Fisel capacita milhares de servidores públicos para evitar crimes eleitorais

Mais de 6 mil funcionários aprendem a combater a fraude e a violência de género nas próximas eleições.

Quando a burocracia atua em conjunto (e antifraude)

Ah, o Ministério Especializado em Crimes Eleitorais (Fisel), aquela heroína anônima que, entre cafés e PowerPoints, conseguiu doutrinar – aham, treinar – **6.168 servidores** para que não lhes ocorra trapacear nas eleições do Poder Judiciário Federal. Porque, sejamos honestos, quem nunca sonhou em alterar o cadastro eleitoral depois de uma noite ruim? Bom, agora são 6 mil pessoas menos tentadas.

Cursos que doem mais que um domingo sem memes

Entre workshops on-line e presenciais (com cookies incluídos, esperamos), as autoridades engoliram conteúdos como «Prevenção de Crimes Eleitorais» e «Violência Política contra Mulheres por Razões de Gênero». Sim, basicamente um mestrado em “Como não ser o vilão de uma novela democrática”. E tenha cuidado, pois **2.776 pessoas** já sabem que falsificar atas não é um “jogo dos tronos” pessoal.

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Mas nem tudo é teoria: eles também os ensinam a identificar desde o “roubo de urnas no estilo Ocean’s Eleven” até o “assédio político com um toque de machismo vintage”. Porque, spoiler: ameaçar uma candidata para fazê-la renunciar não é “estratégia”, é crime. E se fizer isso, esteja preparado para que o Fisel recaia sobre você como uma notificação da Fazenda.

Violência de gênero: quando o patriarcado invade as urnas

Aqui está o curso principal: **3.392 participantes** aprenderam que divulgar fotos íntimas de um rival político não é “marketing agressivo”, mas sim um crime eleitoral. Também não vale a pena forçar uma mulher a assinar documentos sob pressão (a menos que seja a sua lista de compras, claro). E tenha cuidado, até mesmo impedi-los de votar ou ridicularizá-los com estereótipos pode levá-lo direto ao trending topic… dos tribunais.

A coisa mais irônica? Até 2025 continuaremos a precisar de workshops para explicar que as mulheres têm o direito de governar sem serem tratadas como personagens de The Handmaid’s Tale. Mas ei, alguma coisa é alguma coisa: pelo menos agora existem milhares de autoridades que sabem que “misoginia” não é uma marca de água mineral.

E agora, o que vem a seguir?

Esperamos que esses treinamentos evitem que as eleições judiciais pareçam um episódio de House of Cards dublado em espanhol. Mas se você, caro leitor, quer ajudar a democracia a não se tornar um reality show, compartilhe esta nota e continue explorando como o sistema tenta (com mais ou menos sucesso) não se sabotar. Porque, no final das contas, a transparência começa em não fazer papel de bobo.

Gostou desse olhar sarcástico sobre a justiça eleitoral? Divulgue nas suas redes e marque aquele amigo que sempre diz “é assim que as eleições são”! 🚀

Morena acusa oposição de negociar unidade para migrantes falecidos

Ariadna Montiel pede que os interesses nacionais tenham precedência sobre as diferenças partidárias.

Morena exige unidade diante da morte de compatriotas

A presidente nacional do Morena, Ariadna Montiel Reyes, acusou os partidos da oposição de “negociar” a unidade do México diante dos casos de 17 compatriotas que morreram sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE).

Durante uma conferência de imprensa, o líder morenoista destacou que o apelo para cerrar fileiras para exigir respostas do governo dos EUA deve estar acima das diferenças partidárias e ideológicas. Considerou que se trata da defesa dos direitos dos mexicanos no exterior.

Montiel Reyes afirmou que a posição da oposição reflete a falta de compromisso com o país. Ele descreveu como “mesquinho” que alguns líderes não apoiem totalmente o apelo à unidade feito pela Presidente Claudia Sheinbaum para resolver casos de alegados abusos contra migrantes mexicanos.

O dirigente do Morena sustentou que a protecção dos concidadãos deve ser uma questão prioritária para todas as forças políticas. Ele apelou à colocação dos interesses nacionais acima das disputas partidárias.

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Secretaria da Mulher mantém apoio à esposa do ex-diretor da Pemex

Governo oferece atendimento integral à esposa do ex-diretor da Pemex que está sendo julgada por violência.

Apoio permanente da Secretaria da Mulher

A Secretaria da Mulher informou que continuará prestando atendimento integral, aconselhamento e apoio psicossocial a María Felicia Jiménez, esposa do ex-diretor da Petróleos Mexicanos, Víctor Rodríguez Padilla. O apoio será mantido caso ela o solicite, no âmbito do processo judicial que enfrenta por alegada violência familiar.

Em comunicado, a agência esclareceu que qualquer apoio será concedido com total respeito à vontade, autonomia e dignidade do Dr. Reiterou também o seu compromisso de ajudar as mulheres que vivenciam situações de violência através de mecanismos de proteção especializados.

Decisão de não comparecer à audiência

A declaração ocorreu depois que María Felicia Jiménez informou que não compareceria à audiência marcada para ratificar o indulto concedido ao seu marido. Argumentou que enfrenta um forte cerco mediático e procura proteger a sua privacidade e a dos seus filhos, especialmente a do seu filho menor.

As autoridades mantêm aberta a possibilidade de a vítima aceder aos serviços quando considerarem necessário. O caso chamou a atenção do público devido aos vínculos de poder dos envolvidos, embora a Secretaria garanta que suas ações se baseiam em critérios técnicos e de direitos humanos.

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Ulises Lara deixa a FGR; alega razões pessoais

Porta-voz da FGR deixou o cargo seis meses depois de assumi-la. Fontes apontam para motivos pessoais.

Mudanças no FGR

Ulises Lara López deixou a titularidade da Procuradoria Especial de Investigação de Assuntos Relevantes e a porta-voz da Procuradoria-Geral da República (FGR). Isso foi relatado por fontes federais. Sua saída ocorreu apenas seis meses após a posse.

Segundo as fontes consultadas, a separação ocorreu por motivos pessoais. As causas específicas não foram detalhadas.

Lara López foi nomeada em janeiro de 2026 pela procuradora-geral Ernestina Godoy Ramos. Chefiou a área de Assuntos Relevantes e atuou como porta-voz da instituição. Anteriormente, colaborou com Godoy Ramos na Procuradoria Geral da Cidade do México, onde ocupou diversos cargos. Após a nomeação, agradeceu a confiança e garantiu que continuará trabalhando pela justiça.

Durante a gestão do ex-procurador Alejandro Gertz Manero, Lara López integrou a estrutura da FGR como delegada estadual em Morelos. A partir daí participou de tarefas relacionadas às investigações federais.

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