreram em uma fazenda no município de Moloacán. A mãe de Roxana declarou que os agressores estavam vestidos de policiais e alegou que estavam levando a filha para uma delegacia. Até agora, o Ministério Público não especificou o motivo.

Contexto alarmante

A esta perda, Veracruz soma 34 jornalistas privados de vida. A entidade continua sendo a mais perigosa para o exercício do jornalismo no México. Os oito detidos estão agora à disposição das autoridades judiciárias. A investigação continua para apurar responsabilidades.

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CNDH solicita mudanças na legislação indígena para proteger a cultura

A CNDH apela à inclusão da consulta prévia e à cessação do uso comercial sem autorização.

Proposta da CNDH

A Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) apelou ao fortalecimento da proposta de Lei Geral dos Direitos dos Povos Indígenas e Afro-mexicanos. A organização considera que deve garantir uma protecção real do património cultural. Requer também a participação direta das comunidades no processo de consulta promovido pelo governo federal.

O pronunciamento é dado no início do Processo de Consulta Prévia, Livre e Informada. Para a CNDH, esta iniciativa é uma oportunidade para consolidar o marco legal que protege o patrimônio material e imaterial dos povos indígenas. Além disso, procura evitar a sua apropriação indevida ou exploração.

A CNDH lembrou que na sua Recomendação Geral 35/2019 já documentava casos de utilização comercial não autorizada de desenhos, têxteis e expressões culturais indígenas. Isto evidenciou a necessidade de fortalecer os mecanismos legais. Por isso, destacou a importância do reconhecimento da autoria coletiva e dos direitos culturais das comunidades.

Medidas necessárias

A organização também apelou ao fortalecimento do Sistema Nacional de Proteção do Patrimônio Cultural dos Povos e Comunidades Indígenas e Afro-mexicanas. Solicitou dotá-lo de mais recursos e garantir o funcionamento do seu registo nacional. Insistiu que a lei deve prever o consentimento prévio, livre e informado para qualquer utilização comercial de elementos culturais.

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Tramadol só com receita desde julho

Cofepris reclassifica analgésico opioide para prevenir dependência.

A partir de 14 de julho, o tramadol só será vendido mediante prescrição médica que inclua a licença profissional do médico assistente. A Comissão Federal de Proteção contra Riscos Sanitários (Cofepris) aprovou esta reclassificação com caráter preventivo.

“Esta medida foi implementada com uma abordagem preventiva contra o consumo inadequado deste medicamento opioide, devido ao seu potencial de dependência”, indicou a agência.

O que muda com o novo regulamento?

As farmácias devem selar as receitas, anotar a data e a quantidade abastecida. Registre também cada operação imediatamente nos livros de controle correspondentes. O objetivo é coibir o uso não supervisionado e prevenir a dependência.

Alternativas ao Tramadol

Cofepris destacou que para dores leves a moderadas existem outras opções: ibuprofeno, naproxeno, diclofenaco e paracetamol. Para dor neuropática, podem ser usados ​​antidepressivos como duloxetina e amitriptilina, ou anticonvulsivantes como gabapentina e pregabalina.

A medida busca equilibrar o acesso ao alívio da dor com a prevenção de riscos à saúde. O tramadol é um opioide com potencial para abuso e sua venda controlada visa reduzir o uso indevido.

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