Gasolina se mantiene bajo 24 pesos, pero hay estaciones que abusan

Profeco reporta estabilidade no preço da gasolina, mas alerta para casos em que os custos estão ‘exagerados’.

O teatro dos preços: estabilidade anunciada e abusos nas sombras

No palco do novo Hospital Oncológico La Pastora, o advogado César Iván Escalante Ruiz fez um relato de tranquilidade. Ele anunciou que há meses um litro de gasolina comum não ultrapassa os 24 pesos. Um roteiro que parece bom para o trabalho do governo.

“É muito importante destacar a relevância da estratégia nacional para promover a estabilização dos preços da gasolina”, afirmou o responsável da Profeco.

Mas, como em todo bom drama, há um segundo ato. O responsável desmascarou alguns atores que não seguem o guião. Ele apontou para um posto da Petro7 em Coahuila que vendia o litro por 24,99 pesos. Uma margem de lucro que, nas suas próprias palavras, “continua a voar pelas alturas”.

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A cesta básica e o preço do pescado

O monitoramento não parou por aí. No que diz respeito ao Pacote Antiinflação, a cesta básica de 24 produtos não deverá ultrapassar 910 pesos. A foto é mista: enquanto um Chedraui em Puebla o oferecia por 774 pesos, um Walmart em Campeche chegava a 952.

Com a Quaresma como pano de fundo, a Profeco colocou também a lupa nos peixes e mariscos. A tainha custa cerca de 60 pesos o quilo e a mojarra 102. Um monitoramento necessário quando o bolso do cidadão está mais escasso do que nunca.

Por fim, um estudo de qualidade sobre chocolates deixou uma nota doce: o Wellness Chocolate atende aos padrões. Uma pequena vitória no meio de uma difícil batalha por preços justos.

O show continua. O governo anuncia estabilidade enquanto, nos bastidores, algumas empresas continuam escrevendo seus próprios trabalhos com preços abusivos. O público – o consumidor – ainda espera um final feliz para a sua carteira.

Polêmica sobre entrevista com Monsiváis chega ao Senado e ao Palácio

A republicação de uma entrevista de 1999 desencadeia acusações entre o Executivo e os legisladores.

A republicação de uma antiga entrevista atribuída a Carlos Monsiváis subiu esta quarta-feira ao centro do debate político mexicano. O assunto foi discutido tanto no Senado quanto na conferência matinal da presidente Claudia Sheinbaum.

O texto original foi escrito pelo jornalista Edmundo Cázares em 1999 e recentemente republicado pelo El Universal. Contém declarações sobre o então chefe de governo Andrés Manuel López Obrador. Sua veracidade e contexto têm sido questionados, gerando posições conflitantes.

Sheinbaum descreve o conteúdo como “grotesco”

Durante sua conferência, a presidente criticou duramente a publicação. Ele qualificou o conteúdo de “grotesco” e acusou o meio de gerar uma polêmica que distorce a homenagem ao intelectual mexicano.

Reações no Senado

A questão também chegou ao Congresso. A senadora Lilly Téllez leu fragmentos do texto na plataforma. Em resposta, Gerardo Fernández Noroña rejeitou a sua utilização e sustentou que se tratava de uma publicação falsa com intenção de ataque político.

A troca reflete a polarização em torno da figura de López Obrador e a utilização de documentos históricos como armas partidárias.

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PRI exige ação urgente contra a violência em Guerrero

Denunciam uma incursão de civis armados em Coyuca de Catalán; partido pede intervenção estatal.

A liderança nacional do PRI exigiu que o Estado mexicano interviesse urgentemente em resposta à denúncia dos habitantes do ejido Guajes de Ayala, em Coyuca de Catalán, Guerrero. Os residentes relataram a incursão de civis armados na sua comunidade na Sierra.

Chame por segurança

Alejandro Moreno Cárdenas, presidente do partido, pediu às autoridades que garantam a segurança das famílias. Alertou que estes acontecimentos não devem ser normalizados devido ao risco que representam para a população civil.

O dirigente destacou que em diversas comunidades de Guerrero vivem sitiadas por grupos armados. Isto tem causado deslocamentos, confinamento de habitantes e um clima constante de medo e incerteza. Considerou necessária uma resposta imediata do Estado.

Moreno Cárdenas também criticou o governo federal por minimizar a situação de violência no país. Afirmou que a população enfrenta condições de insegurança que requerem atenção prioritária para restaurar o Estado de direito na região.

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Inflação no México desacelera e permanece na meta do Banxico

A inflação cai para 3,55% na primeira quinzena de junho, dentro da meta do Banxico.

A inflação no México continua a diminuir. Segundo Inegi, situou-se em 3,55% ao ano durante a primeira quinzena de junho. Isso representa uma queda de 0,11 ponto percentual em relação à segunda quinzena de maio.

Com três meses consecutivos de desaceleração, o indicador permanece dentro da meta do Banxico (3% mais/menos um ponto). Este nível é fundamental para o poder de compra.

Pressões sobre o núcleo da inflação

No entanto, as pressões permanecem. O núcleo da inflação – que reflete tendências de médio e longo prazo – ficou em 4,12%, com aumento quinzenal de 0,19 ponto. Nessa categoria, as mercadorias cresceram 3,65% ao ano e os serviços, 4,57%.

Inflação não core e sazonalidade

Em contraste, a inflação não subjacente desacelerou para 1,61% anualmente, impulsionada pela queda nos preços agrícolas. Produtos como tomate, ovos e pimentão poblano registraram reduções significativas.

O relatório também refletiu movimentos sazonais nos serviços turísticos, relacionados com o verão e a Copa do Mundo de Futebol. Transporte aéreo, hotéis e pacotes turísticos aumentaram. Apesar disso, os analistas prevêem uma tendência favorável no final do ano.

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